<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869</id><updated>2012-01-03T23:36:50.321-02:00</updated><title type='text'>Cinefilia.com</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>147</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-6504408677533030671</id><published>2011-12-16T12:34:00.003-02:00</published><updated>2011-12-17T09:21:53.898-02:00</updated><title type='text'>Guerreiro</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Guerreiro&lt;/span&gt; chegará ao Brasil diretamente em DVD e Blu-ray em Janeiro, sem uma chance de ser visto nos cinemas. Uma pena, porque se trata de um surpreendente “filme de luta” (no caso, o já famoso entre nós UFC), em que um drama familiar batido é narrado de forma econômica e segura, dando uma sustentação bastante eficaz para as cenas de lutas mais bem filmadas em muito tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Vencedor&lt;/span&gt;, de David O. Russell, consegue criar personagens bem mais interessantes, mas vez ou outra as cenas de boxe me incomodaram por eu não conseguir enxergar o que acontecia. “Guerreiro” é melhor neste sentido, usando a agressividade das lutas para criar tensão a partir de uma câmera que não é trêmula, que enquadra os lutadores, que nos deixa sentir a emoção que esse tipo de esporte estimula nos seus apreciadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mesmo se você não é fã, poderá apreciar não apenas por ser um belo trabalho de câmera, montagem e sonorização, mas por nos importarmos com os personagens, dois irmãos que tomaram rumos diferentes em conseqüência de um pai alcoólatra e abusivo e que, por motivos diversos, participam de um torneio milionário de MMA (Mixed Martial Arts ou “vale-tudo”). Não há muitas firulas (exceto talvez o treinamento dos protagonistas com uso de split screen), e os ressentimentos e problemas de ambos são perfeitamente compreensíveis, não havendo mocinho e bandido nesta família, o que ainda gera o suspense sobre quem vencerá o torneio, quando se dará o confronto entre eles (se é que haverá), como um deles, que é considerado “zebra”, chegará tão longe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gavin O’Connor, diretor e roteirista que ainda não tinha nada de expressivo na sua carreira, resolve tudo isso muito bem, inclusive com uma curiosa opção de não usar os narradores televisivos na última luta do filme. Por outro lado, abusa do velho clichê de usar vários coadjuvantes torcendo, vibrando e pulando, que assistem ao evento pela televisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os atores estão bem em cena, com Tom Hardy (o Bane do novo Batman de Nolan) impressionando com um tipo silencioso que quando sobe na arena é realmente assustador. Nick Nolte é o único que vem recebendo alguma atenção dos prêmios de final de ano, sendo inclusive indicado como Coadjuvante pelo Sindicato dos Atores, o que lhe dá boas chances de chegar ao Oscar. Não é nada especial, no papel do pai dos protagonistas que está arrependido de seu passado e que é chamado por Hardy para ser seu treinador, mas Nolte tem uma daquelas famosas explosões em cena em que o sangue em sua cabeça parece que vai entrar em ebulição. Ele é sempre bom nisso, mas é uma cena rápida e sua participação muito se resume a um olhar bondoso e carente de perdão, torcendo pelos filhos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-6504408677533030671?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/6504408677533030671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=6504408677533030671&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/6504408677533030671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/6504408677533030671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2011/12/guerreiro.html' title='Guerreiro'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-6784971937249899129</id><published>2011-12-16T12:17:00.004-02:00</published><updated>2011-12-16T12:34:17.574-02:00</updated><title type='text'>Meu País, Trabalhar Cansa, Melancolia, Contra o Tempo, A Alegria</title><content type='html'>Quando fui para a Mostra de São Paulo vi estes 5 filmes antes do evento começar e, sem nada pra fazer, rabisquei umas primeiras impressões:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecei com dois filmes nacionais bastante comentados: Meu País foi o grande vencedor do último Festival de Brasília, com 5 prêmios (Montagem, Trilha Sonora, Ator, Diretor e Filme) e conta com os galãs (e bons atores) Rodrigo Santoro e Cauã Reymond como protagonistas. Trabalhar Cansa foi lançado no último Festival de Cannes com muitas críticas positivas. Têm em comum o fato de abordarem famílias enfrentando problemas pessoais, mas não poderiam ser mais opostos: o primeiro trabalha na chave do melodrama, com a já tradicional história de irmãos bem diferentes reconciliados por uma tragédia; o segundo faz comentário e crítica social de maneira inusitada, flertando com o fantástico e o sobrenatural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que me fez amar "Trabalhar Cansa" e achar "Meu País" um filme bem decepcionante não é o fato de um ser mais original que o outro. A priori, um melodrama cheio de clichês pode ser muito bom e uma trama incomum pode acabar sendo vítima de sua própria originalidade. O que importa é como a narrativa se desenvolve, como a história é contada através do que é próprio do cinema (o uso da câmera, a montagem, a fotografia, etc). O filme de Ristum me parece muito fraco nesse sentido. Santoro é um bem sucedido homem de negócios na Itália que volta ao Brasil ao saber da morte do pai e reencontra seu irmão mais novo (Reymond), irresponsável e viciado em jogos de azar, além de descobrir que tem uma irmã com problemas mentais (Débora Falabella), fruto de um relacionamento obscuro de seu pai. Infelizmente, os personagens só existem em cena para sabermos quem eles são dentro de um estereótipo, não há espaço para um desenvolvimento maior ou interessante; espaço, aliás, é outro problema, já que a encenação em sua maior parte é de planos fechados, closes e dificilmente podemos ver o que está em volta ou sentir os personagens e o peso daquela casa e dos objetos sobre eles (e o filme é basicamente sobre a tentativa de reconciliação com o passado e a possibilidade de seguir em frente). É tudo muito bem intencionado, será (está sendo) um sucesso, mas não me conquistou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Trabalhar Cansa", ao contrário, me empolgou do início ao fim. A trama é simples: mulher aluga um galpão para montar um pequeno mercado enquanto seu marido é demitido e tem dificuldades de arranjar um novo emprego. Novos personagens surgem aos poucos: uma empregada em casa, os funcionários do mercado, e o mistério que há (coisas estranhas acontecem/aparecem no mercado) surge aos poucos e discretamente, e quando se revela impressiona pelo quanto é contido (e pode frustrar muitos nas poucas respostas). E tudo que "Meu País" falha, este resolve lindamente: a câmera é generosa, temos espaço e tempo para observar os personagens; estes são ricos e cheios de nuances, mesmo os mais periféricos. O comentário social funciona porque, embora sob a sombra do fantástico, as relações que vemos no filme são muito próximas da realidade, a tensão entre empregador e empregado e as dificuldades do mercado de trabalho são muito bem trabalhadas, transitando com eficiência entre o humor, a ironia e o carinho pelos personagens. Grande filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já "Melancolia", de Lars Von Trier, não é fácil de se comentar. Principalmente porque é muito fácil desprezar o filme pela forma como ele ilustra seu drama, da mesma maneira que na visão de outros seria muito fácil elogiar pelos mesmos motivos. Explico: o prólogo do filme, por exemplo, basicamente resume e informa o que acontecerá no fim, através de simbolismos e imagens em câmera lenta, compostas como pinturas, ao som de música clássica, mais ou menos a forma que Trier já se utilizou no seu filme anterior, "Anticristo". Para muitos, é pura beleza. "Poesia em imagens". Para outros, fácil dispensar algumas dessas imagens como "bregas" ou a crença de que "beleza em excesso" atrapalha um filme que se pretende narrar uma história de tristeza, depressão e, no fim das contas, o apocalipse. O mesmo vale para o que se segue depois, a parte 1 do filme (que é dividido em 2 partes), que traz a festa de recepção do casamento entre Justine (Kirsten Dunst) e Michael (Alexander Skarsgard, de True Blood) com câmera na mão e tremida, um retorno de Von Trier à época do Dogma 95. Algumas pessoas podem gostar desta opção estética do cineasta, alegando que a instabilidade da câmera ilustra bem o nervosismo da situação, uma festa que vai se afundando cada vez mais por conta das relações familiares e do estado emocional da protagonista (o que lembra o filme mais famoso do movimento criado por Von Trier, "Festa de Família"). No meu caso, acho profundamente irritante uma câmera que não para, que não se interessa pelos personagens (e nem pelos atores), que não cria tensão e nem constrói o drama que não seja pela histeria da montagem. Von Trier também cria personagens devidamente asquerosos ou patéticos, o que me distancia de um envolvimento mais emocional. E o filme é justamente essa tentativa de nos narrar o fim do mundo através de duas mulheres tão diferentes (a depressiva Justine e a controlada Claire, protagonista da parte 2, e vivida por Charlotte Gainsbourg de "Anticristo") e como elas reagem diante daqueles que as cercam e são importantes em suas vidas, e diante da melancolia (nome também do planeta que se aproxima da Terra, metáfora mais grosseira impossível) que as consome. Não consegui me importar com o que acontecia justamente pela estética adotada por Von Trier. E isso mata qualquer filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre "Contra o Tempo" não tenho muito o que falar. Principalmente porque vi sem saber do que se tratava (evito ler sinopses, e fui por indicação de alguns amigos, sugiro que façam o mesmo) e o filme é estruturado de forma que a trama se revele aos poucos, tanto para nós quanto para o protagonista vivido por Jake Gyllenhall, que acorda em um trem com uma mulher conversando como se fossem grandes amigos e ele não tem ideia de como e porque foi parar ali. Basta dizer que é uma aventura de ficção divertida e agitada, apesar de uma premissa que não faz o menor sentido e que, aposto, comoverá várias pessoas ao final. Não gostei muito, mas recomendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A Alegria" é um filme nacional curioso. Ou pelo menos fico com a curiosidade em saber como está sendo a recepção dele por um público menos cinéfilo ou que não conhece as referências que os cineastas tiveram. Porque é um filme que tenta emular, homenagear e é altamente influenciado por um certo cinema contemporâneo que faz bastante sucesso em festivais e circuito "de arte", mas pouquíssimo conhecido pelo grande público. Me refiro mais exatamente ao cinema do tailandês Apichatpong Weerasethakul, cineasta que tem uma obra incomum e desconcertante, parecida com nada mais que se vê hoje e que acabou ganhando mais visibilidade após seu último filme, "Tio Boonmee Que Pode Recordar Suas Vidas Passadas", vencer a Palma de Ouro em Cannes no ano passado. "A Alegria" bebe nessa fonte, até descaradamente, buscando uma atmosfera onírica, misteriosa e por vezes assustadora que envolve seus personagens (adolescentes insatisfeitos com as coisas como elas são em fábula bizarra de super-heróis) através dos mesmos elementos usados pelo tailandês: o uso do som (muitas vezes ambiente, especialmente no meio da "natureza"), da câmera (ou planos estáticos ou travellings) e de relações inusitadas entre corpo e ambiente que causam estranhamento e fascínio. Mas no final das contas me desagrada porque toda essa fabulação parece destoar do discurso panfletário, das frases de efeito e da afetação generalizada. Especialmente para quem conhece as referências importantes para este filme, é possível perceber com maior evidência sua fraqueza, se preocupando em estruturar algo (politicamente ou em gênero, como é o caso do "filme de super-herói") como o cinema de Apichatpong, que foge de qualquer tipo de estruturação. De qualquer forma, vale a experiência para quem busca um cinema nacional diferente e ousado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-6784971937249899129?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/6784971937249899129/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=6784971937249899129&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/6784971937249899129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/6784971937249899129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2011/12/meu-pais-trabalhar-cansa-melancolia.html' title='Meu País, Trabalhar Cansa, Melancolia, Contra o Tempo, A Alegria'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-2522292993253159383</id><published>2011-12-03T10:21:00.006-02:00</published><updated>2011-12-03T11:03:58.602-02:00</updated><title type='text'>Os Melhores da 35ª Mostra Internacional de Cinema de SP</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Top 10 - Novos Filmes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1. Habemus Papam, de Nanni Moretti * * * * 1/2&lt;br /&gt;2. The Day He Arrives, de Hang Sang-Soo * * * * 1/2&lt;br /&gt;3. Histórias Que Só Existem Quando Lembradas, Júlia Murat * * * *&lt;br /&gt;4. Era Uma Vez na Anatolia, de Nuri Bilge Ceylan * * * *&lt;br /&gt;5. Tudo Pelo Poder, de George Clooney * * * *&lt;br /&gt;6. Isto Não É um Filme, de Jafar Panahi * * * *&lt;br /&gt;7. Les Géants, de Bouli Lanners * * * 1/2&lt;br /&gt;8. As Canções, de Eduardo Coutinho * * * 1/2&lt;br /&gt;9. O Homem Que Não Dormia, de Edgard Navarro * * * 1/2&lt;br /&gt;10. Irmãs Jamais, de Marco Bellocchio * * * 1/2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Restrospectiva Elia Kazan&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1. Rio Violento (1960) * * * * *&lt;br /&gt;2. Laços Humanos (1945) * * * * *&lt;br /&gt;3. Clamor do Sexo (1961) * * * * 1/2&lt;br /&gt;4. Uma Rua Chamada Pecado (1951) * * * * 1/2&lt;br /&gt;5. Vidas Amargas (1955) * * * *&lt;br /&gt;6. Um Rosto na Multidão (1957) * * * *&lt;br /&gt;7. Terra de Um Sonho Distante (1963) * * * 1/2&lt;br /&gt;8. Sindicato de Ladrões (1954) * * * 1/2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não visto: O Justiceiro (1947)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Clássicos Restaurados&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1. O Leopardo, de LuchinoVisconti (1963) * * * * *&lt;br /&gt;2. Cabra Marcado Para  Morrer (1985) * * * * *&lt;br /&gt;3. La Dolce Vita, de Federico Fellini (1960) * * * * 1/2&lt;br /&gt;4. Taxi Driver (1976) * * * * 1/2&lt;br /&gt;5. Despair, de R. W. Fassbinder (1978) * * * *&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-2522292993253159383?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/2522292993253159383/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=2522292993253159383&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/2522292993253159383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/2522292993253159383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2011/12/os-melhores-da-35-mostra-internacional.html' title='Os Melhores da 35ª Mostra Internacional de Cinema de SP'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-271216016581069839</id><published>2010-11-08T09:00:00.003-02:00</published><updated>2010-11-08T11:34:18.632-02:00</updated><title type='text'>A 34ª Mostra de SP em números, desastres e momentos inesquecíveis</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O blog está inativo há nove meses e queria retornar com um desabafo sobre alguns dos motivos para isto, que incluem uma crise e insatisfação pessoal com a forma que se vê filmes, a crítica cinematográfica de um modo geral e a cultura de blogs que domina a internet. Mas falar sobre a Mostra é irresistível, então deixa isso pra depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma série de posts sobre a 34ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Números, desastres, momentos inesquecíveis&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este ano foram vistos 64 filmes do evento. Somando os 5 que vi do circuito comercial (algo que tenho que fazer em São Paulo, por não ter cinema decente em minha cidade), ainda são 3 filmes a menos que 2009. Em termos de quantidade, uma decepção, já que a intenção era superar a marca do ano passado. Claro, as 4 horas e 30min do belo "Mistérios de Lisboa" de Raul Ruiz diminui o número de filmes em um dia; e abandonei as mais de 5 horas de "Carlos" com 20min. de péssima projeção e saí com amigos, ao invés de ver uns 3 filmes que poderia ter encaixado. Mas o motivo pra não ter visto tantos filmes como achei que veria diz respeito aos tais desastres desta Mostra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 34ª Mostra será marcada, dentre outras coisas, pelo espantoso número de críticas negativas que podem ser feitas: uma seleção fraca, cópias digitais horríveis, desorganização que provocou todo tipo de problemas, alterações e cancelamentos na programação em quantidade que talvez seja recorde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela primeira vez tive problemas em montar uma programação não pelo choque de horários entre filmes que gostaria de ver, mas pela falta de obras de interesse. Nunca arrisquei tanto ao entrar numa sessão, e infelizmente na maioria das vezes dava de cara com algo ruim.  Pra se ter uma ideia, houve um dia que, até às 15:00, eu já havia desistido de TRÊS filmes, antes que chegassem na metade da duração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também abandonei sessões pela qualidade da cópia projetada e este, sem dúvida, foi o problema mais grave da Mostra. Impressiona a quantidade de filmes exibidos em digital ruim.  Ao final da sessão que vi do japonês "Caterpillar" (prêmio de Melhor Atriz em Berlim), uma pessoa gritou insatisfeita "Isso deve ser VHS Rip!". De fato, o incrível filme de Kôji Wakamatsu teve uma das piores cópias que eu vi da Mostra, juntamente com outros dois vencedores em Berlim, o romeno "Se Eu Quiser Assobiar, Eu Assobio" (Grande Prêmio do Júri) e o chinês "Distantes Juntos" (Melhor Roteiro). Chega a ser ofensivo pensar que um evento como este exibe filmes novos e consagrados em qualidade inferior àquela que teremos, caso façamos download da obra. E ainda cobra ingresso por isto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra piorar, além de digitais ruins, o "maior festival de cinema da América Latina" não tem estrutura técnica para melhor exibição de alguns filmes. Foi o caso de "Carlos", um dos filmes mais prestigiados do ano, épico de Olivier Assayas sobre o terrorista Carlos, o Chacal. O filme teve exibição impecável no Festival do Rio, enquanto em São Paulo foi um desastre. Isso porque a Mostra não dispõe de um projetor digital 2k para suportar a maior resolução do filme do Assayas. Como se não bastasse, a sessão em que estive teve projeção do filme na janela errada (imagem um pouco esticada) e quando uma pessoa saiu para reclamar, recebeu a informação de que o próprio diretor havia testado e aprovado aquela projeção! E como todos sabemos, Olivier Assayas não esteve em São Paulo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Problemas de cópias não páram por aí. Além de outros tantos filmes que vi em qualidade inferior, houve outros casos graves de que só ouvi falar: o novo filme de Takeshi Kitano, "O Ultraje", também veio com cópia lamentável; enquanto homenageados pela Mostra, e que estavam presentes, tiveram exibições porcas de seus filmes, como "Asas do Desejo" de Wim Wenders, e "O Expresso da Meia Noite" de Alan Parker. Além de "China", de  Michelangelo Antonioni, que teve exibição especial, com a presença de Carlo Di Carlo, crítico, pesquisador e amigo do cineasta italiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve também muitos problemas com legendas, atrasos, alterações e cancelamentos na programação. Óbvio que em um evento grandioso como este, sempre ocorrem imprevistos. Mas eis uma lista de inconvenientes tão extensa que já não se trata de "problemas acontecem", mas de uma incrível desorganização da Mostra. E estes são apenas alguns dos que presenciei, fiquei sabendo e me recordo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em várias sessões em que a projeção era em película, o projetor digital ficava ligado, deixando um pouco de luminosidade na parte inferior da tela. Houve sessão em que uma pessoa foi pedir pra desligar, POR TRÊS VEZES, sem sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Informações erradas de que alguns filmes já possuíam legenda em português gerou vários inconvenientes, pois necessitavam de legendas eletrônicas, ocasionando atrasos. Com isto, um filme alemão sem legendas no início do dia fez com que todas as sessões posteriores atrasassem, fazendo com que "Um Lugar Qualquer" de Sofia Coppola começasse 40 minutos após o programado e, com isto, frustrando quem foi ver o filme e que tinha outra sessão pra ver em outro cinema. O mesmo vale para os russos "Almas Silenciosas" (atraso de 20 minutos) e "Minha Felicidade", filme aclamado em Cannes, que teve sua primeira sessão cancelada por falta de legenda. Conheci uma mulher na sessão de "Almas Silenciosas" que desistiu de ver o filme porque o atraso a faria perder "Minha Felicidade". Imagino a frustração dela que, com esta decisão, acabou perdendo os dois filmes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Com cinco minutos de "Distantes Juntos" (cópia ruim, como já dito), vazaram o áudio das vinhetas que antecedem os filmes. O filme continuou passando, ao som das instruções de segurança, recomendações para desligar aparelhos celulares, a propaganda da Petrobrás, a vinheta da Mostra... Foram quase 10 minutos assim, até desligarem e retornarem o filme, com a cópia horrível sendo "rebobinada", e tivemos que ver os 15 min de filme de trás pra frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Outras sessões também tiveram problemas semelhantes, como "Armadillo" que teve início projetado sem áudio, questões técnicas que se resolveram logo depois e responsáveis pelas legendas eletrônicas que pareciam dormir ou simplesmente não entender o que estava acontecendo no filme, com legendas ou adiantadas ou atrasadas demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Muitos cancelamentos e alterações, por conta de filmes que não chegaram a tempo. É algo que ocorre todo ano, mas que parece ter batido algum recorde nesta edição. Basta entrar na comunidade da Mostra no Orkut, onde o tópico de alterações tem 44 posts, quase todos da funcionária do evento que informava sobre as mudanças na programação. O pior é que isso ocorreu com muitos filmes aguardados com ansiedade pelos cinéfilos. Alguns ficaram presos na alfândega, como os esperados "Gainsbourg" e "Submarino"; outros não se deram ao trabalho de dar alguma explicação. O caso mais grave foi do francês "Homens e Deuses", Grande Prêmio em Cannes e um dos favoritos ao Oscar de Filme Estrangeiro no próximo ano, teve suas primeiras sessões canceladas e confirmado para o penúltimo dia apenas uma hora antes da exibição, deixando muitos cinéfilos sem ver. Teve uma segunda sessão no último dia em cinema distante e no mesmo horário em que muitos já haviam programado outros filmes, como o de encerramento, "A Rede Social". A expectativa é que filme fosse exibido na repescagem da Mostra, algo bastante comum para filmes que chegam ao evento com atraso. Surpreendentemente, ficou de fora. De minha parte, perdi "Howl" e lamentei não poder conferir "A Vala", primeiro longa de ficção do chinês Wang Bing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com tudo isto, houve vários momentos que pensei seriamente na possibilidade de não mais prestigiar a Mostra. Mas também houve, pra mim, os momentos inesquecíveis, como a histórica sessão de "Um Dia Na Vida", de Eduardo Coutinho (primeira e única sessão do filme, que não poderá nem constar como extra de DVD), ou a possibilidade de ver, pela primeira vez na tela grande e em película, um filme de Godard ou do Apichatpong Weerasethakul, além de sessões incríveis de películas restauradas de filmes do John Ford em telão ao ar livre no Masp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São experiências que fazem valer todos os transtornos que a Mostra trouxe (embora é preciso que os organizadores reflitam sobre todas estas questões). Mas sobre estes momentos, eu deixo pra outro post.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-271216016581069839?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/271216016581069839/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=271216016581069839&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/271216016581069839'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/271216016581069839'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2010/11/34-mostra-de-sp-em-numeros-desastres-e.html' title='A 34ª Mostra de SP em números, desastres e momentos inesquecíveis'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-2766062333006386821</id><published>2010-02-05T00:58:00.001-02:00</published><updated>2010-02-05T01:00:36.683-02:00</updated><title type='text'>Amor Sem Escalas, de Jason Reitman (2009)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CHLIOHE%7E1.001%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CHLIOHE%7E1.001%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CHLIOHE%7E1.001%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;    &lt;w:splitpgbreakandparamark/&gt;    &lt;w:dontvertaligncellwithsp/&gt;    &lt;w:dontbreakconstrainedforcedtables/&gt;    &lt;w:dontvertalignintxbx/&gt;    &lt;w:word11kerningpairs/&gt;    &lt;w:cachedcolbalance/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;m:mathpr&gt;    &lt;m:mathfont val="Cambria Math"&gt;    &lt;m:brkbin val="before"&gt;    &lt;m:brkbinsub val="&amp;#45;-"&gt;    &lt;m:smallfrac val="off"&gt;    &lt;m:dispdef/&gt;    &lt;m:lmargin val="0"&gt;    &lt;m:rmargin val="0"&gt;    &lt;m:defjc val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent val="1440"&gt;    &lt;m:intlim val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim val="undOvr"&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" defunhidewhenused="true" defsemihidden="true" defqformat="false" defpriority="99" latentstylecount="267"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="0" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Normal"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="heading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="35" qformat="true" name="caption"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="10" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" name="Default Paragraph Font"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="11" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtitle"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="22" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Strong"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="20" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="59" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Table Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Placeholder Text"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="No Spacing"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Revision"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="34" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="List Paragraph"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="29" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="30" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:1; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-format:other; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoPapDefault 	{mso-style-type:export-only; 	margin-bottom:10.0pt; 	line-height:115%;} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin-top:0cm; 	mso-para-margin-right:0cm; 	mso-para-margin-bottom:10.0pt; 	mso-para-margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Filminho agradável este “Amor Sem Escalas”. Durante boa parte dele, comenta sobre um certo estado das coisas, mas sem fazer drama com isso ou, pior, com sarcasmo e ironia típicos dos filmes espertinhos de nosso tempo. Quer dizer, você tem aquele protagonista vazio que tem um único objetivo na vida (chegar a certa quantidade de milhagem aérea) enquanto demite pessoas Estados Unidos afora. Não é fácil lidar com um personagem desses, mas a coisa toda funciona por ser discreta. E porque George Clooney é muito bom.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;O comentário social existe, mas fica ali ao fundo. Porque é um filme de personagens e as mulheres que entram no mundo de Clooney são bem interessantes. A personagem de Anna Kendrick podia cair fácil no estereótipo da jovem megera gananciosa, mas ganha força pela possibilidade de estar aberta à mudança, a partir dos encontros que realiza durante a trajetória. E Vera Farmiga é um furacão, interessantíssima, misteriosa, um encanto. Acompanhar o movimento desses três num mundo sem referências, fragmentado, complicado é uma delícia. E esse mundo é visto assim por uma câmera que não acha importante enfatizar certas coisas, demonizar o personagem do Jason Bateman, por exemplo, ou apelar para técnicas que elevem ainda mais o drama de situações já dramáticas em si.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;Uma pena, então, que tudo fique tão ruim já na parte final do filme, claramente destoante do todo e com toda pinta de “dedo de produtor”. A começar pelo desenvolvimento final da personagem de Farmiga, tudo vai ladeira abaixo até o cúmulo com uma constrangedora colagem de depoimentos reforçando a importância da família para aqueles que perderam o emprego. Extremamente moralista, ainda percebe-se o cuidado de Reitman (que curiosamente tem na conclusão de “&lt;a href="http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2008/11/juno.html"&gt;Juno”&lt;/a&gt; uma de suas maiores qualidades) no material que está mexendo, tentando evitar ao máximo o embaraço. Mas não dá pra fazer milagre. Ainda assim, vale à pena.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-2766062333006386821?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/2766062333006386821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=2766062333006386821&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/2766062333006386821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/2766062333006386821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2010/02/amor-sem-escalas-de-jason-reitman-2009.html' title='Amor Sem Escalas, de Jason Reitman (2009)'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-5704100516296292494</id><published>2010-02-05T00:56:00.000-02:00</published><updated>2010-02-05T00:58:11.365-02:00</updated><title type='text'>Invictus, de Clint Eastwood (2009)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CHLIOHE%7E1.001%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CHLIOHE%7E1.001%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CHLIOHE%7E1.001%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;    &lt;w:splitpgbreakandparamark/&gt;    &lt;w:dontvertaligncellwithsp/&gt;    &lt;w:dontbreakconstrainedforcedtables/&gt;    &lt;w:dontvertalignintxbx/&gt;    &lt;w:word11kerningpairs/&gt;    &lt;w:cachedcolbalance/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;m:mathpr&gt;    &lt;m:mathfont val="Cambria Math"&gt;    &lt;m:brkbin val="before"&gt;    &lt;m:brkbinsub val="&amp;#45;-"&gt;    &lt;m:smallfrac val="off"&gt;    &lt;m:dispdef/&gt;    &lt;m:lmargin val="0"&gt;    &lt;m:rmargin val="0"&gt;    &lt;m:defjc val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent val="1440"&gt;    &lt;m:intlim val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim val="undOvr"&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" defunhidewhenused="true" defsemihidden="true" defqformat="false" defpriority="99" latentstylecount="267"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="0" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Normal"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="heading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="35" qformat="true" name="caption"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="10" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" name="Default Paragraph Font"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="11" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtitle"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="22" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Strong"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="20" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="59" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Table Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Placeholder Text"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="No Spacing"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Revision"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="34" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="List Paragraph"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="29" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="30" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:1; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-format:other; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoPapDefault 	{mso-style-type:export-only; 	margin-bottom:10.0pt; 	line-height:115%;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin-top:0cm; 	mso-para-margin-right:0cm; 	mso-para-margin-bottom:10.0pt; 	mso-para-margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Basta apenas 10 segundos de “Invictus” para Clint Eastwood mostrar sua genialidade: o movimento que a câmera faz, do campo onde os brancos jogam para o campo onde os negros jogam, é um procedimento tão simples e bonito para sintetizar um contexto, mas ninguém mais faz isso. Só Eastwood.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;O “filme de esporte” é gênero mais que batido e Eastwood não foge das convenções. O que o torna incomum é que, enquanto a convenção é trazer histórias de superação e motivação, o cineasta continua refletindo sobre o que o interessa a partir dos mesmos clichês de sempre desse tipo de coisa. Pois “Invictus” comenta sobre a violência, seus efeitos e os meios possíveis de combatê-la com a mesma propriedade que “Gran Torino” ou “Sobre Meninos e Lobos”, e se não ressoa como estas obras, isso se deve mais pelas próprias limitações do gênero.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Talvez o mais interessante seja notar as reações que o filme tem causado nas pessoas. Os mais cínicos (talvez os mesmos que acusam “A Troca” de ser maniqueísta?) se incomodam bastante com a “cena do ingresso pra empregada” ou “a cena do garoto negro e os policiais”, ou ainda “as cenas que criam um suspense gratuito”. Curiosamente, tenho visto muita gente admirar e se emocionar com estas mesmas sequências – bom, exceto a cena da empregada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;De minha parte, se estes não foram momentos que me “pegaram”, também não impedem de apreciar o classicismo e a simplicidade de Eastwood, seja naquela bela abertura, ou na relação construída entre os seguranças, ou a forma delicada com que conduz a crescente admiração do personagem de Matt Damon por Mandela. Nada disso, repito, tem a força e potência dos melhores filmes do cineasta nesta década, mas Clint segue tranqüilo fazendo o cinema que lhe interessa, comentando nossa época a partir de filmes de gênero de toda espécie.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-5704100516296292494?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/5704100516296292494/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=5704100516296292494&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/5704100516296292494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/5704100516296292494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2010/02/invictus-de-clint-eastwood-2009.html' title='Invictus, de Clint Eastwood (2009)'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-7250223741270035115</id><published>2010-02-05T00:54:00.001-02:00</published><updated>2010-02-05T00:56:54.586-02:00</updated><title type='text'>Fogo Contra Fogo, de Michael Mann (1995)</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CHLIOHE%7E1.001%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CHLIOHE%7E1.001%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CHLIOHE%7E1.001%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;    &lt;w:splitpgbreakandparamark/&gt;    &lt;w:dontvertaligncellwithsp/&gt;    &lt;w:dontbreakconstrainedforcedtables/&gt;    &lt;w:dontvertalignintxbx/&gt;    &lt;w:word11kerningpairs/&gt;    &lt;w:cachedcolbalance/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;m:mathpr&gt;    &lt;m:mathfont val="Cambria Math"&gt;    &lt;m:brkbin val="before"&gt;    &lt;m:brkbinsub val="&amp;#45;-"&gt;    &lt;m:smallfrac val="off"&gt;    &lt;m:dispdef/&gt;    &lt;m:lmargin val="0"&gt;    &lt;m:rmargin val="0"&gt;    &lt;m:defjc val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent val="1440"&gt;    &lt;m:intlim val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim val="undOvr"&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" defunhidewhenused="true" defsemihidden="true" defqformat="false" defpriority="99" latentstylecount="267"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="0" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Normal"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="heading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="35" qformat="true" name="caption"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="10" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" name="Default Paragraph Font"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="11" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtitle"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="22" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Strong"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="20" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="59" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Table Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Placeholder Text"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="No Spacing"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Revision"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="34" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="List Paragraph"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="29" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="30" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:1; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-format:other; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoPapDefault 	{mso-style-type:export-only; 	margin-bottom:10.0pt; 	line-height:115%;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin-top:0cm; 	mso-para-margin-right:0cm; 	mso-para-margin-bottom:10.0pt; 	mso-para-margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;“Fogo Contra Fogo” é um filme policial de quase 3 horas de duração. Para as ambições de Michael Mann, não poderia ser menos. Vejam, por exemplo, o personagem de Dennis Haysbert (desconhecido na época, hoje o David Palmer de “24 Horas”): aparece no filme em duas ou três cenas, sem qualquer relação com os demais personagens, para morrer logo quando finalmente faz parte da trama principal. Muitos diriam que não há uma “função narrativa”, mas com menos de 10 minutos de tela, Mann constrói uma pequena tragédia sobre um homem e suas escolhas e como estas afetam (e acabam) um relacionamento. Trama que se liga às demais por congruência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Filme triste e melancólico, não há um único casal que sobrevive a esta história de homens obsessivos e obcecados pelo que fazem melhor. Absorvidos por suas atividades, os personagens de Pacino e De Niro se completam, ainda que estejam em lados distintos da lei (ou até por isso mesmo), e protagonizam esta obra que empolga como filme de gênero, mas que fascina mesmo pelos dramas dos personagens e como estes se desenvolvem a partir da decupagem precisa do diretor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Cineasta do plano/contraplano, Mann utiliza a mais básica das técnicas com efeitos incríveis: quando estão estabelecendo uma ligação mais íntima, os personagens de De Niro e Brenneman são capturados por uma câmera que preenche o quadro com as luzes da cidade ao fundo. Promessa de um futuro ou o ambiente que os separará? Ao contrário, quando o policial de Al Pacino retorna para a esposa que o espera abandonada num restaurante vazio, o plano e contraplano de seus rostos são preenchidos por escuridão, num diálogo que claramente está marcando o fim de um casamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Mais do que com os textos (que são ótimos), os filmes de Michael Mann são fascinantes por contar suas histórias através da estética, fazendo do plano/contraplano um posicionamento ético. Pois é através da técnica que a já clássica sequência do encontro entre De Niro e Pacino se torna tão potente, ressaltando a ligação entre ambos de modo similar ao visto no recente “Inimigos Públicos”, onde o personagem de Johnny Depp se reconhece no personagem de Clark Gable do filme que vê no cinema.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Mann também cria sequências de ação com a mesma elegância e precisão com que filma seus personagens e traz aqui um longo tiroteio, que já marcou a história. É um filmaço por qualquer motivo que se queira assistir.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-7250223741270035115?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/7250223741270035115/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=7250223741270035115&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/7250223741270035115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/7250223741270035115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2010/02/fogo-contra-fogo-de-michael-mann-1995.html' title='Fogo Contra Fogo, de Michael Mann (1995)'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-7414103491912172784</id><published>2010-01-31T22:15:00.003-02:00</published><updated>2010-01-31T23:02:44.487-02:00</updated><title type='text'>O Que Eu Gostaria de Ver nos Indicados ao Oscar</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Coisas que eu gostaria, mas NÃO vão ocorrer nas indicações ao Oscar, na próxima terça:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- "Amantes" e "Vício Frenético" indicados a Melhor Filme, com seus respectivos diretores (James Gray e Werner Herzog) e atores (Joaquin Phoenix e Nicolas Cage) também lembrados em suas categorias;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- "Mary &amp;amp; Max", de Adam Elliot, de longe a melhor animação do ano, indicada para Melhor Animação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Marion Cotillard como Melhor Atriz Coadjuvante por "Inimigos Públicos";&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Adam Sandler, na melhor atuação de sua carreira, indicado a Melhor Ator por "Funny People";&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Falando em "bromances", os roteiros de "Funny People" e "Humpday" indicados a Melhor Roteiro Original;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Filmes medíocres como "An Education" e "Precious" ignorados na categoria Melhor Filme;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma ou mesmo todas as favoritas a Melhor Atriz ignoradas na categoria: Sandra Bullock, Meryl Streep, Carey Mulligan e Gabourey Sidibe. Todas simpáticas, nenhuma merecedora de prêmio;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- As excelentes Kim Hye-Ja ("Mother") e Giovanna Mezzogiorno ("Vincere") indicadas a Melhor Atriz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Coisas que eu gostaria de ver e que NÃO SÃO IMPOSSÍVEIS de acontecer:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- "A Serious Man", mais um incrível filme dos Irmãos Coen, indicado a Melhor Filme;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pelo menos um filme atípico para o Oscar na categoria Melhor Filme: "Distrito 9" ou "Se Beber, Não Case" (com menos empolgação, "Star Trek");&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tilda Swinton, lembrada pela excelente performance em "Julia", para Melhor Atriz;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- As atrizes de "Bastardos Inglórios", Melanie Laurent e Diane Krueger, indicadas para Melhor Atriz Coadjuvante;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O medíocre "500 Dias Com Ela" ignorado em Melhor Filme e Melhor Roteiro Original; O mesmo para "The Blind Side" (que pode se beneficiar por bilheteria e Bullock);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Lee Daniels não indicado a Melhor Diretor (os Coen no lugar? perfeito!);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se não os Coen, Neill Blomkamp indicado a Melhor Diretor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os indicados serão anunciados no dia 02 de Fevereiro, pela manhã. Espero que um ou dois desejos se realizem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-7414103491912172784?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/7414103491912172784/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=7414103491912172784&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/7414103491912172784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/7414103491912172784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2010/01/o-que-eu-gostaria-de-ver-nos-indicados.html' title='O Que Eu Gostaria de Ver nos Indicados ao Oscar'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-2940182317479366741</id><published>2010-01-23T00:20:00.002-02:00</published><updated>2010-01-23T00:44:41.131-02:00</updated><title type='text'>Blog de Ouro: Minhas Escolhas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acabo de enviar meus votos para a terceira edição do Blog de Ouro, que escolherá os melhores de 2009 segundo os membros da &lt;a href="http://blogueiroscinefilos.wordpress.com/"&gt;SBBC&lt;/a&gt;. Não devo emplacar muitos dos meus favoritos, mas tentei ser o mais coerente possível nessa loucura que é comparar trabalhos às vezes tão distintos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria ter visto pelo menos mais uns 12 filmes pra ser mais abrangente. No mínimo, dois filmes que não vi poderiam ter alterado minhas escolhas: Moscou, de Eduardo Coutinho e Avatar, de James Cameron.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue a lista abaixo que NÃO É minha lista definitiva de 2009, já que o Blog de Ouro segue a regra de eleger apenas os filmes exibidos comercialmente no Brasil, incluindo os lançados diretamente em DVD (exceção feita a Guerra ao Terror, inelegível por estrear em breve nos cinemas - algo que discordo completamente). Em uma outra ocasião, posto os melhores do ano seguindo meus critérios bem particulares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus votos foram esses (resultado geral sai neste domingo):&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMichele%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMichele%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CMichele%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;    &lt;w:splitpgbreakandparamark/&gt;    &lt;w:dontvertaligncellwithsp/&gt;    &lt;w:dontbreakconstrainedforcedtables/&gt;    &lt;w:dontvertalignintxbx/&gt;    &lt;w:word11kerningpairs/&gt;    &lt;w:cachedcolbalance/&gt;    &lt;w:usefelayout/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;m:mathpr&gt;    &lt;m:mathfont val="Cambria Math"&gt;    &lt;m:brkbin val="before"&gt;    &lt;m:brkbinsub val="--"&gt;    &lt;m:smallfrac val="off"&gt;    &lt;m:dispdef/&gt;    &lt;m:lmargin val="0"&gt;    &lt;m:rmargin val="0"&gt;    &lt;m:defjc val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent val="1440"&gt;    &lt;m:intlim val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim val="undOvr"&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" defunhidewhenused="true" defsemihidden="true" defqformat="false" defpriority="99" latentstylecount="267"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="0" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Normal"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="heading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="35" qformat="true" name="caption"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="10" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" name="Default Paragraph Font"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="11" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtitle"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="22" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Strong"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="20" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="59" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Table Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Placeholder Text"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="No Spacing"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Revision"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="34" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="List Paragraph"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="29" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="30" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin;} .MsoPapDefault 	{mso-style-type:export-only; 	margin-bottom:10.0pt; 	line-height:115%;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin-top:0cm; 	mso-para-margin-right:0cm; 	mso-para-margin-bottom:10.0pt; 	mso-para-margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;CATEGORIA 1 - MELHOR FILME&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;(&lt;i&gt;mínimo de 5 votos pela ordem de preferência&lt;/i&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;1. Bastardos Inglórios&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;2. Amantes&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;3. Aquele Querido Mês de Agosto&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;4. Entre os Muros da Escola&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;5. Horas de Verão&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;6. A Troca&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;7. Ervas Daninhas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;8. Inimigos Públicos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;9. Se Nada Mais Der Certo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;10. Vocês, os Vivos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;CATEGORIA 2 - MELHOR DIREÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;(&lt;i&gt;mínimo de 3 votos pela ordem de preferência&lt;/i&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;1. Quentin Tarantino (Bastardos Inglórios)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;2. Miguel Gomes (Aquele Querido Mês de Agosto)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;3. James Gray (Amantes)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;4. Alain Resnais (Ervas Daninhas)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;5. Michael Mann (Inimigos Públicos)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;CATEGORIA 3 - MELHOR ATOR&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;(&lt;i&gt;mínimo de 3 votos pela ordem de preferência&lt;/i&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;1. Joaquin Phoenix (Amantes)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;2. Mickey Rourke (O Lutador)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;3. James Franco (Segurando as Pontas)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;4. Sharlto Copley (Distrito 9)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;5. Jean Claude Van Damme (JCVD)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;CATEGORIA 4 - MELHOR ATRIZ&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;(&lt;i&gt;mínimo de 3 votos pela ordem de preferência&lt;/i&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;1. Sally Hawkins (Simplesmente Feliz)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;2. Galina Vishnevskaya (Alexandra)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;3. Kristin Scott Thomas (Há Tanto Tempo Que Te Amo)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;4. Melanie Laurent (Bastardos Inglórios)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;5. Angelina Jolie (A Troca)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;CATEGORIA 5 - MELHOR ATOR COADJUVANTE&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;(&lt;i&gt;mínimo de 3 votos pela ordem de preferência&lt;/i&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;1. Christoph Waltz (Bastardos Inglorios)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;2. Eddie Marsan (Simplesmente Feliz)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;3. Philip Seymour-Hoffman (Dúvida)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;4. Zach Galifianakis (Se Beber, Não Case)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;5. João Miguel (Se Nada Mais Der Certo)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;CATEGORIA 6 - MELHOR ATRIZ COADJUVANTE&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;(&lt;i&gt;mínimo de 3 votos pela ordem de preferência&lt;/i&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;1. Caroline Abras (Se Nada Mais Der Certo)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;2. Marion Cotillard (Inimigos Públicos)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;3. Gwyneth Paltrow (Amantes)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;4. Sabine Azéma (Ervas Daninhas)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;5. Marisa Tomei (O Lutador)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;CATEGORIA 7 - MELHOR ROTEIRO ORIGINAL&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;(&lt;i&gt;mínimo de 3 votos pela ordem de preferência&lt;/i&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;1. Bastardos Inglórios &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;2. Distrito 9&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;3. Simplesmente Feliz&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;4. Horas de Verão&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;5. Abraços Partidos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;CATEGORIA 8 - MELHOR ROTEIRO ADAPTADO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;(&lt;i&gt;mínimo de 3 votos pela ordem de preferência&lt;/i&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;1. Entre os Muros da Escola&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;2. Ervas Daninhas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;3. Beijo na Boca Não!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;4. Inimigos Públicos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;5. Star Trek&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;CATEGORIA 9 - MELHOR ANIMAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;(&lt;i&gt;mínimo de 3 votos pela ordem de preferência&lt;/i&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:8;"  &gt;- CATEGORIA DE VOTO NÃO OBRIGATÓRIO -&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;1. Up – Altas Aventuras&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;2. Tá Chovendo Hamburguer&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;3. Coraline&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;4. O Fantástico Sr. Raposo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;5. Valsa com Bashir&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;CATEGORIA 10 - MELHOR FILME NACIONAL&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;(&lt;i&gt;mínimo de 3 votos pela ordem de preferência&lt;/i&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:8;"  &gt;- CATEGORIA DE VOTO NÃO OBRIGATÓRIO -&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;1. Se Nada Mais Der Certo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;2. Simonal – Ninguém Sabe o Duro Que Dei&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;3. Juventude&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;4. A Erva do Rato&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;5. Hotel Atlântico&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;CATEGORIA 11 - MELHOR ELENCO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;(&lt;i&gt;mínimo de 3 votos pela ordem de preferência&lt;/i&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;1. Entre os Muros da Escola&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;2. Bastardos Inglórios&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;3. Beijo na Boca Não!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;4. Horas de Verão&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;5. Se Nada Mais Der Certo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;CATEGORIA 12 - MELHOR FOTOGRAFIA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;(&lt;i&gt;mínimo de 3 votos pela ordem de preferência&lt;/i&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;1. Bastardos Inglórios&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;2. Aquele Querido Mês de Agosto&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;3. Deixa Ela Entrar&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;4. Inimigos Públicos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;5. Ervas Daninhas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;CATEGORIA 13 - MELHOR MONTAGEM&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;(&lt;i&gt;mínimo de 3 votos pela ordem de preferência&lt;/i&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;1. Bastardos Inglórios&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;2. Aquele Querido Mês de Agosto&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;3. Distrito 9&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;4. Inimigos Públicos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;5. Entre os Muros da Escola&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;CATEGORIA 14 - MELHOR DIREÇÃO DE ARTE&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;(&lt;i&gt;mínimo de 3 votos pela ordem de preferência&lt;/i&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;1. Bastardos Inglórios&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;2. A Troca&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;3. Beijo na Boca Não!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;4. Distrito 9&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;5. Vocês, os Vivos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;CATEGORIA 15 - MELHOR FIGURINO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;(&lt;i&gt;mínimo de 3 votos pela ordem de preferência&lt;/i&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;1. Bastardos Inglórios&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;2. A Troca&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;3. Beijo na Boca Não!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;4. Inimigos Públicos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;5. Milk&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;CATEGORIA 16 - MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;(&lt;i&gt;mínimo de 3 votos pela ordem de preferência&lt;/i&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;1. Up – Altas Aventuras&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;2. A Troca&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;3. Inimigos Públicos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;4. Milk&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;5. Harry Potter e o Enigma do Príncipe&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;CATEGORIA 17 - MELHOR CANÇÃO ORIGINAL&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;(&lt;i&gt;mínimo de 3 votos pela ordem de preferência&lt;/i&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;1. Gran Torino (Gran Torino)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;2. The Wrestler (O Lutador)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;3. Stu´s Song (Se Beber, Não Case)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;4. Petey´s Song (O Fantástico Sr. Raposo)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;5. Other Father Song (Coraline)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;CATEGORIA 18 - MELHOR MAQUIAGEM&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;(&lt;i&gt;mínimo de 3 votos pela ordem de preferência&lt;/i&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;1. O Curioso Caso de Benjamin Button&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;2. Distrito 9&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;3. Arraste-me Para o Inferno&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;4. Deixa Ela Entrar&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;5. Star Trek&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;CATEGORIA 19 - MELHORES EFEITOS VISUAIS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;(&lt;i&gt;mínimo de 3 votos pela ordem de preferência&lt;/i&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;1. Distrito 9&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;2. O Curioso Caso de Benjamin Button&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;3. Star Trek&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;4. G.I. Joe – A Origem do Cobra&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;5. O Exterminador do Futuro: A Salvação&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;CATEGORIA 20 - MELHOR SOM&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;(&lt;i&gt;mínimo de 3 votos pela ordem de preferência&lt;/i&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;1. Inimigos Públicos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;2. Bastardos Inglórios&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;3. Distrito 9&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;4. Arraste-me Para o Inferno&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10;"  &gt;5. O Exterminador do Futuro: A Salvação&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-2940182317479366741?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/2940182317479366741/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=2940182317479366741&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/2940182317479366741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/2940182317479366741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2010/01/blog-de-ouro-minhas-escolhas.html' title='Blog de Ouro: Minhas Escolhas'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-2088643073783030149</id><published>2010-01-21T19:04:00.001-02:00</published><updated>2010-01-21T19:06:12.501-02:00</updated><title type='text'>Morte e Promessa de Ressurreição</title><content type='html'>Este blog morreu. Mas promete uma ressurreição para breve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-2088643073783030149?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/2088643073783030149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=2088643073783030149&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/2088643073783030149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/2088643073783030149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2010/01/morte-e-promessa-de-ressurreicao.html' title='Morte e Promessa de Ressurreição'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-3752689510282292312</id><published>2009-11-12T18:35:00.002-02:00</published><updated>2009-11-12T20:11:09.418-02:00</updated><title type='text'>Comentário Geral e Melhores da Mostra de SP</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estou bastante atrasado com os comentários sobre os filmes vistos em São Paulo, já que a Mostra acabou faz quase uma semana (sem contar a repescagem) e só fiz mini resenhas de 41 obras - falta falar ainda sobre mais 31 sessões de cinema. Não é pra menos: a maratona lá foi pesada e, já em minha terra natal, há as maratonas de faculdade, séries de tv e, claro, mais filmes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peço desculpas pelos comentários curtos e superficiais, mas infelizmente não só falta tempo, mas também só faço anotações mentais quando vejo os filmes e tenho escrito apenas com o que puxo da memória de filmes vistos há dias. Em alguns casos, sem o acesso à net, nem acesso a ficha técnica do filme em questão eu tinha. Mas como prometi escrever sobre todos, ainda termino isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, queria falar logo sobre como foi o evento, fazer um resumão e postar meus prediletos, esquema meio americano de premiação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em São Paulo, foram 72 sessões de cinema, sendo 66 filmes da Mostra e mais 4 filmes do circuito comercial. As outras duas sessões foram revisões de um filme da Mostra, e outro do circuito. Destes, apenas duas desistências: saí com mais da metade do filme visto ("Os Dispensáveis") e outro com apenas meia hora de projeção ("Síndrome de Pinocchio"). Também saí da sessão de "Belair", mas só fui vê-lo porque cobria o horário exato que eu tinha sobrando até o próximo filme. Infelizmente, um atraso de 20 minutos para seu início fez com que eu saísse antes do fim, ou perderia "Cabeça a Prêmio".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da lista de prioridades que eu tinha, não consegui ver apenas "Polícia, Adjetivo". Quanto aos demais, a maioria correspondeu às expectativas, sendo que as grandes frustrações vieram do cinema nacional - nenhum entra para meu top 10 da Mostra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os prêmios dados pela organização foram bem estranhos: o público selecionou seus dez filmes prediletos (algo nunca confiável) e o júri, composto por gente que supostamente teria um gosto mais "apurado", iria selecionar o melhor dentre eles (só valiam filmes de diretores estreantes). Ganhou um coreano chamado "Voluntária Sexual", que não ouvi um único comentário elogioso de todas as pessoas boas que conheço, quando concorria também o belíssimo "A Família Wolberg". O filme que abandonei por estar achando desastroso, "Os Dispensáveis", ficou com prêmio de direção e ator. Já o prêmio da crítica (e eu nem sei que crítica é esta) considerou que o melhor longa-metragem estrangeiro, DE TODA A MOSTRA, foi o iraniano "Ninguém Sabe dos Gatos Persas", que é muito simpático (mas melhor?!) e o melhor longa-metragem nacional foi o meia-boca "O Sol do Meio-Dia".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação à organização do evento, pareceu bastante pior em relação ao ano anterior. É verdade que presenciei poucos atrasos (o mais grave foi mesmo o de "Belair"), mas houve outros tantos problemas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Projeções ruins: muitas em dv-cam e, principalmente, o digital que matou um dos grandes filmes da Mostra - Ervas Daninhas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Alterações na programação: a maior palhaçada foi cancelar todas as exibições de Lebanon para fazê-lo o filme de encerramento - por que não pensaram nisso ANTES de programá-lo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Programação infeliz: havia dias em que os principais filmes passavam ao mesmo tempo, enquanto em outros somente desconhecidos já negativamente comentados. Os últimos dias de Mostra, então, foi um horror;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Cabines para imprensa: este ano, consegui ver os filmes que eram exibidos para a imprensa pela manhã, o que permite ver mais obras durante o dia. Mas as escolhas foram horríveis e o único nome de peso que vi foi o filme do Manoel de Oliveira. Outros dois de importãncia foram desastrosos: Soul Kitchen, de Fatih Akin, teve sessão cancelada, enquanto o novo de Christophe Honoré, falado em francês, passou SEM LEGENDA NENHUMA, fazendo com que a maioria dos presentes se retirassem (o normal é que se o filme não tiver áudio em inglês, ao menos tenha as legendas);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Yuki &amp;amp; Nina: Filme que eu havia escolhido para encerrar meu dia de Mostra, acabou tendo sessão cancelada, pois a cópia havia ficado presa no equipamento. Antes, nos fizeram esperar por quase uma hora, informando que uma nova cópia estava a caminho, para depois vir a informação que não havia outra cópia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Repescagem: a Mostra fez uma programação horrorosa para a repescagem. A intenção deveria ser exibir os principais filmes do evento, os mais requisitados e elogiados. O que vimos foi pouca coisa de interesse e eu, que esperava rever algumas coisas, acabei pegando apenas dois filmes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como este post já está bem grandinho, encerro com minha lista de melhores. Mais ou menos em ordem de preferência, porque não houve nada que tenha se destacado muito dos demais. Muita coisa excelente, num nível mais ou menos equivalente de qualidade. A preferência vai pelo momento em que escrevo e é bom lembrar que se trata apenas dos filmes QUE PARTICIPARAM DA MOSTRA, já que meu filme predileto que vi em São Paulo esteve fora dela (Bastardos Inglórios).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Melhor Filme&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. A Religiosa Portuguesa, de Eugéne Green&lt;br /&gt;2. Morrer Como um Homem, de João Pedro Rodrigues&lt;br /&gt;3. A Família Wolberg, de Axelle Ropert&lt;br /&gt;4. O Que Resta do Tempo, de Elia Suleiman&lt;br /&gt;5. Mother, de Bong Joon-Ho&lt;br /&gt;6. Abraços Partidos, de Pedro Almodovar&lt;br /&gt;7. Vício Frenético, de Werner Herzog&lt;br /&gt;8. Shirin, de Abbas Kiarostami&lt;br /&gt;9. Ervas Daninhas, de Alain Resnais&lt;br /&gt;10. Vencer, de Marco Belocchio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Melhor Diretor&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. João Pedro Rodrigues, por Morrer Como um Homem&lt;br /&gt;2. Eugéne Green, por A Religiosa Portuguesa&lt;br /&gt;3. Elia Suleiman, por O Que Resta do Tempo&lt;br /&gt;4. Alain Resnais, por Ervas Daninhas&lt;br /&gt;5. Werner Herzog, por Vício Frenético&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Melhor Ator&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. André Dussollier, por Ervas Daninhas&lt;br /&gt;2. François Damiens, por A Família Wolberg&lt;br /&gt;3. Filippo Timi, por Vencer&lt;br /&gt;4. Alex Descas, por 35 Doses de Rum&lt;br /&gt;5. Emmanuel Mouret, por Faça-me Feliz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Melhor Atriz&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Leonor Baldaque, por A Religiosa Portuguesa&lt;br /&gt;2. Krystyna Janda, por Alga Doce&lt;br /&gt;3. Kim Hye-Ja, por Mother&lt;br /&gt;4. Giovanna Mezzogiorno, por Vencer&lt;br /&gt;5. Penelope Cruz, por Abraços Partidos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Melhor Roteiro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.  Mother&lt;br /&gt;2. A Família Wolberg&lt;br /&gt;3. O Dia da Transa&lt;br /&gt;4. Vício Frenético&lt;br /&gt;5. Ricky&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Melhor Ator Coadjuvante&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Gonçalo Ferreira de Almeida, por Morrer Como um Homem&lt;br /&gt;2. Bin Won, por Mother&lt;br /&gt;3. Ewan McGregor, por I Love You, Phillip Morris&lt;br /&gt;4. Michael Fassbender, por Fish Tank&lt;br /&gt;5. João Miguel, por Hotel Atlântico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Melhor Atriz Coadjuvante&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Sabine Azéma, por Ervas Daninhas&lt;br /&gt;2. Valérie Benguigui, por A Família Wolberg&lt;br /&gt;3. Alycia Delmore, por O Dia da Transa&lt;br /&gt;4. Alice Braga, por Cabeça a Prêmio&lt;br /&gt;5. Imelda Staunton, por Aconteceu em Woodstock&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os Piores Filmes (apenas os vistos por completo)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Eu Matei Minha Mãe, de Xavier Dolan&lt;br /&gt;2. Sedução, de Lone Scherfig&lt;br /&gt;3. O Amor Segundo B. Schianberg, de Beto Brant&lt;br /&gt;4. Insolação, de Felipe Hirsch e Daniella Thomas&lt;br /&gt;5. Samson and Delilah, de Warwick Thornton&lt;br /&gt;6. Os Famosos e os Duendes, de Esmir Filho&lt;br /&gt;7. Lymelife, de Derick Martini&lt;br /&gt;8. Aconteceu em Woodstock, de Ang Lee&lt;br /&gt;9. Perseguição, de Patrice Chéreau&lt;br /&gt;10. Selvagens, de Lawrence Gough&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-3752689510282292312?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/3752689510282292312/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=3752689510282292312&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/3752689510282292312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/3752689510282292312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/11/comentario-geral-e-melhores-da-mostra.html' title='Comentário Geral e Melhores da Mostra de SP'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-1204282108899518201</id><published>2009-11-12T17:36:00.003-02:00</published><updated>2009-11-12T17:43:41.690-02:00</updated><title type='text'>Mostra de SP - Dia 8</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CHLIOHE%7E1.001%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CHLIOHE%7E1.001%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CHLIOHE%7E1.001%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;    &lt;w:splitpgbreakandparamark/&gt;    &lt;w:dontvertaligncellwithsp/&gt;    &lt;w:dontbreakconstrainedforcedtables/&gt;    &lt;w:dontvertalignintxbx/&gt;    &lt;w:word11kerningpairs/&gt;    &lt;w:cachedcolbalance/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;   &lt;m:mathpr&gt;    &lt;m:mathfont val="Cambria Math"&gt;    &lt;m:brkbin val="before"&gt;    &lt;m:brkbinsub val="--"&gt;    &lt;m:smallfrac val="off"&gt;    &lt;m:dispdef/&gt;    &lt;m:lmargin val="0"&gt;    &lt;m:rmargin val="0"&gt;    &lt;m:defjc val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent val="1440"&gt;    &lt;m:intlim val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim val="undOvr"&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" defunhidewhenused="true" defsemihidden="true" defqformat="false" defpriority="99" latentstylecount="267"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="0" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Normal"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="heading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="35" qformat="true" name="caption"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="10" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" name="Default Paragraph Font"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="11" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtitle"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="22" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Strong"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="20" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="59" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Table Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Placeholder Text"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="No Spacing"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Revision"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="34" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="List Paragraph"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="29" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="30" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	font-size:10.0pt; 	mso-ansi-font-size:10.0pt; 	mso-bidi-font-size:10.0pt; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-hansi-font-family:Calibri;} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;36. A Oeste de Plutão, de Myriam Verreault e Henry Bernadet&lt;/span&gt; – O que Esmir Filho fez com um adolescente em “Os Famosos e os Duendes da Morte”, os canadenses estreantes Verreault e Bernadet fazem com uma dúzia deles neste filme menos metido a besta, mas igualmente desinteressante. Primeira parte do filme traz uma série de colagens de apresentações escolares dos adolescentes, que tinham como tarefa falar para seus colegas sobre qualquer tema que achassem interessante. É a forma encontrada pelos cineastas de apresentar seus personagens, onde vemos os jovens expressando suas opiniões e temores diante da vida, com o mais que obrigatório (e batido) não julgamento da câmera diante de falas ingênuas, engraçadas e tolas. Aos poucos, um enredo vai se formando, com uma típica loser dando uma festa em sua casa (aproveitando ausência dos pais) para agradar os colegas que a desprezam e, claro, nem tudo sai como deveria. A narrativa é frágil, há muitos personagens e as conexões entre eles não sustentam o filme, que é bem curtinho (95min) para toda sua pretensão. (&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nota 3/10)&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p face="arial" style="text-align: justify; font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p face="arial" style="text-align: justify; font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;37. Adam, de Max Mayer&lt;/span&gt; – Comédia romântica bobinha sobre homem com Síndrome de Asperger (espécie de autismo que dificulta seu relacionamento com outras pessoas) que conhece nova vizinha, que lhe ensinará sobre o amor. Mas, claro, ela também irá aprender um bocado (é o que nos diz a narração no início do filme). Baseando-se todo na construção deste relacionamento, de forma leve e bem-humorada, o filme carece de boas piadas e até mesmo consistência na “condição” do protagonista, que vez ou outra parece não corresponder aos sintomas de sua síndrome, de acordo com a conveniência do roteiro. A dupla protagonista até se esforça: Hugh Dancy, meio afetado e engraçado tentando demonstrar as peculiaridades do Asperger, e Rose Byrne um pouco diferente de sua personagem de “Damages”, mas claramente uma atriz limitada. Coadjuvantes nesse tipo de filme costumam roubar a cena, mas são bem fracos, com exceção de Peter Gallagher, que me fez notar como gosto dele. Enfim, trama boba e nem sempre bem conduzida que se salva pelo final, que foge do lugar comum. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nota 5/10)&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p face="arial" style="text-align: justify; font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p face="arial" style="text-align: justify; font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CHLIOHE%7E1.001%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CHLIOHE%7E1.001%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CHLIOHE%7E1.001%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;    &lt;w:splitpgbreakandparamark/&gt;    &lt;w:dontvertaligncellwithsp/&gt;    &lt;w:dontbreakconstrainedforcedtables/&gt;    &lt;w:dontvertalignintxbx/&gt;    &lt;w:word11kerningpairs/&gt;    &lt;w:cachedcolbalance/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;   &lt;m:mathpr&gt;    &lt;m:mathfont val="Cambria Math"&gt;    &lt;m:brkbin val="before"&gt;    &lt;m:brkbinsub val="--"&gt;    &lt;m:smallfrac val="off"&gt;    &lt;m:dispdef/&gt;    &lt;m:lmargin val="0"&gt;    &lt;m:rmargin val="0"&gt;    &lt;m:defjc val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent val="1440"&gt;    &lt;m:intlim val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim val="undOvr"&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" defunhidewhenused="true" defsemihidden="true" defqformat="false" defpriority="99" latentstylecount="267"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="0" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Normal"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="heading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="35" qformat="true" name="caption"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="10" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" name="Default Paragraph Font"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="11" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtitle"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="22" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Strong"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="20" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="59" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Table Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Placeholder Text"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="No Spacing"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Revision"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="34" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="List Paragraph"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="29" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="30" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	font-size:10.0pt; 	mso-ansi-font-size:10.0pt; 	mso-bidi-font-size:10.0pt; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-hansi-font-family:Calibri;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: arial;"&gt;38. Vencer, de Marco Belocchio&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt; – Aparentemente uma cinebio sobre Benito Mussolini, acabei surpreendido por se tratar de uma parte de sua vida que não consta da história oficial, protagonizada por Ida Dalser, mulher que Mussolini amou e com quem teve um filho, mas os renegou quando ascende ao poder. A primeira hora de “Vencer” é absolutamente espetacular, narrando esta história de amor com energia e força extraordinárias. Belocchio usa imagens de arquivo que se mesclam à sua narrativa, palavras impressas na tela e trilha sonora grandiosa dão um tom de ópera que realmente impressiona. Tudo tão vigoroso e estimulante como cinema, que acaba sendo um choque como a segunda parte surpreendentemente se transforma num determinado filme de gênero e, embora seja muito bom, já não tem a força vista anteriormente. A atriz Giovanna Mezzogiorno domina o filme do início ao fim e é uma pena que o mesmo não pode se aplicar a Filippo Timi, tão incrível e operístico inicialmente, como Mussolini. Ainda assim, um dos grandes filmes exibidos até aqui. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: arial;"&gt;(Nota 9/10)&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p face="arial" style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;39. O Que Resta do Tempo, de Elia Suleiman&lt;/span&gt; – Quem já conhece a obra-prima de Suleiman “Intervenção Divina” sabe que o cineasta faz um cinema político sobre os conflitos na Palestina de forma muito peculiar: carrega nos simbolismos e metáforas, de onde extrai humor irreverente, ácido e inteligente. Aqui, mais “comportado” que no filme anterior, Suleiman conta a história de sua própria família, com linha narrativa bem mais fácil de se acompanhar, narrando episódios cotidianos em momentos distintos da história do país. É um projeto de cinema lindo o de Suleiman, com câmera frontal e fixa, cortes secos e fazendo da forma um posicionamento ético e político diante de tema tão espinhoso. E ainda é engraçado. Vejam, por exemplo, como o diretor filma a falta de liberdade dos “árabes-israelenses”: um homem sai de casa para pegar o jornal; um tanque acompanha seu curto trajeto. É simples, silencioso, cheio de significado e hilário. Seu cinema é assim. No final, a beleza de um cineasta que observa a vida que segue, ao som de “Stayin´ Alive”. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nota 9/10)&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;40. Irene, de Alain Cavalier&lt;/span&gt; – Tudo é memória nesta bela (e dificílima de se acompanhar) homenagem de Cavalier à sua esposa Irene, que faleceu há mais de 30 anos. O cineasta descobre os diários dela e resolve filmá-lo, visitando os locais que fizeram parte de suas vidas. Todo em primeira pessoa (o filme é Cavalier com câmera digital na mão, sob a perspectiva desta câmera unicamente), “Irene” deve ter sido o recordista em fazer o público dormir. Vi várias pessoas cochilando na sessão em que estive. Não é pra menos, porque a voz melancólica e entediante do diretor é onipresente, filmando objetos e lugares que, é inegável, são carregados de significado emocional para ele. Cabe a cada um sentir empatia ou não pelo seu projeto, que tem momentos mais interessantes que outros. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nota 7/10)&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:arial;" &gt;41. O Dia da Transa, de Lynn Shelton &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;– Um dos mais novos subgêneros criados pela comédia americana atual, o “bromance” é levado ao extremo neste muito simpático filme, que traz uma história aparentemente absurda (que, embora faça parte da sinopse, não conto aqui porque vi sem saber e fui surpreendido). Uma das enormes qualidades do filme é fazer com que esta história se torne verossímil, graças a um texto afiado e na forma como a diretora consegue captar a verdade de seus personagens via aproximação que os tornam bem reais para o espectador. É um filme delicioso de se ver e ouvir, especialmente porque não apresenta aquele ranço que os independentes americanos possuem quando o assunto é sexo. Infelizmente, o clímax deixa a desejar, menos pela resolução em si (que cabe boa discussão, mas não antes do filme estrear), e mais pelo fato de se prolongar, mas não necessariamente aumentar a tensão. Ainda assim, um pequeno grande filme. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:arial;" &gt;(Nota 8,5/10)&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-1204282108899518201?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/1204282108899518201/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=1204282108899518201&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/1204282108899518201'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/1204282108899518201'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/11/mostra-de-sp-dia-8.html' title='Mostra de SP - Dia 8'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-1948281372963200496</id><published>2009-11-08T12:50:00.005-02:00</published><updated>2009-11-09T10:00:53.766-02:00</updated><title type='text'>Mostra de SP - Dia 7</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;No final da primeira semana de Mostra, acabei não vendo filme algum do evento. O motivo foi justo: ir, pela primeira vez, ao Parque Antartica, ver o Palmeiras jogar. E não poderia ter sido melhor, com goleada em cima do Goiás. Como fui cedo para o estádio, acabei ficando no shopping ao lado. A intenção era conhecer a sala IMAX, mas passando "This is It", foi o jeito apenas conhecer uma projeção em 3D:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;35. Up - Altas Aventuras, de Pete Docter&lt;/strong&gt; - De fato, foi um pouco decepcionante este novo produto da Pixar, que funciona no modo “aventura engraçadinha” boa parte do tempo, e se assemelha mais a algo feito pela Dreamworks ou Fox, do que as imaginativas histórias da Pixar. O ponto de partida é lindo, aquela casa cheia de balões flerta com o fantástico e até parece que vai resultar em subtextos e fantasia rica e complexa. Infelizmente não chega a tanto e é apenas um filme simpático. Ainda assim, tem uma abertura magnífica: a narração de toda a história de vida do protagonista deve ser a coisa mais linda de todas as animações da produtora. Já como produto 3D, o filme não utiliza muito os recursos e fiquei com a impressão que o trailer de “Tá Chovendo Hamburguer” tinha muito mais efeitos que todo o filme “Up”. O que é uma coisa boa, já que a nova mania 3D pode acabar com o que realmente interessa nos filmes (contar bem uma história) em prol do maravilhamento com novas tecnologias. E confesso que ver um filme com aquele óculos me incomodou bastante. &lt;strong&gt;(Nota 7/10)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-1948281372963200496?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/1948281372963200496/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=1948281372963200496&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/1948281372963200496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/1948281372963200496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/11/mostra-de-sp-dia-7.html' title='Mostra de SP - Dia 7'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-5510106013228306523</id><published>2009-11-08T12:24:00.002-02:00</published><updated>2009-11-08T12:42:20.230-02:00</updated><title type='text'>Mostra de SP - Dia 6</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;32. Os Dispensáveis, de Andreas Arnstedt&lt;/strong&gt; – Caí na besteira de seguir recomendação de gente que não conheço (isso que dá ficar entrando em comunidades de Orkut) e fui ver este. Foi minha primeira desistência da Mostra. Saí com uma hora de filme, quando vi que nada mais fazia sentido – incluindo minha presença ali no cinema. Criança tenta esconder o corpo do pai, que morreu em casa, pra não ser enviado a orfanato. A mãe é alcoólatra e está internada. É, a vida dele é um inferno. E como se já não bastasse o tempo atual, vemos também em flashback o que aconteceu um pouco antes. Não há um único momento verdadeiro e lógico em todos os relacionamentos vistos no filme, que só existem para chegarmos na ideia principal do filme. Cansado (apesar do primeiro filme do dia), resolvi cair fora. &lt;strong&gt;(sem avaliação)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;33. A Família Wolberg, de Axelle Ropert&lt;/strong&gt; – Grande surpresa da Mostra, enfim um filme com família em crise e que está longe dos cacoetes mais que batidos do gênero. Pessoal que lança filme em Sundance deveria ver esta pequena pérola da estreante Ropert. Tal como “Lymelife”, o filme se passa em pequena comunidade, foca em uma família onde marido e mulher já não se amam, há traição e como isso tudo afeta os filhos. A grande diferença aqui é o enfoque nos pequenos detalhes, nos pequenos gestos e nas situações corriqueiras. Nada muito dramático e forçado, as coisas evoluem com naturalidade impressionante. A fotografia é belíssima (ocupando toda a largura da tela, algo cada vez mais difícil de se ver em tempos de digital), o elenco é muito bom e o texto é de qualidade e sensibilidade típica dos franceses ("Te amo, mas você me faz sofrer"). Um discurso de pai para filha é o momento mais lacrimoso da Mostra até aqui. &lt;strong&gt;(Nota 9/10)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;34. Morrer Como um Homem, de João Pedro Rodrigues&lt;/strong&gt; – Cineasta que descobri recentemente, o português Rodrigues me fascinou com seus dois primeiros filmes, “O Fantasma” e “Odete”, obras difíceis de acompanhar tanto pela narrativa extremamente lenta, quanto pelos personagens, cujas jornadas se relacionam a obsessões que os levam até as últimas conseqüências na realização (e compreensão) de seus desejos. Este terceiro filme é mais “convencional” (no sentido de que há mais dinamismo na narrativa e na relação entre personagens), mas não menos forte, ao contar a história da travesti Tonia (nome em homenagem a Tonia Carrero) que se vê num momento difícil de sua vida: sentindo o peso da idade, os receios em fazer uma operação completa de mudança de sexo, e a própria rejeição de seu corpo aos implantes de silicone, ainda tem que conviver com um namorado mais jovem envolvido em drogas, seu filho que a odeia e rivalidades profissionais. Tudo isso é contado com os planos mais lindos do mundo e Rodrigues não tem medo de prolongá-los ao máximo, criando momentos de extrema cumplicidade entre espectador e personagens. Dos muitos grandes momentos, é até óbvio citar o plano estático, sob filtro vermelho, em que os personagens estão imóveis ao som de "Calvary", mas deve ser a coisa mais bela vista até aqui. E é mais ou menos neste momento do filme que também surge uma personagem absurdamente hilária, que tira da obra aquela coisa sisuda sentida nas obras anteriores de Rodrigues. É um filme triste, pesado, mas poético e extremamente carinhoso com sua protagonista. Dos maiores do ano. &lt;strong&gt;(Nota 9,5/10)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-5510106013228306523?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/5510106013228306523/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=5510106013228306523&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/5510106013228306523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/5510106013228306523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/11/mostra-de-sp-dia-6.html' title='Mostra de SP - Dia 6'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-2833721821645216306</id><published>2009-11-07T11:55:00.003-02:00</published><updated>2009-11-08T12:27:40.372-02:00</updated><title type='text'>Mostra de SP - Dia 5</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;26. Singularidades de Uma Rapariga Loura, de Manoel de Oliveira&lt;/strong&gt; – Cineasta mais velho em atividade (101 anos de idade), Oliveira impressiona pelo claro prazer e alegria que tem em filmar. É um autor que preciso conhecer mais: dele, só conhecia os belíssimos “Um Filme Falado” e “Sempre Bela”. “Singularidades...” não é tão forte quanto estes, e nem parece ser a intenção do diretor em fazer algo assim. Filma com economia (de gestos, de planos, de duração), com simplicidade e extremo cuidado na colocação da câmera e das coisas que capta. A trama é um conto moral, baseado em Eça de Queiroz. O moço se apaixona por rapariga loura que espia de sua janela. Pelas molduras que Oliveira cria, logo entende-se porquê. Apaixona-se a ponto de querer casar com ela. Passa por obstáculos pra conseguir isso e só depois descobrirá as tais singularidades da rapariga. É tudo muito simples, e a grande qualidade do filme é essa capacidade de extrair beleza de algo que parece ser tão pouco. A história de amor é contada em flashback, numa viagem de trem, do protagonista para uma desconhecida, e a gente sabe desde o início que é uma história que não deu certo. Como a história continua a partir daquela viagem de trem? O corte final parece áspero, mas é de uma perfeição, coerente demais com o tom da história contada. &lt;strong&gt;(Nota 8,5/10)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;27. Travessia, de João Batista de Andrade&lt;/strong&gt; – O diretor do já clássico “O Homem Que Virou Suco” traz um projeto simples, de provocação política, ao fazer uma série de entrevistas com pessoas que tiveram participação expressiva na ditadura militar. Depoimentos de intelectuais, artistas, sindicalistas, nomes do governo e até mesmo jovens que não viveram o período. Não há nada de novo, mas há um interesse político ao intercalar com entrevistas feitas com pessoas comuns que não tiveram participação ativa no processo e que, ou não se sentiram afetados pela ditadura, ou acreditam que naquela época “as coisas eram melhores”. A travessia de gerações encontra também vozes de jovens que não parecem conhecer o momento histórico ou tem opiniões simplistas sobre o período. O cineasta não condena, nem faz juízo de valor, mas ao terminar seu filme com uma opinião bem “controversa”, deixa o questionamento sobre a atuação política de nossa sociedade atual, que parece lamentar as coisas como estão, sem sequer pensar na sua história e se isentando na mediocridade de nossas vidas. A provocação é leve, mas surte algum efeito. &lt;strong&gt;(Nota 6,5/10)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;28. Tokyo!, de Michel Gondry, Leos Carax e Bong Joon-Ho&lt;/strong&gt; – Três histórias que se passam na capital japonesa, com uma única coisa em comum: são contos que flertam com o fantástico que, cada um a sua maneira, discutem aspectos da vida em sociedade. Achei o projeto bastante simpático e acabei gostando de todos, sendo que o mais bonito, de longe, é o de Joon-Ho, e o mais fraco é o do Gondry. Carax faz o mais curioso por não ter medo de se arriscar, de desagradar e até de incomodar. E é bem engraçado no seu formato “maluquete”. Gondry traz uma história bonitinha sobre mulher que não encontra seu lugar no mundo até o dia em que percebe que a felicidade vem da aceitação das coisas mais inusitadas. Joon-Ho, que já encantou nesta Mostra com “Mother”, traz uma bela história de amor num futuro em que as pessoas não suportam mais o contato com os outros. O que importa aqui são os silêncios e a delicadeza do diretor em planos precisos, de narrativa certeira. &lt;strong&gt;(Nota 7/10)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;29. Independência, de Raya Martin&lt;/strong&gt; – Com apenas 25 anos, o filipino Martin é o mais novo queridinho da crítica internacional, ao refletir em seus filmes a história política de seu país. Este novo filme lotou as sessões da Mostra e acredito que muitos tenham saído decepcionados. O diretor traz uma história minimalista ao extremo, em que mulher e filho fogem da Guerra (início do século XX) e se isolam numa floresta. Os planos são, em sua maioria, fixos e enquadram o mínimo de espaço possível. Filmado em preto e branco, a linguagem utilizada remonta aos primórdios do cinema (período que se passa a trama, inclusive), com direito até a cenários pintados. É esteticamente bonito, e o uso de som é fantástico, especialmente numa sequência com uma forte tempestade. Por algum motivo, senti uma frieza naquilo tudo que me distanciou do filme. Principalmente porque a floresta já foi um lugar mais fascinante em Naomi Kawase (A Floresta dos Lamentos) ou em Apichatpong Weerasethakul (Mal dos Trópicos). De qualquer forma, um projeto bem curioso e que me deu vontade de conhecer seus outros filmes. &lt;strong&gt;(Nota 7/10)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;30. Lymelife, de Derick Martini&lt;/strong&gt; – Mais um draminha independente americano sobre família se desintegrando. O que incomoda sempre é a falta de delicadeza e a existência de motivos altamente dramáticos para que os personagens se dêem mal ou que justifiquem seus atos. De positivo aqui, só mesmo os irmãos Culkin, Rory e Kieran, que me fizeram lamentar o pouco que os vejo no cinema. Grandes diretores poderiam arranjar trabalho pra eles, não? A trama envolve duas famílias que vivem numa comunidade atingida por um surto de doença de Lyme, causando paranóia em massa. O filho mais novo de uma família é amigo e apaixonado da filha única da outra família. Mas ele é um loser. Ela gosta de caras mais velhos e nem percebe como ele gosta dela. Já vimos isso antes, e nem incomodaria ver de novo, mas o filme segue os caminhos mais desinteressantes e fáceis, a ponto de sabermos exatamente os acontecimentos que vão encerrar o filme. Uma perda de tempo. &lt;strong&gt;(Nota 3/10)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;31. Eu Matei Minha Mãe, de Xavier Dolan&lt;/strong&gt; – Diretor estreante, de 20 anos de idade, fazendo filme sobre adolescente que odeia a mãe, onde ele mesmo protagoniza no roteiro que ele mesmo escreveu? Até poderia render algo bom, dependendo da carga pessoal que é impressa na obra. Mas se isso realmente aconteceu (eu não percebi), também é preciso ter talento atrás das câmeras. Filme canadense horroroso (selecionado para representar o país no Oscar de Filme Estrangeiro – é capaz até de ser indicado) em que Dolan é insuportável e histérico, resumindo-se a gritar e xingar a mãe a cada 20 minutos de projeção. A mãe, uma sonsa que nem se choca mais com o que ouve. A relação dos dois se resume às ofensas e a alguns carinhos que vem sempre quando o jovem quer algo da mãe. É uma sucessão de cenas tolas e irritantes, com verniz de filme de arte, porque tem o protagonista fazendo um vídeo, onde olha pra câmera e desabafa seus sentimentos sobre a mãe (porque não basta o que ele fala diretamente pra ela), frases supostamente poéticas impressas na tela, e relacionamento gay porque, claro, é um filme moderno. De qualquer forma, entra naquela lista de “pérolas” que a platéia parece cair de amores. Filme parece ter agradado por aqui. O que talvez seja até mais triste e terrível que o próprio filme. &lt;strong&gt;(Nota 0/10)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-2833721821645216306?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/2833721821645216306/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=2833721821645216306&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/2833721821645216306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/2833721821645216306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/11/mostra-de-sp-dia-5.html' title='Mostra de SP - Dia 5'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-4878194688345729182</id><published>2009-10-31T11:45:00.002-02:00</published><updated>2009-10-31T12:59:55.925-02:00</updated><title type='text'>Mostra de SP - Dia 4</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;22. Os Famosos e os Duendes da Morte, de Esmir Filho&lt;/strong&gt; - Vencedor do Festival do Rio, o primeiro longa-metragem de Esmir Filho (de quem eu conhecia o simpático curta Saliva) acompanha a rotina diária de um adolescente em pequena cidade alemã no Rio Grande do Sul, cujo contato com o mundo vem, essencialmente, da internet, através de seu blog, fotolog e conversas via msn. Alguns mistérios rondam sua vida, como a presença fantasma de um amor perdido (ou ainda a se alcançar?) e um homem que vaga pela noite e que seu melhor amigo parece odiar. Não à toa, já li alguns comentários que diziam que o filme se trata de um "Reygadas emo". Eu diria que é mais emo do que Reygadas (cineasta que filma infinitamente mais bonito que este Esmir), numa afetação sem fim que torna o filme mais longo do que já é (101min). O diretor parece mais interessado na forma do que realmente fazer um retrato sincero da adolescência, e os planos e texto, supostamente poéticos, são dolorosos de ver, de tão vazios. Filme vindo do Sul sobre adolescentes, melhor ficar com o belo Houve Uma Vez Dois Verões, do Jorge Furtado. &lt;strong&gt;(Nota 2/10)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;23. A Mulher do Lado, de François Truffaut &lt;/strong&gt;- Um dos mais queridos filmes de Truffaut, finalmente pude conferir esta pérola realizada em 1981, três anos antes do cineasta falecer. Filme passou na Mostra em seleção que homenageia a atriz Fanny Ardant. No filme, senhora narra história de homem que reencontra seu grande amor do passado, quando esta se muda com o marido para a casa ao lado. Ambos parecem ter superado o passado, são bem casados, com belos filhos (de mesmo nome). As consequências deste encontro serão trágicas e Truffaut filma o amor como a coisa mais poderosa do mundo, com personagens que estão dispostos a morrer (e matar) em seu nome. Há uma irracionalidade fascinante nos personagens, que vai crescendo na mesma proporção em que os sentimentos vão aflorando e também nossa compreensão (apenas sentida) do que deve ter sido a vida destes dois juntos. Belíssimo. &lt;strong&gt;(Nota 9/10)&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;24. Abraços Partidos, de Pedro Almodovar&lt;/strong&gt; - É bom ver um filme de um grande mestre quando só se ouve comentários de que se trata de uma obra menor dele. O prazer é ainda maior ao concluir que está longe de ser coisa pequena. Pois Almodovar conseguiu mais uma vez fazer melodrama engraçado, comovente e irônico, com trama aparentemente clichê (dentro do seu próprio cinema), mas que vai se desdobrando e se tornando uma linda homenagem ao cinema, que não ficaria deslocada de uma sessão dupla com Bastardos Inglórios. Algumas coisas são simples, mas encantadoras, a começar pelo fiapo de argumento irônico que surge no início: roteirista que quer fazer um filme em que filho abandonado pelo pai não guarda ressentimentos, e acaba recebendo na porta um jovem cineasta que quer fazer um filme para mostrar todo o seu desprezo pelo pai. Claro que há uma ligação entre os dois e a trama se desenvolve em flashback, com mais uma presença luminosa de Penelope Cruz, em história de amor louco e trágico, onde a arte é (mais uma vez, como em Fale com Ela) fundamental na vida das pessoas. O final é uma dessas maravilhas que te deixa entusiasmado e emocionado com um cineasta que não parece ter limites, conseguindo comentar sobre seu amor pelo fazer cinema de modo que tudo se encaixe, e com sequência hilária o suficiente para acreditarmos naquilo. &lt;strong&gt;(Nota 9/10)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;25. Os Sorrisos do Destino, de Fernando Lopes &lt;/strong&gt;- Meu primeiro contato com o cinema de Fernando Lopes, um dos mais veteranos cineastas portugueses (75 anos). Assim como Manoel de Oliveira, a impressão é que quanto mais velho, mais jovial são os filmes. Pois a trama deste envolve traição e infidelidade feminina. E, enquanto jovens cineastas do país como João Pedro Rodrigues e João Canijo talvez fossem fundo e causassem impacto com isso, Lopes faz uma comédia doce e agradável, com personagens se comportando de forma inusitada diante do que ocorre. Não soa como fantasia, mas como algo de alguém maduro o suficiente para encarar os acontecimentos numa postura ética e não moralista de se afirmar a vida e o prazer de se viver acima de todas as coisas. Lopes, que esteve presente na sessão, disse que o protagonista é seu alter-ego, e aproveita o filme para fazer comentários sarcásticos sobre novas tecnologias (homem avesso a eletrônicos descobre a traição da esposa através de SMS que ela recebe do amante). É bem simpático, embora nada especial. Infelizmente, a cópia estava horrível (dv-cam), o que resultou no momento mais constrangedor da Mostra: espectador perguntou a Lopes porque ele escolheu fazer seu filme com cores fracas e fotografia opaca. Diretor pareceu não entender ou fingiu que não entendeu a pergunta e apenas disse que foi seu primeiro filme em digital. Fora isso, debate com perguntas medíocres de sempre. &lt;strong&gt;(Nota 7/10)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-4878194688345729182?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/4878194688345729182/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=4878194688345729182&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/4878194688345729182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/4878194688345729182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/10/mostra-de-sp-dia-4.html' title='Mostra de SP - Dia 4'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-4973504405414770043</id><published>2009-10-28T16:13:00.003-02:00</published><updated>2009-10-29T11:44:55.102-02:00</updated><title type='text'>Mostra de SP - Dia 3</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17. Vício Frenético, de Werner Herzog&lt;/span&gt; - Era estranha a notícia de que um grande cineasta como Herzog ia refilmar uma obra recente de um outro grande nome como Abel Ferrara. Mas autores de verdade não fazem refilmagem. Fazem releituras. E, embora o filme de Ferrara continua sendo uma paulada sem igual, com Harvey Keitel dando uma das melhores atuações dos anos 90, o filme de Herzog tem seu brilhantismo, trazendo apenas algumas poucas semelhanças na estrutura do roteiro, mudando radicalmente na parte final. Uma visão do inferno bastante sedutora, Nicolas Cage está perfeitamente exagerado no papel do bad lieautenent que se afunda cada vez mais na sua dependência química, ao mesmo tempo que tenta levar um poderoso traficante para atrás das grades. Herzog nos coloca ao lado do protagonista em sua jornada. Tão ao lado, que quando ele vê iguanas em uma alucinação, em nenhum momento vemos o ponto de vista dos outros personagens. Envolvente, sujo e engraçado (o uso da autoridade de Cage para apreender droga de um casal é bem mais "contido" e hilário que a mesma desagradável sequência no filme de Ferrara), Herzog ainda arranja soluções maravilhosas para o ato final, fugindo como o diabo de qualquer tentativa moralizante da trama. Filme surpreendente. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nota 8,5/10)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;18. O Inferno de Clouzot, de Serge Bromberg e Ruxandra Medrea&lt;/span&gt; - Documentário curioso sobre projeto inacabado do cineasta francês Henri-Georges Clouzot. O filme "Inferno" foi rodado por 3 semanas em 1964, com a estrela Romy Schneider, e interrompido após diversos problemas envolvendo a obsessão do diretor em fazer seu filme mais ambicioso. Os diretores Bromberg e Medrea recuperam o material rodado, sem áudio, e realizam um trabalho primoroso de edição, ao narrar os fatos, exibir o filme e preencher as lacunas com atores em estúdio lendo o roteiro. Clouzot queria usar em seu filme efeitos avançados para a época, na intenção de revelar os conflitos psicológicos dos personagens, e o documentário é muito feliz na demonstração dos propósitos do diretor (embora fique a sensação de que o filme do Clouzot sairia bem ruinzinho com esses efeitos). Apesar dos elogios, senti que o filme se alonga demais, mas confesso que o cansaço da maratona bateu exatamente durante esta sessão. Quem sabe um dia revejo. (&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nota 7/10)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;19. Ervas Daninhas, de Alain Resnais&lt;/span&gt; - Gostaria muito de retornar a este filme o mais breve possível. Primeiro, porque a cópia exibida tinha as laterais cortadas e fiquei incomodado durante toda a projeção, já que para este que é um dos maiores cineastas da história, todos os cantos  da tela são relevantes. Segundo, porque é um filme que te deixa um tanto desnorteado, seguindo por caminhos inesperados, um humor desconcertante e, confesso, acabei ficando meio perdido (e tb o cansaço da sessão anterior ainda persistia). O que posso adiantar é o prazer enorme de Resnais em filmar encontros entre seres humanos peculiares, com diálogos e narração em off deliciosos, cujo passado se sente no presente, mas nunca é inteiramente revelado. Também não parece haver no cinema alguém que faça uso tão maravilhoso de cores, algo já muito sentido no anterior Medos Privados (que tentarei arranjar tempo aqui pra rever, 2 anos e meio em cartaz no HSBC Belas Artes). Filme leve, divertido, prazeroso e estranho. (plano final, uma graça). Para rever na projeção correta. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nota 9/10)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;20. Hotel Atlantico, de Suzana Amaral&lt;/span&gt; - Uma das sensações nacionais deste ano, um homem viaja sem rumo, vivendo inúmeras situações em encontros e acontecimentos inusitados. Filme interessante, mas não tão forte quanto imaginei. Ganha interesse quando há duas pessoas em tela (principalmente sequência no onibus, da pipoca e quando João Miguel entra em cena), e aí está o problema, já que boa parte se passa com o protagonista sozinho em sua jornada sem sentido. Isso por si só não seria algo ruim, e Lisandro Alonso já mostrou o cinema potente que pode sair daí (Los Muertos), mas pouco fica no caso deste filme de Amaral. Ao final da sessão, achei muito simpático da parte de João Miguel ter me pedido desculpas pela conversa durante o filme, quando o cumprimentei e parabenizei pelo trabalho: ele passou o tempo todo cochichando com o protagonista Júlio Andrade (coisa que nem me atrapalhou, na verdade). Longe de ser um filme ruim, só não é memorável. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nota 6/10)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;21. Aconteceu em Woodstock, de Ang Lee&lt;/span&gt; - Grandíssimo fracasso de Ang Lee, fiquei indignado por ter sido o único filme até agora que recebeu aplausos da plateia (sem contar as sessões com presença do diretor, obviamente). Eu diria que é tolerável na sua primeira hora, embora claramente dispensável com seu humor rasteiro e os estereótipos de sempre para representar essa época já muito explorada pelo cinema. A coisa vai piorando gradativamente, com o acúmulo de personagens superficiais que não se desenvolvem em momento algum. É um péssimo roteiro e as soluções visuais de Lee são as mais precárias possíveis: o estilo de montagem já utilizado em Hulk, usando imagens de arquivo, não ganha força em momento algum, e as viagens alucinógenas ficam ainda mais pobres quando se vê o filme no mesmo dia que Vício Frenético. Imelda Staunton é o único nome a despontar, arrancando gargalhadas da plateia sempre quando entra em cena. Se o filme não evaporar por completo das premiações de fim de ano, esperem por uma indicação pra Staunton. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nota 3/10)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-4973504405414770043?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/4973504405414770043/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=4973504405414770043&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/4973504405414770043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/4973504405414770043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/10/mostra-de-sp-dia-3.html' title='Mostra de SP - Dia 3'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-1270750347772182129</id><published>2009-10-27T00:36:00.004-02:00</published><updated>2009-10-28T00:56:04.242-02:00</updated><title type='text'>Mostra de SP - Dia 2</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. Vida em Bloco, de Alfredo Hueck e Carlos Caridad&lt;/span&gt; - Drama venezuelano tentando seguir os passos de Alejandro Iñárritu, ao narrar o cotidiano de personagens que vivem em blocos residenciais populares. São basicamente dois média-metragens bem bobinhos e ingênuos, defendendo a ideia de que o ser humano é bom e, por mais que se foda, há sempre esperança. O filme se sabota a todo momento: quando você acha que aquilo vai render algo legal, vem o desastre em forma de soluções pouco criativas e forçadas, tanto em linguagem estilística quanto de roteiro. Alguns bons atores (em especial na primeira história), mas facilmente esquecível.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; (Nota 3/10)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;11. Faça-Me Feliz, de Emmanuel Mouret&lt;/span&gt; - Agradabilíssima surpresa, mesmo sabendo que o Mouret é um cineasta de interesse. Aqui, ele faz seu "Um Convidado Bem Trapalhão" e arranca gargalhadas da plateia o tempo todo. Timing cômico impecável, Mouret é também ótimo ator, uma espécie de Woody Allen menos neurótico que, descaradamente, se rodeia de lindas mulheres durante todo o filme. Como diretor, filma com elegância e precisão, de modo que o excelente roteiro funcione em todas as surpresas e gags. Tipo de humor cada vez mais raro, é excelente pedida. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nota: 8,5/10)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;12. O Fantástico Sr. Raposo, de Wes Anderson&lt;/span&gt; - Não sou fã de animações (com exceção da Pixar, praticamente não vejo) e muito menos de Wes Anderson (embora ainda pretendo um dia rever seus filmes). Mas na falta do que fazer, fui conferir a primeira animação do cineasta, que traz uma família de raposas contra perigosos fazendeiros da região. A história é um tantinho só subversiva, porque na verdade os mocinhos roubam (patos, frangos e outras guloseimas) dos vilões que só querem punir os ladrões. O estilo de Anderson é visível nos enquadramentos, planos estáticos e uma ou outra sequência non-sense que cabe mais numa animação do que nos longas que dirigiu. De resto, mais uma história engraçadinha com animais falantes, sobre respeito às diferenças, superação e a união que faz a força. Eu não me empolgo. Mas fiquei curioso em saber como será a recepção das crianças. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nota 5/10)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;13. Sussurros ao Vento, de Sharahm Alidi&lt;/span&gt; - Interessante trama que se passa em região devastada pela guerra no Iraque, em que um senhor viaja pelas localidades gravando e transmitindo mensagens entre pessoas que, de outro modo, não teriam como se comunicar com seus familiares nas aldeias vizinhas. O filme começa muito bem, parece ter influência direta do cinema de Abbas Kiarostami, com longos silêncios e quase onipresença do vento, em belos e fortes planos, como aquele em que uma mensagem é escrita sobre a poeira de uma lona, para logo depois ser lavada pela chuva. Infelizmente, o filme vai perdendo sua força ao chamar demais a atenção para seus momentos mais dramáticos (Kiarostami nunca usaria câmera lenta, por exemplo), como se não acreditasse na potência de suas imagens. Filme de muita relevância política e social, mas que peca justamente por querer ser relevante demais. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nota 5/10)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;14. Mother, de Bong Joon-Ho&lt;/span&gt; - O cineasta Joon-Ho vem sedimentando seu nome no cinema internacional, mostrando talento indiscutível na arte da mise-en-scene e no domínio de uma narrativa quase clássica (no sentido americano do termo) do cinema de gênero, especialmente com Memórias de um Crime (filme policial) e O Hospedeiro (filme de monstro). Mother é mais um excelente acerto e desta vez transitando com extrema facilidade entre o melodrama, a comédia e o filme de investigação. A atriz principal está fantástica no papel-título, uma mãe especialíssima, daquelas que padecem no paraíso, cuja força dramática só se equipara ao Tudo Sobre Minha Mãe, do Almodovar. O roteiro é um primor, daqueles que faz questão de dar conta de todos os pequenos detalhes, que se encaixam no final. Gosto de tudo no filme, mas planos inicial e final elevam o filme a um patamar que nos joga pra fora do cinema admirando ainda mais o que viu. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nota: 9/10)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;15. A Mente Que Mente, de Sean McGinly&lt;/span&gt; - Mais um filme que vi apenas pra matar o tempo e nem foi ruim. Mas também não é algo pra se ver numa Mostra como esta: ou espere pelo circuito comercial, ou veja em casa mesmo. É a história de um mágico (ou mentalista, como prefere ser chamado) que já teve seu momento de glória (61 apresentações no Tonight Show do Jimmy Carson) e ainda vive disso quando só lhe resta apresentações em pequenas cidades para plateias cada vez menores. Acompanhamos pela ótica de seu assistente pessoal (Colin Hanks), jovem que desistiu da Faculdade de Direito porque se sentia infeliz e ainda não sabe seu lugar no mundo. É um filme meio bobo, mas que diverte graças a John Malkovich no papel do mentalista, pessoa sem um mínimo de noção de como faz papel de ridículo e que já não interessa a ninguém. Há algo de doce e triste na história, que comenta com certo respeito sobre o esquecimento de artistas que são esquecidos com o tempo (o filme é baseado em história real). Por outro lado, é totalmente desinteressante a busca de sentido do outro protagonista, que vive constantes conflitos com seu pai (da vida real também, Tom Hanks, produtor do filme), que investiu e deseja mais que tudo que o filho se torne advogado. Odeio dizer que um filme cumpre sua função, mas na ocasião em que vi, foi isso mesmo que aconteceu. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nota 5,5/10)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;16. Sedução, de Lone Scherfig&lt;/span&gt; - Sensação do último Festival de Sundance, Sedução é o atual queridinho da crítica americana, já construindo uma provável carreira bem sucedida de prêmios no final do ano. E, apesar de todo ano vermos esse tipo de coisa mesmo que os filmes não sejam grande coisa, sempre fico surpreso com a recepção a certas obras, infelizes em tudo. Sedução é um desses filmes, passando-se nos anos 60, sobre adolescente erudita que conhecerá homem mais velho que a mostrará um mundo mais fascinante do que os estudos podem lhe proporcionar. O roteiro é de um esquematismo que desde o início já mostra a mediocridade do projeto, com uma série de cenas que não deixa dúvidas sobre quem é quem e qual o papel de cada um nesta história: a menina inteligente e culta, colegas que não a acompanham na sabedoria, um pai severo e exigente (mas engraçado em sua autoridade - Alfred Molina em atuação provavelmente indicada a prêmios de Coadjuvante), uma mãe um tanto apagada, o tal homem mais velho (o mocinho) que travará diálogos "ixpertos" com a mocinha (e daí que vem o encanto), a moça burra (loira, obviamente) que namora o amigo intelectual do mocinho, etc. Tudo isso, na verdade, estabelece a linha reta que a protagonista seguirá no filme para o seu aprendizado. Carey Mulligan é a nova queridinha de Hollywood e alguns dirão que ela está adorável no filme. Para mim, a personagem é de uma estupidez absurda, comentando animadamente sobre cada obra de arte que vê pelos cantos e soltando frases em francês a todo momento, mas uma tola em todo o resto. Claro, podemos defender a imaturidade dela (uma adolescente, afinal de contas), mas o filme ao final deixa clara suas intenções, numa resolução incrivelmente careta e retrógrada, em especial após toda a ousadia em trazer uma trama em que menina de 16 anos tem um romance com homem de 30 e poucos. É um filme óbvio, irritante na sua mediocridade e covarde na sua resolução. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nota 1/10)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-1270750347772182129?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/1270750347772182129/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=1270750347772182129&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/1270750347772182129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/1270750347772182129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/10/mostra-de-sp-dia-2.html' title='Mostra de SP - Dia 2'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-8674671027722073885</id><published>2009-10-25T11:12:00.002-02:00</published><updated>2009-10-25T12:11:22.015-02:00</updated><title type='text'>Mostra de SP - Dia 1</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O primeiro dia de Mostra foi marcado por seis filmes: nenhuma bomba e uma sequência de quatro filmes curiosos e instigantes. Lástima do dia foi ter perdido o "Nova York, Eu Te Amo", simplesmente porque achei que merecia almoçar decentemente e com calma. Ontem vi um senhor reclamando que não tinha almoçado, e outro respondeu que isso durante a Mostra era um luxo. Concordo e que isso não se repita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;4. A Cozinha de Stella, de Dilip Mehta&lt;/span&gt; - Co-produção entre Canadá e Índia, comédia com momentos tão simpáticos quanto medíocres. A grande atração é a personagem que dá nome ao filme, cozinheira do Alto Comissariado Canadense em Nova Delhi, na Índia, e trambiqueira nas horas vagas, que rouba de seus patrões das formas mais inusitadas, cara-de-pau e divertidas. A atriz tem carisma enorme. O problema é todo o resto, uma história boba envolvendo conflitos de gênero entre o casal de patrões (ela, uma diplomata; ele, um chef desempregado), uma babá de bom coração e a tal cozinha da Stella, onde ela dará aulas de culinária ao patrão. Para fragmentar ainda mais a narrativa, um outro acontecimento na parte final do filme tentando juntar as partes. Bem comunzinho, com trilha sonora irritante nos momentos dramáticos, diverte quando a protagonista está em cena, mas é só. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nota 4/10)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;5. Ricky, de François Ozon&lt;/span&gt; - Primeira surpresa da Mostra, o novo filme de Ozon deve ser visto com o mínimo de informações possíveis. Basta dizer que o personagem-título é presença forte desde sua ausência, ainda no prólogo, numa crônica familiar com desdobramentos incríveis, inclusive na própria função do prólogo e uso da trilha sonora. É um filme incrivelmente leve e divertido, aliando seja lá o que for que ele tem pra aliar, de forma segura e corajosa. Não é uma obra-prima, mas encanta muito pelo que Ozon faz com o gênero, especialmente porque as reviravoltas que ocorrem não diminuem a força do que era visto até então. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nota 8/10)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;6. A Ressurreição de Adam, de Paul Schrader&lt;/span&gt; - Há filmes que dependem da aceitação do espectador às coisas que acontecem em tela, seja a lógica interna que a narrativa propõe para si, seja os comportamentos e escolhas incomuns dos personagens diante das situações em que se encontram. O filme de Schrader é um deles. Mais conhecido por seus roteiros (Taxi Driver e Touro Indomável, por ex.) do que por seu trabalho como cineasta (cujo mais famoso é Gigolô Americano, mas há também os bem interessantes Affliction e Auto-Focus), Schrader traz a história de Adam Stein (Jeff Goldblum), um entertainer judeu que divertia plateias de Berlim durante a II Guerra. Anos depois, encontra-se em um hospital psiquiátrico e sua história é contada, alternando-se com flashbacks de como viveu e sobreviveu ao Holocausto. Embora de estrutura simples e convencional (com direito a fotografia p&amp;amp;b para os flashbacks), o filme incomoda pela bizarrice dos fatos - ou, ao menos, o que entendemos como bizarro e inverossímil na relação entre personagens em uma trama supostamente realista. Para não estragar a experiência de quem vai ver, basta dizer que é uma forma curiosa e interessante de narrar a "ressurreição" de um judeu pós-holocausto, através de metáfora tão agressiva e até mesmo desagradável. Deve ser o melhor papel de Goldblum desde A Mosca e o filme peca um pouco pelo pieguismo final e por uma edição que não traz muito dinamismo à obra. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nota 7/10)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;7. Alga Doce, de Andrzej Wajda&lt;/span&gt; - Metalinguagem tem sido cada vez mais frequente no cinema e nem mesmo veteranos como o polonês Wajda escapam do uso quase abusivo do tipo que até mesmo interrompe o que se está vendo na tela para nos fazer lembrar da ficção. A grande diferença é que em Alga Doce, é forma essencial e apaixonada para o propósito do filme: ser dedicado ao diretor de fotografia Edward Klosinski, colaborador habitual do cineasta e marido da atriz Krystyna Janda, protagonista do filme. Alga Doce é uma obra a ser adaptada, sobre mulher de meia-idade ainda abalada pela perda dos filhos anos atrás, e que desconhece ter uma doença terminal, não revelada pelo seu marido. É neste contexto que ela começa a se aproximar de um jovem da região em que moram. Durante a produção deste filme, o marido de Janda morre prematuramente de câncer, e acompanhamos a realização da obra intercalada com um monólogo da atriz, que narra fatos e sentimentos sobre a perda. É um filme que bate forte, pela densidade e sinceridade com que aborda o tema, ao mesmo tempo que sua narrativa flui de forma muito orgânica. Em determinado momento, um personagem diz odiar descrições em livros e que tudo pode ser compreendido através de diálogos. Não sei se Wajda concorda com isso, mas fato é que as cenas em que Janda, excepcional, dialoga com a tela, são intensas e expressa toda a dor de um momento como este. É um filme emocionalmente forte e muito sensível na forma como vira homenagem sem se deixar perder no processo. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nota 8,5/10)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;8. A Fita Branca, de Michael Haneke&lt;/span&gt; - A Palma de Ouro em Cannes, talvez o mais belo dos filmes de Haneke, é também o mais problemático. A beleza vem de sua composição extremamente cuidadosa: a belíssima fotografia em p&amp;amp;b permite ao cineasta compor os mais belos enquadramentos e jogos de luzes. Sua narrativa, como não poderia deixar de ser, é conduzida à mão de ferro, e os 145min. de projeção passam voando. O problema está no argumento: uma aldeia alemã às vésperas da I Guerra e como a maldade é transmitida de uma geração à outra. Para o diretor, parece não haver fé no ser humano e o filme é pessimista até a medula. Ecos de Dogville são percebidos a todo momento. E faz todo o sentido, diante do contexto do filme, quando as bases para o nazismo estão sendo instalados. Mas incomoda como o filme quer parecer o tratado definitivo sobre o período, sisudo e solene até não mais poder. É obra que instiga, pra se ver e discutir novamente. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nota 7/10)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;9. 35 Doses de Rum, de Claire Denis&lt;/span&gt; - Talvez o máximo que a cineasta Denis pode chegar do que a gente pode chamar de filme convencional, um drama belo e lento sobre pessoas presas a uma rotina triste, onde só o trem se movimenta (pelos mesmos lugares). A base é um pai e uma filha, muito afeitos e cada um a razão de existir do outro. Supostamente, seria a refilmagem de "Pai e Filha" de Ozu, e os personagens até comem arroz juntos (além da presença do trem, claro). Há os coadjuvantes que transitam em torno destes protagonistas e acompanhamos um pouco da rotina de cada um. A segunda parte do filme é bem melhor, quando todos começam a se movimentar e algumas revelações são feitas, mas talvez só funcione graças ao desenvolvimento calmo e tranquilo feito na primeira parte. Filme bonito inclusive na justificativa do título, embora meio óbvio e fácil demais para os padrões da cineasta. Mas não dá pra criticar a diretora por se tornar acessível. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nota 7,5/10)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-8674671027722073885?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/8674671027722073885/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=8674671027722073885&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/8674671027722073885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/8674671027722073885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/10/mostra-de-sp-dia-1.html' title='Mostra de SP - Dia 1'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-226437340649425173</id><published>2009-10-23T11:40:00.004-02:00</published><updated>2009-10-25T11:12:31.512-02:00</updated><title type='text'>Véspera da Mostra de SP</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Mostra começou um dia mais cedo pra mim, porque acabei pegando, de última hora, uma cabine pra imprensa. Foi a primeira vez que entrei numa sala de cinema sem saber a que assistiria, e dei de cara com um filme indiano que tive que pesquisar no site da mostra depois, pra saber o título (que me escapou nos coloridos créditos iniciais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, os obrigatórios filmes do circuito comercial. Era pra ter visto Chaser, filme coreano elogiado por muitos. Mas fiquei só com os dois que mais estava ansioso em ver e aproveitar o resto da noite pra fechar a programação da Mostra. Seguem os primeiros comentários:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1. Oye, Lucky! Lucky Oye!, de Dibakar Banerjee&lt;/span&gt; - Não sou familiarizado com o cinema de Bollywood, mas desde os créditos iniciais, passando por um Intermission no meio do filme, ao uso da trilha sonora, senti que estava vendo algo que fazia parte de um gênero (ou estilo) muito peculiar de cinema, que ia além da autoria. Baseado numa história real, a gente já viu isso antes: rapaz de periferia se aperfeiçoa na arte de roubar e se torna um dos homens mais procurados da Índia. A leveza dá o tom de comédia do filme, com o protagonista bom de lábia passando a perna nas pessoas que assalta, vez ou outra lembrando as peripécias de DiCaprio em Prenda-me Se For Capaz. O ator principal, Abhay Deo, tem cara de astro, é carismático e não duvido que pode, a qualquer momento, ser importado pelos americanos.  De resto, os romances, as briguinhas entre amigos e traições beiram a ingenuidade, em um roteiro que não se sustenta, talvez por falta de conflito maior (tudo se resolve fácil demais). É visualmente interessante e esquisito, cheio de cores e montagem cafona, a música empolga (todas composições do diretor Banerjee), mas fica aquela sensação de narrativa frágil que não consegue acompanhar a estética. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nota: 4/10)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2. Distrito 9, de Neill Blomkamp&lt;/span&gt; - Uma pena que a segunda parte do filme não seja tão empolgante quanto a primeira. Ainda assim, ficção científica surpreendente pela capacidade de fazer crítica social sem comprometer a diversão. O estilo documentário pra esse tipo de coisa tá ficando batido, mas o uso com trama tão original deu um ar inusitado ao filme, graças também a impecável trabalho de edição (alô, Oscar!). A ideia de extraterrestres amontoados em favelas, subjugados por população africana é tão boa, o protagonista é tão ignorante na sua maldade (grande sequência dos "abortos"), que é quase um desastre quando o filme muda o tom para A Mosca e, no final, Transformers. Mas o modo de filmar ETs nojentos, sangue, pus e humanos explodindo é tão desavergonhado que faz deste "quase" o Tropas Estelares dos anos 2000. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nota: 7/10)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3. Bastardos Inglórios, de Quentin Tarantino&lt;/span&gt; - Muita gente tem associado a frase de Brad Pitt no filme ("acho que fiz minha obra-prima") ao próprio Tarantino. Não poderia discordar mais. Afinal, o homem já tinha feito, no mínimo, outras quatro obras-primas (Pulp Fiction, Jackie Brown, Kill Bill 1 e 2). Bastardos é "só" a mais nova - e, parafraseando Mia Wallace, fazer comparações de qual é a maior seria um mero exercício de futilidade. No caso deste, talvez o mais chama a atenção é que os diálogos nunca foram tão essenciais à narrativa. E olha que diálogos é uma das marcas mais peculiares do cineasta. Só que em Bastardos a função é de criar tensão absurda, e a sequência inicial e a que se passa na taverna são os exemplos máximos disso. Claro que não ficam apenas na palavra, porque Tarantino também filme como poucos, seja um homem simplesmente bebendo um copo de leite (que bem mais à frente no filme se transformará em novo diálogo causador de taquicardia na plateia), ou a capacidade ímpar do cineasta em fazer de suas atrizes as mulheres mais lindas do mundo. As duas sequências citadas mais a espetacular sequência final no cinema já fariam de Bastardos Inglórios o filme do ano, mas há muito mais, planos e cortes magníficos durante todo o filme, atores maravilhosos (o que é esse Christoph Waltz, pelamordedeus?) e um talento único de esticar sequências ao máximo, sem parecer desnecessário. A coisa mais incrível em Tarantino sempre foi usar seu imenso amor  (e conhecimento) pelo cinema de forma que não pareça simples homenagem, reprocessando aquilo que lhe é caro em material novo, totalmente autoral. Mais: sua paixão contamina a plateia, que se vê em plena catarse em seus filmes. Em Bastardos, cinema é o combustível principal (literalmente também): salva, vira opção de vida e até reconstrói a história. A fé nesse poder do cinema só poderia vir de um apaixonado. E só os apaixonados se empolgam tanto. Há muito mais a se escrever sobre o filme e já penso seriamente em sacrificar alguma coisa da Mostra para revê-lo. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nota: 10/10)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-226437340649425173?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/226437340649425173/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=226437340649425173&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/226437340649425173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/226437340649425173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/10/vespera-da-mostra-de-sp.html' title='Véspera da Mostra de SP'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-921462850812483505</id><published>2009-10-21T13:10:00.003-02:00</published><updated>2009-10-21T13:29:43.993-02:00</updated><title type='text'>Filmes vistos em Outubro (Antecipado)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Embarco daqui a pouco pra São Paulo e, a partir de amanhã, a maratona cinematográfica começa, com filmes do circuito e, claro, a Mostra Internacional de Cinema de SP a partir de sexta-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a intenção é comentar todos os filmes vistos por lá, antecipo a listinha do que foi visto até agora no mês de Outubro. Se tudo der certo, próxima postagem (e com mais frequência, mesmo tendo que ir em lan house) já será da capitar paulista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia desses postei no twitter que estava descobrindo, tardiamente, que o melhor cinema do mundo era de Portugal. Exagero, talvez, mas o fato é que dos 17 filmes vistos, os melhores vieram de lá. Espero ver mais pérolas na Mostra (pelo menos quatro já estão agendados):&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;As obras-primas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Aquele Querido Mês de Agosto, de Miguel Gomes (2008)&lt;br /&gt;2. Recordações da Casa Amarela, de João César Monteiro (1989)&lt;br /&gt;3. Odete, de João Pedro Rodrigues (2005)&lt;br /&gt;4. Noite Escura, de João Canijo (2004)&lt;br /&gt;5. O Desprezo, de Jean Luc Godard (1963)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os grandes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Horas de Verão, de Olivier Assayas (2008)&lt;br /&gt;7. O Fantasma, de João Pedro Rodrigues (2000)&lt;br /&gt;8. Simonal - Ninguém Sabe o Duro Que Dei (2009)&lt;br /&gt;9. Stroszek, de Werner Herzog (1977)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os legais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. Um Beijo, Por Favor, de Emmanuel Mouret (2007)&lt;br /&gt;11. Desejo e Perigo, de Ang Lee (2007)&lt;br /&gt;12. Old Boy, de Chan-Wook Park (2003)&lt;br /&gt;13. Marcas da Vida, de Andrea Arnold (2006)&lt;br /&gt;14. A Teta Assustada, de Claudia Llosa (2009)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os medíocres&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15. Loki: Arnaldo Batista, de Paulo Henrique Fontenelle (2008)&lt;br /&gt;16. Apenas o Fim, de Matheus Souza (2008)&lt;br /&gt;17. Contra a Parede, de Fatih Akin (2004)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-921462850812483505?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/921462850812483505/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=921462850812483505&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/921462850812483505'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/921462850812483505'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/10/filmes-vistos-em-outubro-antecipado.html' title='Filmes vistos em Outubro (Antecipado)'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-8800177093400723540</id><published>2009-10-19T02:28:00.003-02:00</published><updated>2009-10-19T02:55:07.830-02:00</updated><title type='text'>Filmes da Mostra de SP</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A 33ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo tem início no próximo dia 23 e, como no ano anterior, tentarei comentar todos os filmes que verei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lista dos filmes confirmados você encontra &lt;a href="http://www.mostra.org/32/exib_destaque.php?destaqueId=204&amp;amp;language=pt"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já fiz uma relação de mais ou menos 60 filmes que quero ver (quantidade que vi ano passado), mas sempre ocorrem imprevistos. Isso sem falar nas obras desconhecidas que se revelam surpresas que o boca-a-boca nos obriga a conferir. Mas, se alguém que lê este blog está a procura de dicas, minhas 20 prioridades são essas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;As 15 Prioridades Internacionais&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(mais ou menos em ordem de preferência)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Shirin, de Abbas Kiarostami&lt;br /&gt;2. Abraços Partidos, de Pedro Almodovar&lt;br /&gt;3. Ervas Daninhas, de Alain Resnais&lt;br /&gt;4. Morrer Como um Homem, de Joao Pedro Rodrigues&lt;br /&gt;5. Mother, de Bong Joon-Ho&lt;br /&gt;6. I Love You, Phillip Morris, de Glenn Ficarra e John Requa&lt;br /&gt;7. O Tempo Que Resta, de Elia Suleiman&lt;br /&gt;8. Independencia, de Raya Martin&lt;br /&gt;9. A Fita Branca, de Michael Haneke&lt;br /&gt;10. Singularidades de uma Rapariga Loura, de Manoel de Oliveira&lt;br /&gt;11. Sedução (An Education), de Lone Scherfig&lt;br /&gt;12. O Dia da Transa (Humpday), de Lynn Shelton&lt;br /&gt;13. Vincere, de Marco Bellocchio&lt;br /&gt;14. 35 Doses de Rum, de Claire Denis&lt;br /&gt;15. Police, Adjective, de Corneliu Porumboiu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;As 5 Prioridades Nacionais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo, de Marcelo Gomes e Karim Ainouz&lt;br /&gt;2. Cabeça a Premio, de Marco Ricca&lt;br /&gt;3. Hotel Atlantico, de Suzana Amaral&lt;br /&gt;4. O Sol do Meio-Dia, de Eliane Caffé&lt;br /&gt;5. O Amor Segundo B. Schianberg, de Beto Brant&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-8800177093400723540?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/8800177093400723540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=8800177093400723540&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/8800177093400723540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/8800177093400723540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/10/filmes-da-mostra-de-sp.html' title='Filmes da Mostra de SP'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-2417274419505432977</id><published>2009-10-12T11:24:00.005-02:00</published><updated>2009-10-12T22:26:56.462-02:00</updated><title type='text'>Mostra Cinema Conquista - Ano 5</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/StPFGvQy_fI/AAAAAAAABKI/j8uVqbsAAnY/s1600-h/Cartaz+Mostra+2009.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 185px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/StPFGvQy_fI/AAAAAAAABKI/j8uVqbsAAnY/s400/Cartaz+Mostra+2009.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391869898449419762" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;É admirável que tenhamos aqui em Vitória da Conquista uma Mostra de cinema que permite a população ver alguns dos grandes filmes do ano, que normalmente ficam restritos ao circuito "de arte" de apenas algumas capitais do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Mostra Cinema Conquista teve sua quinta edição na semana passada, com exibição de aclamados longas nacionais e internacionais, produções lançadas recentemente em dvd exibidos em praça pública, diversos curtas-metragens nacionais (muitos premiados em festivais ao redor do mundo) e oficinas e seminários sobre a produção audiovisual. Minha participação se limita às sessões dos longas, que pela primeira vez chegaram aqui com projeção digital, da RAIN. Por um lado, imagem e som superiores ao que estávamos acostumados (projetores aqui nunca foram boa coisa). Por outro, a RAIN corta as laterais das produções em 35mm, exibindo-os em formatos errados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De modo geral, só posso louvar a iniciativa do projeto e agradecer pela oportunidade de ver certos filmes. Quanto à organização do evento e participação da população, é uma verdadeira lástima: as pessoas não prestigiam, as que estão lá são desrespeitosas, o espaço vira um circo, mais um evento onde o que interessa é aparecer, ser &lt;span style="font-style: italic;"&gt;in&lt;/span&gt;. Houve sessões em que havia mais gente no saguão do Centro de Cultura do que dentro da sala de cinema. Ver o filme é só um detalhe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que não é o caso de todos que estão lá, mas é o que acontece quando a organização tem a "brilhante" ideia de encerrar as exibições dos filmes com shows de rock. O cinema é só uma parte do grandioso evento. Prova disso é o descaso com o próprio ato de ver um filme: do absurdo de ter fotógrafos profissionais tirando fotos COM FLASHES durante as sessões, à irritante e desnecessária narração das sinopses dos filmes antes do início das projeções. O cúmulo foi eu ter sido impedido de entrar na sala por um indivíduo, até que ele se certificasse que era permitido entrar com garrafa de água na mão (sim, tirar fotos durante o filme pode; comer e beber, não).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas chega de reclamações. Fiquei de elaborar um e-mail desaforado e direcionar a quem é de direito. O espaço aqui é para falar sobre os filmes vistos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Simonal - Ninguém Sabe o Duro Que Dei, de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:+0;" &gt;Cláudio Manoel, Micael Langer e Calvito Leal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/StPFuxarnJI/AAAAAAAABLI/r0qbKp4R8J0/s1600-h/simonal.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 247px; height: 166px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/StPFuxarnJI/AAAAAAAABLI/r0qbKp4R8J0/s400/simonal.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391870586222517394" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Assim como "O Equilibrista", "Simonal" se beneficia de ter em mãos uma história incrível, que precisava ser contada. Mas assim como o documentário americano vencedor do Oscar, este não é seu único mérito. Porque não basta uma história dessas: é preciso saber contá-la, que eventos narrar, quem deve contá-la, em que ordem, etc. Em todos estes aspectos, o filme é muito feliz. A começar pelos efeitos videográficos, que dão uma boa dinâmica às, já muito boas, entrevistas (de Chico Anysio, Nelson Motta, Ziraldo, etc) que se alternam com as sempre necessárias (para corroborar o que se diz) imagens de arquivo. É fácil acusar o filme de apenas fazer uma defesa apaixonada do seu "documentado", mas o arquivo é irresistível (porque Simonal era realmente grandioso) e sua segunda parte, com a decadência do cantor, mostra a que veio: resgatar uma história que se perdeu por uma série de motivos que foram se avolumando, que transformaram Simonal em um monstro a ser esquecido. Um dos momentos que torna o documentário especial é aquele em que um dos entrevistados faz brincadeira com a história do contador que Simonal supostamente teria mandado torturar ("Vai que ele mereceu, né?" seguido de risadas que banalizam o caso). O corte nos leva diretamente ao tal contador, que dará sua versão da história. Sem esse depoimento, o filme correria o risco de ser simplista. Felizmente não é, e é de se parabenizar à equipe pela seleção de entrevistados, há um bom número de falas e opiniões que só engrandecem a discussão sobre o que aconteceu, sem se preocupar em correr atrás dos fatos, demonizar ou glorificar o Simonal. Belo, apaixonado e divertido filme.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;Horas de Verão, de Olivier Assayas&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/StPFuS8-eTI/AAAAAAAABLA/8Bry7o-Fyfk/s1600-h/horas_de_verao_2008_nota.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 246px; height: 166px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/StPFuS8-eTI/AAAAAAAABLA/8Bry7o-Fyfk/s400/horas_de_verao_2008_nota.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391870578044860722" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Visto pela primeira vez na Mostra de SP do ano passado. Na ocasião, fiz um breve comentário &lt;a href="http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2008/10/so-paulo-dia-7.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;, dizendo isso:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-style: italic;"&gt;"O filme abre com crianças brincando numa enorme casa de campo, para logo vermos que se trata de uma comemoração do aniversário de 75 anos de uma senhora, viúva, com três filhos e dona da obra de um grande pintor falecido, parente de seu marido. Muito belo, o francês "Horas de Verão" vai trabalhar sempre neste trânsito entre o novo e o velho, após a senhora morrer e seus filhos começarem fazer a repartição dos bens. Dois deles moram muito longe (a filha, nos EUA; um dos filhos, na China), então é inviável manter todas as obras de artes e a casa de campo que sempre pertenceu a família, para tristeza do filho mais velho, economista que mora em Paris e para quem sua mãe pede, logo no início do filme, para que a família mantenha todos estes pertences. A câmera de Assayas é de uma elegância incrível, planos que dão a idéia de movimento que se instaura na narrativa. O filme é sobre a preservação da memória, sobre a transmissão de valores, mas é também sobre mudança, transformação, e o grande mérito de Assayas é não se apegar a um pessimismo que não aceita a renovação, o novo. É um filme "pra cima", os conflitos não alcançam um nível neurótico de uma possível disfunção e crise da família, com um final que retoma o início, na idéia de que as coisas mudam, não importam se para pior ou melhor. Não é intenção de Assayas discutir isso. Ainda bem. "&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme continua tão bom quanto da primeira vez. Me chama a atenção uma linda sequência já no fim com as adolescentes dançando. Em outro filme (me lembro agora de As Invasões Bárbaras), aquela casa sendo invadida por adolescentes seria motivo de tristeza, pessimismo, lamentação. Mas Assayas brinda à vida, há alegria e renovação naquela festa. É preciso ter contato físico, fazer dos objetos lembranças ligadas a uma experiência concreta, com o corpo. É assim que se transmite a memória. E não com a apreciação em um museu. "Horas de Verão" não foi muito apreciado pela plateia: vi várias pessoas abandonando a sessão e outras, ao final, dizendo como era chato e/ou lento. Parece que falta paciência em acompanhar histórias sem coisas extraordinárias acontecendo. Viva Syd Field!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Apenas o Fim, de Matheus Souza&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/StPFt1TrQZI/AAAAAAAABK4/JB_B4EdCTuY/s1600-h/apenas-o-fim.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 247px; height: 166px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/StPFt1TrQZI/AAAAAAAABK4/JB_B4EdCTuY/s400/apenas-o-fim.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391870570087006610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A referência óbvia aqui são os filmes de Richard Linklater, Antes do Amanhecer e Antes do Pôr-do-Sol. Afinal, são dois jovens discutindo o relacionamento durante toda a projeção (e a parte em preto&amp;amp;branco, na cama, lembra os personagens de Ethan Hawke e Julie Delpy em Waking Life, também na cama). O problema é que Souza não deve ter entendido que o grande mérito dos filmes de Linklater é que o que cria identificação com o público é a construção cuidadosa de um relacionamento amoroso, e não apenas os diálogos espertinhos. Isso se faz com bons personagens, mas também com sensibilidade e, acho, maturidade - tanto de vida quanto técnica. Apenas o Fim se resume a um casal disparando referências da cultura pop e de suas vivências, meio ao estilo Domingos de Oliveira ou o que Selton Mello anda fazendo com alguns de seus personagens (no filme que ele dirigiu também). Ela é bela; Ele tem jeitão Woody Allen; mas fica nisso, porque ambos são mal construídos, só servem aos diálogos "ixpertos". Ela, por exemplo, adora Bergman e Godard, mas reclama que no curta-metragem dele "nada acontece, parece teatro"(!!); Ele diz que é clichê dizer que é clichê falar de amor e às vezes tenta falar da relação, mas às vezes é somente o cara que usa o humor pra não falar de seus sentimentos. Vai entender... Com personagens tão ruins, chega a ser tosco colocar uma sequência em que ele chora no banheiro e ela chora enquanto o espera - dá pra acreditar naquilo? E, ao final, a montagem ultra adocicada pra fechar com chave de ouro. É possível achar graça em alguns diálogos (sacanagem pesada com Itabuna!), o ator Gregório Duvivier é bom, mas o todo é tão artificial, que foi difícil aguentar até o fim.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;A Festa da Menina Morta, de Matheus Nachtergaele&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/StPFgfPUuFI/AAAAAAAABKw/sOn0M0yEMhg/s1600-h/festa+da+menina+morta.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 247px; height: 166px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/StPFgfPUuFI/AAAAAAAABKw/sOn0M0yEMhg/s400/festa+da+menina+morta.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391870340824873042" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este eu não revi. Mas como tinha comentado sobre ele &lt;a href="http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2008/11/so-paulo-dia-13.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;, quando o vi na Mostra de SP, reproduzo o que escrevi na época:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-style: italic;"&gt;"Perto do final do filme, já estava decidido em marcar uma nota 2 na minha cédula de votação. Foi o que fiz, mas foi quando eu percebi que Nachtergaele estava ali sentado no chão vendo seu filme (único diretor que vi fazendo isso, os outros não ficavam para rever seus filmes), olhos arregalados e às vezes abrindo a boca, parecendo uma criança maravilhada, sem dúvida orgulhoso de seu próprio trabalho. Fiquei pensando no direito que temos em julgar o trabalho dos outros quando, ao menos neste caso, o cineasta fez o filme que lhe interessou fazer. Mas enfim, foi algo que veio e passou. Assim como Selton Mello, a estréia de Nachtergaele é promissora, revelando um talento que ainda parece não ter identidade própria, já que "A Festa da Menina Morta" grita a todo instante "Cláudio Assis!", como referência essencial para a obra. Assis, aliás, estava na mesma fileira que eu, e o vi bocejando e com cara amarrada, mas pode ser característica natural do rapaz. Quanto ao filme, é a história de um evento que ocorre num pequeno lugarejo no interior do Amazonas, que está indo para seu 20º aniversário: é a festa da menina morta, comemoração que relembra uma menina que morreu, mas que ao longo destes anos faz aparições para Santinho (Daniel de Oliveira, espetacular), médium do local que fica responsável por transmitir as palavras da Menina Morta. O filme é sobre Santinho, seu pai alcoolátra, o irmão da menina morta que passa a duvidar das supostas aparições da irmã, e mais alguns habitantes do local. Nachtergaele cria planos seqüências lindos para captar o cotidiano daquelas pessoas, que infelizmente parecem estar num palco, diálogos muitas vezes destoando das possíveis pretensões de se filmar gente de verdade em algum lugar desconhecido do Brasil. A beleza da técnica serve apenas para enfatizar o olhar exótico do diretor para seus personagens. Prova disso é que uma das melhores seqüências do filme nada tem a ver com a trama: durante a Festa da Menina Morta, a câmera se desloca para acompanhar quatro rapazes dançando. É quando o filme respira, no meio de tanta afetação, para se aproximar de verdade da vida daquelas pessoas. Pena que isso ocorre tão pouco."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;Se Nada Mais Der Certo, de José Eduardo Belmonte&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/StPFf3Ei4BI/AAAAAAAABKo/aVZ30zP9_UY/s1600-h/senadamaisdercerto.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 247px; height: 166px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/StPFf3Ei4BI/AAAAAAAABKo/aVZ30zP9_UY/s400/senadamaisdercerto.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391870330042245138" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro também visto em SP, e também não revi. Mas desta vez porque não pude, afinal o filme de Belmonte foi uma das grandes surpresas que tive na ocasião. Segue o que escrevi &lt;a href="http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2008/10/so-paulo-dia-7.html"&gt;aqui &lt;/a&gt;na época:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-style: italic;"&gt;"Fui ver esse nacional sem saber do que se tratava e se eu soubesse que era protagonizado por Cauã Reymond, novo "galã" da Globo, eu teria passado longe. Mas que sorte eu não ter visto isso antes! Inacreditável dizer isso, mas Reymond está muito bem em um filme maravilhoso, certamente o filme nacional do ano. É a história de gente fudida: Reymond interpreta jornalista que vive de bicos, quase sempre sem ser pago, com milhares de contas a pagar, cuida de uma mulher bulímica e seu filho pequeno, além de viver com a empregada, que não recebe salário há quatro meses e só continua com ele porque pelo menos lá ela tem um teto. Ele vai conhecer Macim, personagem absolutamente fascinante de Caroline Abras, que vive como um homem, e trafica pequenas quantidades de drogas. Juntam-se a eles um motorista de Taxi (vivido pelo onipresente João Miguel), sempre carregando uma arma e que anda tendo "pensamentos estranhos", e logo, quando nada mais der certo, o jeito é passar para o outro lado da lei. O filme impressiona o tempo todo, Belmonte foge de todos os estereótipos possíveis e faz uma crônica do brasileiro médio que cada vez mais perde as esperanças de ter um lugar ao sol nesta nossa sociedade tão maravilhosa. Os personagens não são meras vítimas, a crueldade dos acontecimentos não trazem um cinismo e pessimismo típico de um "Cronicamente Inviável", a direção é constantemente inventiva, a trilha sonora é usada com brilhantismo (um assalto ao som de Saltimbancos certamente ficará para a história), a criança não está lá para ser engraçadinha (sua busca pela última figurinha do álbum do campeonato brasileiro, um jogador que desafiou os cartolas do futebol, é a grande metáfora do filme) e até a narração em off do Cauã Reymond é muito boa. Pasmém! Foi meu choque da Mostra."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;Aquele Querido Mês de Agosto, de Miguel Gomes&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/StPFfQ-ECCI/AAAAAAAABKg/pRN3alcKByA/s1600-h/aquele+querido+mes+de+agosto.jpeg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 248px; height: 167px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/StPFfQ-ECCI/AAAAAAAABKg/pRN3alcKByA/s400/aquele+querido+mes+de+agosto.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391870319814510626" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais uma revisão. Na época, escrevi isso:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-style: italic;"&gt;"Dificilmente teremos algo mais original e inventivo nesta Mostra. É um documentário, e é uma ficção. E não é nem uma coisa, nem outra. Filme surpreendentemente engraçado, se passa na região de Arganil, em Portugal, e capta as festividades do local no mês de agosto, além do cotidiano dos moradores. Só que isso não é feito de maneira comum, a metalinguagem está presente no filme todo, que é dividido em duas partes: a primeira, em estilo documentário; a segunda, aparentemente uma ficção, mas que discute o tempo todo a sua própria realização. Pontuado sempre por ótimas canções portuguesas, o filme é riquíssimo na sua aproximação do local, ao mesmo tempo que se fala do prazer de fazer cinema. É um filme em que vemos diretor e técnico do som conversando, tendo divergências. É também filme complexo que merece uma revisão, pois elementos da ficção acabam fazendo referência a outros da parte "documentário". Tenho certeza que não peguei nem metade das sutilezas da obra numa única sessão. Infelizmente não dá pra encaixá-lo novamente na programação sem sacrificar dois filmes no processo. Mas é o mais recomendado da Mostra, pela sua originalidade."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Rever o filme após um ano foi quase como se estivesse vendo pela primeira vez. Quase tudo do "documentário" está presente na "ficção" e é um exercício gostoso ficar atento a esse impecável trabalho de roteiro e edição. Mas mais que isso, a forma como Gomes nos aproxima de uma cultura, de um povo, é apaixonante. O cara discute e mostra os procedimentos de se fazer cinema (há longas sequencias na primeira parte que parece preparação para como realizar certas cenas da segunda parte), ao mesmo tempo que documenta figuras e modos de viver interessantes. O marido que "bloqueia" a imagem da esposa no plano; os inúmeros acidentes de Paulo "Moleiro"; as pessoas que invadem uma casa com muita música na parte ficcional (e sabemos o porquê graças à parte documental); o choro/riso da atriz/personagem que sintetiza muitas ideias do filme; e, claro, o uso do som e belas e engraçadas canções que causam estranhamento por estarem deslocados dos igualmente belos planos (que leva a fantástica discussão final). Um filme anormal, sem dúvida. Surpreende a todo momento (eu ria muito, como se nunca tivesse visto o filme) e encanta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há ainda aquela absurda fusão, em que os atores que farão o par romântico na parte ficcional se conhecem. A fusão é com um plano sequência exibido antes e que voltará a um momento essencial da ficção. Aliado a música, é lindo demais. O melhor comentário sobre essa cena foi feito pelo crítico Ronaldo Passarinho. Segundo ele, Ozu não usava fusão em seus filmes porque considerava que Chaplin já havia esgotado a técnica em "Casamento ou Luxo", de 1923. E que se isso fosse verdade, "Aquele Querido Mês de Agosto" trazia o melhor uso de fusão desde 23. Talvez não seja exagero.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;A Teta Assustada, de Claudia Llosa&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/StPFfI5lwAI/AAAAAAAABKY/L4ShlaRW7z8/s1600-h/a-teta-assustada.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 247px; height: 129px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/StPFfI5lwAI/AAAAAAAABKY/L4ShlaRW7z8/s400/a-teta-assustada.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391870317648265218" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Filme peruano que venceu o Festival de Berlim deste ano me deu a impressão que seria uma obra-prima, tamanha a força de sua sequencia de abertura. Mas vai caindo de qualidade, embora não perca o interesse. É um filme político sem o ser (o que sempre é bom), trabalhando muito na metáfora e no simbolismo, ao contar a história de violência que passa de mãe para filha. Esta usa uma batata na vagina, para evitar ser estuprada, o que quase gera um humor involuntário: primeiro, porque ao contrário de uma estética popularizada pelos irmãos Dardenne, de câmera na nuca do protagonista, Llosa filma de frente sua protagonista, que está sempre com cara de dor, de coitada, de tristeza, com biquinho (e pensar no que ela tem no meio das pernas, entende-se porquê); segundo, porque a batata cria raízes e quando são cortadas, os planos pra mostrar isso são grosseiros. É interessante como estão sempre incluídos na trama as diversas crendices da região (como a que dá título ao filme) e a vontade de filmar a alegria desse povo. Mas há um tom solene demais, com explicações demais, que elimina toda a poesia e realismo fantástico que se anunciou na abertura. Pior a incongruência de roteiro, quando a jovem (que morre de medo de andar sozinha) é largada à noite, no meio da rua, e seu medo é simplesmente deixado de lado. Vale a pena ser visto, mas não esperem muito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;Loki: Arnaldo Batista, de Paulo Henrique Fontenelle&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/StPFel_1TqI/AAAAAAAABKQ/FnqDddl80Hk/s1600-h/loki+cena.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 251px; height: 165px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/StPFel_1TqI/AAAAAAAABKQ/FnqDddl80Hk/s400/loki+cena.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391870308279209634" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Loki faz par perfeito com Simonal, dois documentários que buscam fazer justiça a dois gênios que a história mostrou ingratidão. A diferença é que Fontenelle faz uma defesa apaixonada, mas sem criatividade, de seu gênio. De estrutura convencional e com entrevistados que se limitam a dizer o quanto Arnaldo Batista é genial, o filme mais parece um "Arquivo Confidencial" estendido. Não há sequer coerência nas entrevistas: se num momento, todos falam como Arnaldo era TUDO nos Mutantes (ele era o cara mais engraçado, o cara mais sério, o líder, o autor de tudo, blablabla), em outro, sobre a saída de Rita Lee da banda, todos já estão falando que os três membros eram importantes e que aquilo não funcionaria sem um deles. A coisa é repetitiva e irritante, com poucos comentários inteligentes. Quando se fala do disco que dá nome ao filme, por exemplo, todos só repetem a mesma coisa, que Loki é um dos maiores discos da música brasileira. Não há argumentação (pouca de um deles, a bem da verdade), não há trabalho audiovisual com as canções, nada. O filme espera conquistar o público apenas com a babação de ovo de "autoridades musicais". Enquanto via o filme, fiquei irritado também com a ausência de Rita Lee, figura essencial que deveria ser ouvida. Depois, descobri que ela se recusou a participar. Com essa informação, acho até que Fontenelle se saiu bem na forma como trata a cantora, mas na sequencia em que se discute a saída dela da banda, foi apenas um disse-me-disse dos que estavam em volta, enquanto Arnaldo fugiu do assunto de maneira sutil (cá pra nós, pra ela se recusar até hoje a falar sobre o assunto, algo muito grave aconteceu). E como se não bastasse a exaltação completa que se seguia cena após cena, ainda foram buscar confirmação em vozes de importância internacional que só fizeram comparações dos Mutantes aos Beatles (e, claro, os Mutantes eram melhores que os Beatles). O cúmulo foi uma sequencia constrangedora com fã inglês esbarrando "casualmente" em Arnaldo nas ruas de Londres e dizendo o quanto o admirava. Loki traz suas melhores imagens no final, todas de arquivo, com o retorno triunfal da banda (sem Rita), e a ênfase de que seu "documentado" pode muito mais. É bonito, mas é muito pouco. Para um filme, não me interessa que seja um gênio a pessoa de quem se fala (e não se duvida que Arnaldo Batista seja). Mas o que se fala e como se fala deve ser, no mínimo, inteligente. E Loki não é.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-2417274419505432977?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/2417274419505432977/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=2417274419505432977&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/2417274419505432977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/2417274419505432977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/10/mostra-cinema-conquista-ano-5.html' title='Mostra Cinema Conquista - Ano 5'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/StPFGvQy_fI/AAAAAAAABKI/j8uVqbsAAnY/s72-c/Cartaz+Mostra+2009.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-7013399371095470322</id><published>2009-10-12T01:26:00.003-02:00</published><updated>2009-10-12T09:25:25.793-02:00</updated><title type='text'>Filmes vistos em Setembro</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;Com férias do trabalho a partir desta semana, espero voltar a atualizar isso aqui com mais frequência. Era pra ter escrito algo sobre James Gray, que com "Amantes" comprovou ser um dos maiores cineastas americanos da atualidade. Também queria fazer um resumão sobre as 18 séries que estou acompanhando neste fall season. Não deu em nada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação aos seriados, estou escrevendo no blog &lt;a href="http://www.comentariosemserie.com/"&gt;Comentários em Série&lt;/a&gt; sobre House e algumas comédias. Mas lá tem de tudo, a equipe voltou bem animada pra esta nova temporada. Viciados, passem por lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;Sobre cinema, preciso me aquecer na escrita, pra fazer a cobertura da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que começa daqui a 11 dias. Tentarei escrever, até amanhã, sobre os filmes que vi aqui na Mostra Cinema Conquista, que trouxe à cidade algumas belas obras deste ano, cuja exibições geralmente se restringem a algumas poucas capitais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;Em Setembro, foram 18 filmes vistos. Uma marca até boa, considerando o retorno de tantas séries. Com direito até mesmo a uma maratona John Hughes, relembrando a obra deste grande cineasta que faleceu dois meses atrás. O choque fica por conta dos filmes da Claire Denis, enigmas fascinantes que causam desconforto e estranhamento, necessitando de revisões pra apreender melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;A lista ficou mais ou menos assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;As obras primas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;1. Amantes, de James Gray (2008)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;2. Curtindo a Vida Adoidado, de John Hughes (1986)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;3. O Clube dos Cinco, de John Hughes (1985)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;Os grandes&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;4. Sempre Bela, de Manoel de Oliveira (2006)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;5. Antes Só Que Mal Acompanhado, de John Hughes (1987)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;6. O Enigma de Outro Mundo, de John Carpenter (1982)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;7. Gatinhas e Gatões, de John Hughes (1984)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;8. Desejo e Obsessão, de Claire Denis (2001)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;Os legais&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;9. Bom Trabalho, de Claire Denis (1999)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;10. Na Guerra, de Bertrand Bonello (2008)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;11. Querô, de Carlos Cortez (2007)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;12. Arraste-me Para o Inferno, de Sam Raimi (2009)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;13. Mulher Nota 1000, de John Hughes (1985)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;14. Zona de Risco, de Park Chan-Wook (2000)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;Os medíocres&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;15. De Tanto Bater Meu Coração Parou, de Jacques Audiard (2005)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;16. Sobre Meus Lábios, de Jacques Audiard (2001)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;17. O Solista, de Joe Wright (2009)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;18. O Grupo Baader Meinhof, de Uli Edel (2008)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-7013399371095470322?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/7013399371095470322/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=7013399371095470322&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/7013399371095470322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/7013399371095470322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/10/filmes-vistos-em-setembro.html' title='Filmes vistos em Setembro'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-2679073757877380373</id><published>2009-09-19T09:13:00.002-02:00</published><updated>2009-09-19T09:29:35.936-02:00</updated><title type='text'>Emmy Awards</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sem a mínima vontade de escrever sobre o Emmy que será entregue amanhã, então nada muito elaborado. A não ser que algo muito estranho aconteça, Mad Men e 30 Rock já são os grandes vencedores. Hugh Laurie, Glenn Close, Alec Baldwin e Tina Fey são minhas apostas para atores principais, embora consigo ver todos eles perdendo o prêmio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto às minhas preferências, não saberia escolher entre Mad Men e Breaking Bad (as duas séries mais brilhantes da atualidade) e The Office foi de longe a mais consistente série de comédia do ano. Na categoria de Ator Drama, o pau é feio e qualquer um que não seja o mentalista, tá merecido. Mas acho que votaria no Byrne. Elisabeth Moss e Fey, minhas escolhas como atriz, e meu voto é sempre do Steve Carell. Mas não ficaria triste se Jim Parsons deixasse todo mundo boquiaberto e roubasse a estatueta do Baldwin - que, por sua vez, também é sempre ótimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas categorias de coadjuvante, espero que o Jon Cryer não estrague a festa do Neil Patrick Harris, que a Jane Krakovski roube o prêmio das meninas do Saturday Night Live e que a Diane Wiest vença sempre por In Treatment. Na mais difícil de todas, Ator Coadj. Drama, pode dar qualquer coisa, o que não significa que não dói no coração ver o Michael Emmerson perder mais uma vez - talvez para um dos meninos do Boston Legal. Eu só ficaria bem, se ele perdesse pro Aaron Paul, que foi esperto demais em mandar o "Peekaboo" para apreciação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas essa gente do Emmy é estranha. Vamos ver que diabos vai dar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-2679073757877380373?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/2679073757877380373/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=2679073757877380373&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/2679073757877380373'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/2679073757877380373'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/09/emmy-awards.html' title='Emmy Awards'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-8008065634220682796</id><published>2009-09-17T23:26:00.003-02:00</published><updated>2009-09-17T23:31:08.433-02:00</updated><title type='text'>Dica de Série: Sons of Anarchy</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/SrLiKcN2XZI/AAAAAAAABHw/jl8hsZ7N3Kc/s1600-h/Sons-of-Anarchy.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/SrLiKcN2XZI/AAAAAAAABHw/jl8hsZ7N3Kc/s400/Sons-of-Anarchy.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382613173662014866" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(texto originalmente escrito para o blog &lt;/span&gt;&lt;a style="font-style: italic;" href="http://www.comentariosemserie.com/"&gt;Comentários em Série&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; - NÃO contêm spoilers)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CHLIOHE%7E1.001%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CHLIOHE%7E1.001%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CHLIOHE%7E1.001%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;    &lt;w:splitpgbreakandparamark/&gt;    &lt;w:dontvertaligncellwithsp/&gt;    &lt;w:dontbreakconstrainedforcedtables/&gt;    &lt;w:dontvertalignintxbx/&gt;    &lt;w:word11kerningpairs/&gt;    &lt;w:cachedcolbalance/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;   &lt;m:mathpr&gt;    &lt;m:mathfont val="Cambria Math"&gt;    &lt;m:brkbin val="before"&gt;    &lt;m:brkbinsub val="--"&gt;    &lt;m:smallfrac val="off"&gt;    &lt;m:dispdef/&gt;    &lt;m:lmargin val="0"&gt;    &lt;m:rmargin val="0"&gt;    &lt;m:defjc val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent val="1440"&gt;    &lt;m:intlim val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim val="undOvr"&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" defunhidewhenused="true" defsemihidden="true" defqformat="false" defpriority="99" latentstylecount="267"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="0" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Normal"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="heading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="35" qformat="true" name="caption"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="10" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" name="Default Paragraph Font"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="11" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtitle"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="22" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Strong"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="20" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="59" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Table Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Placeholder Text"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="No Spacing"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Revision"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="34" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="List Paragraph"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="29" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="30" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	font-size:10.0pt; 	mso-ansi-font-size:10.0pt; 	mso-bidi-font-size:10.0pt; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-hansi-font-family:Calibri;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mais de 4 milhões de americanos estiveram com seus televisores ligados no canal FX para a estréia da segunda temporada de “Sons of Anarchy”, que ocorreu na semana passada. Números gigantes para um canal fechado, que exibia uma série sobre motoqueiros criminosos, tendo um impressionante aumento de 95% de audiência em relação ao piloto exibido há um ano.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Inédita na TV brasileira e a julgar pela ausência de comentários sobre a série em alguns dos mais famosos sites especializados do país, “Sons of Anarchy” ainda não pegou no Brasil, embora já exista o Box em DVD da sua Primeira Temporada, lançado mês passado.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Girando em torno de um grupo de motoqueiros que trabalham com contrabando de armas, a série estreou ano passado com muitas expectativas, já que é criação de Kurt Sutter, considerado um dos roteiristas mais criativos de “The Shield”. No entanto, o piloto não agradou quase ninguém e muitos desistiram da série, mesmo porque os episódios seguintes também não empolgavam.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;De fato, não havia muito o que elogiar: um protagonista fraco (a escolha de Charlie Hunnam para o papel foi um desastre), histórias clichês envolvendo rivalidade entre gangues, polícia corrupta e a idéia de um clube de motoqueiros que defende sua pequena cidade ao mesmo tempo que esconde suas atividades escusas. Tudo parecia óbvio demais e sem força para sustentar a atenção.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Tudo começa a mudar lá pelo quinto ou sexto episódio, quando a série mostra a que veio, ainda que marcada mais pelas partes do que pelo todo. Boas idéias e uma dose generosa de violência e agressividade sem floreios vão tomando conta dos episódios, dando os tons de tragédia anunciada que logo fizeram os fãs notarem as referências a Shakespeare. Gemma, a personagem de Katey Sagal (a eterna Mrs. Bundy), por exemplo, é caracterizada como uma Lady MacBeth, que mostra suas garras já no piloto da série, deixando claro o que essa mulher é capaz de fazer para manutenção de sua família (e que envolve o próprio clube).&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sagal, na verdade, talvez seja a principal razão para se acompanhar “Sons of Anarchy” no início, seja pela força de sua atuação, pela escrita de sua personagem, mas também porque o elenco masculino é grande (sem espaço para muito desenvolvimento, além do protagonista) e as poucas personagens femininas são fracas. No episódio 6, “AK-51”, há uma sequencia envolvendo Sagal e um skate, que é um dos momentos mais fortes de toda a temporada, e que dá mostras da vitalidade da série, na execução da violência e de como esta violência está perfeitamente engendrada na realidade destes personagens. Traição e menopausa nunca foram combinações tão potentes como aqui.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A partir da metade da temporada, “Sons of Anarchy” começa a expandir seus horizontes e, apesar de insistir em clichês e tramas bobas (um stalker dos mais psicóticos, a leitura de um livro escrito pelo pai do protagonista), torna-se bem mais interessante, com a ajuda mais do que bem vinda da maravilhosa Ally Walker como uma agente federal disposta a acabar com o clube, e de Ryan Hurst, no papel de Opie, um membro que decidiu se afastar do clube e ter uma vida normal ao lado de esposa e filhos, após cumprir pena na prisão sem deletar os companheiros. Opie será o protagonista dos momentos mais intensos do final da temporada, um dos elementos que dará a tônica deste novo ano.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E ao contrário do início da primeira temporada, a estréia na semana passada mostrou que “Sons of Anarchy” já encontrou seu caminho e tem tudo para ser uma das séries mais eletrizantes do ano: o episódio “Albification” dá aula de como gerar expectativas para toda uma temporada, apresentando novos inimigos, as complicações e dramas internos prestes a explodir e, após uma morte violenta no meio do episódio, ainda tivemos um final barra pesada, que surpreende pela coragem e violência (após ver o episódio, o crítico Alan Sepinwall perguntou a Kurt Sutter “What the hell is wrong with you?”), brilhante pela sutil preparação desenvolvida ao longo do episódio. Ainda tenho alguns problemas com a série, que não me convenceu na resolução provisória de algumas questões, mas são momentos assim que fazem valer a pena.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Um season premiere intenso que os milhares de novos telespectadores que estavam acompanhando certamente vão querer ver o que está por vir. Porque aquele final parecia dizer “É isso que vocês vão ter nessa série, uma descida ao inferno na vida dessas pessoas. É pegar ou largar”. E é difícil largar.&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sons of Anarchy é exibida nos EUA pelo canal pago FX, toda terça-feira. A primeira temporada já está disponível em DVD no Brasil;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-8008065634220682796?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/8008065634220682796/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=8008065634220682796&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/8008065634220682796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/8008065634220682796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/09/dica-de-serie-sons-of-anarchy.html' title='Dica de Série: Sons of Anarchy'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/SrLiKcN2XZI/AAAAAAAABHw/jl8hsZ7N3Kc/s72-c/Sons-of-Anarchy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-1307254359942475895</id><published>2009-09-13T18:41:00.004-02:00</published><updated>2009-09-13T18:48:55.897-02:00</updated><title type='text'>Isto é Mad Men</title><content type='html'>A arte da mise-en-scène.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/Sq1Z8IWnsHI/AAAAAAAABHI/lpUWafl3_yM/s1600-h/Mad+Men+1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 226px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/Sq1Z8IWnsHI/AAAAAAAABHI/lpUWafl3_yM/s400/Mad+Men+1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381056019346993266" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/Sq1Z8VOnAvI/AAAAAAAABHQ/fJGHcyx6FQQ/s1600-h/Mad+Men+2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 226px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/Sq1Z8VOnAvI/AAAAAAAABHQ/fJGHcyx6FQQ/s400/Mad+Men+2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381056022803055346" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/Sq1Z8jUJ6nI/AAAAAAAABHY/q2h1cr8wFqg/s1600-h/Mad+Men+3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 226px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/Sq1Z8jUJ6nI/AAAAAAAABHY/q2h1cr8wFqg/s400/Mad+Men+3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381056026584410738" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/Sq1Z9OLi6bI/AAAAAAAABHg/oevGQq6wYh4/s1600-h/Mad+Men+4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 226px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/Sq1Z9OLi6bI/AAAAAAAABHg/oevGQq6wYh4/s400/Mad+Men+4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381056038091024818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-1307254359942475895?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/1307254359942475895/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=1307254359942475895&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/1307254359942475895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/1307254359942475895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/09/isto-e-mad-men.html' title='Isto é Mad Men'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/Sq1Z8IWnsHI/AAAAAAAABHI/lpUWafl3_yM/s72-c/Mad+Men+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-2846858018546831421</id><published>2009-09-01T23:41:00.003-02:00</published><updated>2009-09-02T00:08:54.642-02:00</updated><title type='text'>Filmes vistos em Agosto</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É uma coisa muito feia ter um blog só pra listar, todo dia 1º, os filmes que foram vistos no mês. Mas o tesão pra escrever foi embora com o retorno às aulas. Como se não bastasse, um PlayStation 3 concentrou toda a minha atenção em joguinhos infernais, vício que imagino passar com um ou dois meses após a aquisição desse aparelho do capeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas 11 filmes vistos. A boa notícia é que não houve porcarias e três revisões para conhecer o fantástico mundo do blu-ray. Outros três filmes, vistos pela primeira vez, merecem uma revisão o quanto antes, podendo saltar do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;GRANDE&lt;/span&gt; para &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;OBRA-PRIMA&lt;/span&gt; facilmente: o documentário "Serras da Desordem", por conta de uma complexidade na sua própria concepção de o que é de fato documentar algo; o ABSOLUTAMENTE desconcertante "O Intruso", de Claire Denis, cineasta elogiadíssima que eu não conhecia e que neste primeiro contato já me deixou sem saber o que sentir, como sentir e o que dizer de sua obra; e "Inimigos Públicos", mais um filmaço do Mann extremamente prejudicado pela péssima projeção da sala em que vi, mas desde já dono da mais bela sequência do ano, que é aquele básico plano/contraplano no cinema entre Depp e o filme do Clark Gable.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mais, a lista do mês ficou assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;As obras-primas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Onde os Fracos Não Tem Vez, de Joel e Ethan Coen (2007)&lt;br /&gt;2. O Iluminado, de Stanley Kubrick (1980)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os grandes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Inimigos Públicos, de Michael Mann (2009)&lt;br /&gt;4. O Intruso, de Claire Denis (2004)&lt;br /&gt;5. Serras da Desordem, de Andrea Tonacci (2006)&lt;br /&gt;6. Keane, de Lodge Kerrigan (2004)&lt;br /&gt;7. O Cavaleiro das Trevas, de Christopher Nolan (2008)&lt;br /&gt;8. Eu Te Amo, Cara, de John Hamburg (2009)&lt;br /&gt;9. Adventureland, de Greg Mottola (2009)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os legais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. Clean, Shaven, de Lodge Kerrigan (1993)&lt;br /&gt;11. B13 - Ultimatum, de Patrick Alessandrin (2009)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-2846858018546831421?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/2846858018546831421/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=2846858018546831421&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/2846858018546831421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/2846858018546831421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/09/filmes-vistos-em-agosto.html' title='Filmes vistos em Agosto'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-2838613911237298555</id><published>2009-08-31T00:55:00.003-02:00</published><updated>2009-08-31T01:26:51.307-02:00</updated><title type='text'>Top 20 de 2009 (parcial)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já que eu não tenho passado muito por aqui, ao menos uma atualização aí do lado direito com meus 20 filmes prediletos do ano (valendo apenas o que foi exibido comercialmente no Brasil). Quase não consigo fechar o top, com os últimos sendo bons filmes, mas nada memoráveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, os dez primeiros são bem fortes, com admiração absoluta pelos quatro primeiros. Bom lembrar que graças ao péssimo Moviecom que tem aqui, fui muito pouco ao cinema este ano e não vi alguns filmes bem elogiados que poderiam entrar facilmente aí (Moscou, Desejo e Perigo, Star Trek, Arrasta-me Para o Inferno, etc).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns pude incluir por te-los visto na Mostra Internacional de Cinema de SP do ano passado, como o surpreendente nacional "Se Nada Mais Der Certo", e o topo da lista, a obra-prima portuguesa "Aquele Querido Mês de Agosto". E apenas três foram lançados diretamente em dvd: "Segurando as Pontas" (também visto na Mostra), "Faça o Que Eu Digo, Não Faça o Que Eu Faço" e, o caso mais polêmico, "Guerra ao Terror", sucesso de crítica nos EUA (ainda nos cinemas por lá, título original "The Hurt Locker") e que chegou no Brasil como um filme qualquer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De modo geral, acho que este ano tem sido bem melhor para o cinema do que o ano passado. Quando tiver um tempinho, falo mais sobre isso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-2838613911237298555?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/2838613911237298555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=2838613911237298555&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/2838613911237298555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/2838613911237298555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/08/top-20-de-2009-parcial.html' title='Top 20 de 2009 (parcial)'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-4260212638095060194</id><published>2009-08-01T15:57:00.002-02:00</published><updated>2009-08-01T16:31:48.805-02:00</updated><title type='text'>Filmes vistos em Julho</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ideia deste mês foi ver e rever filmes dos anos 2000. Com a década chegando ao fim, logo irão pipocar listinhas, então é hora de visitar o que de melhor foi feito no período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram 24 filmes vistos, contando com o curta "E a Passarela Se Foi" (20 minutos de duração), e apenas três deles foram de décadas passadas. Novamente me esbarro na dificuldade de hierarquizar, então que fique claro: o fato de "Cleópatra" estar entre as mediocridades ao lado de "Duplicidade" não significa muita coisa. O Bressane não bate com minha sensibilidade e acho que o filme merece ser visto. Já o segundo, é ruim mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;As obras-primas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Encontros e Desencontros, de Sofia Coppola (2003)&lt;br /&gt;2. Grey Gardens, de Albert e David Maysles (1975)&lt;br /&gt;3. Miami Vice, de Michael Mann (2006)&lt;br /&gt;4. Hora da Partida, de Tsai Ming Liang (2001)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os grandes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Les Glaneurs et la Glaneuse, de Agnès Varda (2000)&lt;br /&gt;6. Flores Partidas, de Jim Jarmusch (2005)&lt;br /&gt;7. Gerry, de Gus Van Sant (2002)&lt;br /&gt;8. Um Filme Falado, de Manoel de Oliveira (2003)&lt;br /&gt;9. As Panteras: Detonando, de McG (2003)&lt;br /&gt;10. Crônica da Inocência, de Raoul Ruiz (2000)&lt;br /&gt;11. Beijo na Boca, Não!, de Alain Resnais (2003)&lt;br /&gt;12. Los Muertos, de Lisandro Alonso (2004)&lt;br /&gt;13. Showgirls, de Paul Verhoeven (1995)&lt;br /&gt;14. E a Passarela Se Foi, de Tsai Ming Liang (2002)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os legais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15. Faça o Que Eu Digo, Não Faça o Que Eu Faço, de David Wain (2008)&lt;br /&gt;16. O Abraço Partido, de Daniel Burman (2004)&lt;br /&gt;17. Boarding Gate, de Olivier Assayas (2007)&lt;br /&gt;18. Cinzas do Passado Redux, de Wong Kar Wai (1994)&lt;br /&gt;19. Grey Gardens, de Michael Sucsy (2009)&lt;br /&gt;20. Intrigas de Estado, de Kevin MacDonald (2009)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os medíocres&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21. Cleópatra, de Júlio Bressane (2007)&lt;br /&gt;22. A Bela Junie, de Christophe Honoré (2008)&lt;br /&gt;23. Presságio, de Alex Proyas (2009)&lt;br /&gt;24. Duplicidade, de Tony Gilroy (2009)&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-4260212638095060194?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/4260212638095060194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=4260212638095060194&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/4260212638095060194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/4260212638095060194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/08/filmes-vistos-em-julho.html' title='Filmes vistos em Julho'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-8976046288823085487</id><published>2009-07-29T20:55:00.000-02:00</published><updated>2009-07-29T21:56:21.987-02:00</updated><title type='text'>Grey Gardens</title><content type='html'>&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/SnDfeZCV_9I/AAAAAAAABGo/9E_w1nGWsCs/s1600-h/grey+gardens+original.png"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 284px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/SnDfeZCV_9I/AAAAAAAABGo/9E_w1nGWsCs/s400/grey+gardens+original.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5364032869408047058" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Grey Gardens (1975)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1973, autoridades ameaçaram expulsar as moradoras de Grey Gardens, uma mansão decadente em East Hampton (próximo de New York), por falta de condições sanitárias. O fato ganhou os jornais americanos por se tratarem de Edith Bouvier Beale e sua filha Edie, ex-socialites, tia e prima de Jacqueline Kennedy Onassis. Morando sozinhas, com diversos gatos, e guaxinins correndo pelos buracos da casa, sem sair da mansão (de 28 cômodos) há mais de 20 anos, foram ajudadas pela própria ex-primeira dama e se mantiveram no local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois anos depois, as moradoras permitiram aos irmãos Albert Maysles e David Maysles que filmassem seu cotidiano dentro de Grey Gardens. Prato cheio para os cineastas,  representantes do cinema direto (espécie de gênero de documentário cuja intenção é "filmar a vida  tal e qual ela é"), conhecidos pelos filmes "O Caixeiro Viajante" e "Gimme Shelter".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Surgiu, então, um documentário incrível, primeiramente pelo fato de que Big Edie e Little Edie, como eram conhecidas, são figuras interessantíssimas, parecem viver em um mundo particular, de excentricidades e memórias do passado rico e frustrante que tiveram. Travam diálogos que não demoram em deixar clara a relação de amor, ódio, dominação e dependência dessas duas. Little Edie, em especial, constantemente lamenta as não realizações, sempre culpando sua mãe, e a dinâmica dela com a câmera ou com a mãe, resulta nos momentos mais divertidos, dolorosos e sublimes do filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há outros tantos aspectos impressionantes, engraçados, tristes e até mesmo assustadores: de gatos passeando e urinando em todos os cantos, a guaxinins entrando na casa pelos buracos na parede, sendo alimentados com pacotes inteiros de pão, passando pelas teorias de Little Edie. É um filme que forma uma dobradinha perfeita com nosso Estamira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, porque o cinema direto é perfeito para captar estas vidas e os irmãos Maysles conseguem isto sem se isentarem da participação que tiveram no cotidiano destas mulheres. Mãe e filha agem e muitas vezes atuam para a câmera, mas esta se torna tão onipresente que é impossível imaginar que elas tenham modos de viver diferentes daqueles vistos no filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos (muitos) grandes momentos vem logo no início, quando Big Edie canta "Two for Tea", numa clara apresentação para os "holofotes" e, ao final, parece esquecer a câmera e por um breve momento seu olhar se perde, alguma memória vem e ficamos com aquela idosa mergulhada em seus pensamentos. Um cineasta cretino talvez cortasse a mágica do momento com um "O que você está pensando?". Felizmente não é o caso dos Maysles, que passam por várias situações engraçadas ou de constrangimento, seja pelos questionamentos de Little Edie, ou por se verem no centro de uma discussão ou ainda quando os seios de Big Edie ficam à mostra e a câmera tenta se desviar e focar em outra coisa o mais rápido possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Grey Gardens" é um impressionante estudo de personagem, coloca em xeque as limitações do cinema como expressão da verdade e ainda diverte e emociona como todo bom cinema deve fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/SnDfet5AvrI/AAAAAAAABGw/7KcfbHGrGQc/s1600-h/grey+gardens+hbo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 270px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/SnDfet5AvrI/AAAAAAAABGw/7KcfbHGrGQc/s400/grey+gardens+hbo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5364032875006049970" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Grey Gardens (2009)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora, em 2009, a HBO lança um telefilme de mesmo nome. "Grey Gardens" traz a vida das ex-socialites representadas por Jessica Lange e Drew Barrymore, partindo do momento em que é realizado o documentário, alternando com flashbacks que retratam o passado das duas. O filme é o grande indicado ao Emmy de seu gênero, com 17 indicações e deve ganhar vários destes prêmios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A abertura do filme mostra algumas de suas intenções, e que deve ser a real razão de seu sucesso: vemos Barrymore representando aquela que é uma das mais memoráveis sequências do documentário, quando Little Edie faz seu número patriótico, dançando para a câmera com a bandeirola americana. É um início de filme que impressiona pelo perfeito mimetismo. Barrymore está absolutamente idêntica a personagem que vive, graças a um incrível trabalho de maquiagem e entonação de voz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é que o filme parece querer se resumir a isto. Quanto mais similar a realidade, mais se sente a vontade em representar o passado das personagens. E a beleza do documentário era imaginarmos o que aconteceu com aquelas duas senhoras, e que o cinema realmente não pode dar conta de explicar. Em alguns momentos (poucos, é verdade) vemos uma dramaticidade nas expressões de Barrymore e Lange que sabemos não condizer com aquelas mulheres que parecemos conhecer tão bem depois de visto o doc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O telefilme, em suma, não ousa, não lança novos olhares ou perspectivas diferentes. Faz um recorte bem sintético de momentos específicos das vidas dos personagens (quem viu o documentário sabe que há tantos outros de importância para elas) e perde a oportunidade de enriquecer esta interessante história. É por isso que raramente vejo telefilmes, "Grey Gardens" me parece expressão perfeita das limitações deste gênero, capricham em aspectos técnicos assépticos, grandes atuações e dramas palatáveis para o grande público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao final, ainda tenta dar dignidade às personagens. Se há o que se admirar, é a tentativa de não julgar ou explorar a excentricidade de suas protagonistas. Não é um filme que irrita, ele só poderia ser muito mais do que é. E se alguma emoção surge, é mais pela percepção de como o documentário é excelente ao retratar vidas tão interessantes e, ao mesmo tempo, tristes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-8976046288823085487?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/8976046288823085487/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=8976046288823085487&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/8976046288823085487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/8976046288823085487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/07/grey-gardens.html' title='Grey Gardens'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/SnDfeZCV_9I/AAAAAAAABGo/9E_w1nGWsCs/s72-c/grey+gardens+original.png' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-437731245000401143</id><published>2009-07-26T01:29:00.006-02:00</published><updated>2009-07-27T20:14:49.190-02:00</updated><title type='text'>As Panteras: Detonando</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/Sm4lxO6VQ5I/AAAAAAAABGg/MHOo63WbYMA/s1600-h/fullthrottle.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 368px; height: 360px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/Sm4lxO6VQ5I/AAAAAAAABGg/MHOo63WbYMA/s400/fullthrottle.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363265733991416722" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Como disse no post anterior, gosto muito desta continuação de As Panteras, filme que é categoricamente descartado como porcaria. O diretor McG é tido por muitos como um capataz incompetente de Hollywood, que fez uma continuação caça-níqueis (muita gente até acha o primeiro divertido) sem pé nem cabeça. Mas ouvindo as faixas de comentário dos dois filmes em dvd, o mínimo que se pode perceber de McG é que se trata de um cinéfilo esperto, plenamente consciente do que fez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, uma conclusão que me parece importante: roteiros, tramas, histórias em cinema são superestimados. É um problema, às vezes, de boa parte da crítica e do gosto médio de quem vai ao cinema. Os filmes parecem servir apenas para contar uma boa história, quando na verdade deveriam ser admirados pela união de fatores que envolvem a imagem e som, independente do que se conta, sendo o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;como&lt;/span&gt; se conta, inclusive, mais importante. Porque, afinal, e quando não se tem muito o que contar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense bem: todo ano, hollywood nos empurra seus blockbusters onde algum mocinho salva o dia e fica com alguma mocinha. Os roteiros são meros pretextos para a ação, que é o que realmente importa. Não há profundidade, aquilo certamente já vimos melhor em outras ocasiões e todo o drama e emoção tirados da trama são tão risíveis como esquecíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí McG resolve radicalizar em "As Panteras: Detonando" e parte pra um pós-tudo, onde só a ação existe e importa. Inventa uma bobagem de anéis que devem ser recuperados (o seu &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;McG&lt;/span&gt;uffin), uma motivação para cada pantera e cria sequências que mais parecem esquetes, eletrizantes e divertidas por si sós, mas que não formam um conjunto tão coeso assim. E tome-lhe referências de todo tipo: o filme abre estilo Gangues de Nova York, Bruce Willis aparece só para ser morto e um corte imediatamente nos leva para as panteras dançando em uma homenagem a Cantando na Chuva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que sem as pré-concepções de que filmes devem se sustentar em histórias e um olhar mais atento ao impressionante trabalho de montagem, o filme de McG se torna um excelente divertimento, surpreendente na sua anarquia. Você nunca sabe o que virá a seguir, exceto que do ponto de vista da narrativa não fará muito sentido, que a ação não vai parar, nem as referências pop, nem as cores deixarão de chamar a atenção, seja pela falta de harmonia,. seja pela alegria insana. E talvez aí, o ponto de encontro com Showgirls, de Verhoeven: há um padrão de qualidade imposto, que deve ser respeitado e tudo que não se encaixa, torna-se necessariamente ruim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não posso dizer muito mais do que está nesta excelente crítica, onde o autor chama a obra de esquizopop art. Recomendo enfaticamente a leitura:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.contracampo.com.br/criticas/aspanterasdetonando.htm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, As Panteras: Detonando é um filme esquizofrênico, que sai da normalidade muitas vezes chata imposta pelos blockbusters americanos. E, diabos, como diverte!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-437731245000401143?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/437731245000401143/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=437731245000401143&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/437731245000401143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/437731245000401143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/07/as-panteras-detonando.html' title='As Panteras: Detonando'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/Sm4lxO6VQ5I/AAAAAAAABGg/MHOo63WbYMA/s72-c/fullthrottle.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-1229797437760306546</id><published>2009-07-25T22:27:00.001-02:00</published><updated>2009-07-27T20:03:50.014-02:00</updated><title type='text'>Showgirls</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que é um filme ruim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em dezembro, escrevi &lt;a href="http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2008/12/o-que-um-filme-ruim.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; no blog sobre "Fim dos Tempos", &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;/span&gt;fazendo esta pergunta. Claro que não respondi. E nos últimos dias, revi dois filmes que gosto muito e que facilmente se encaixam no padrão de ruindade estipulado pelo senso comum: "Showgirls", de Paul Verhoeven e "As Panteras: Detonando", de McG. Claro que volto a essa discussão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/Sm4kE4z5-0I/AAAAAAAABGY/JtDcdJuFZtI/s1600-h/showgirls.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 272px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/Sm4kE4z5-0I/AAAAAAAABGY/JtDcdJuFZtI/s400/showgirls.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363263872633011010" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Showgirls teve uma das recepções mais negativas que um filme teve nos anos 90. Em 1996, venceu o Framboesa de Ouro de Pior Filme e outros tantos da premiação (incluindo o engraçado Pior Dupla, para qualquer combinação entre duas pessoas na tela ou duas partes de corpo). Em 2000, o Framboesa de pior da década, e em 2005 foi indicado como Pior Drama dos 25 anos de premiação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exagero? Certamente. O filme é ruim? Longe disso. Verhoeven fez uma obra ácida sobre o sonho americano, tão bom quanto outras obras da década que trataram do tema, embora cada um com enfoque e em registro e interesses distintos: Safe, Felicidade, Beleza Americana, De Olhos Bem Fechados. No caso em questão, a história de uma jovem que busca em Las Vegas seu sonho de ser dançarina e se vê em um mundo imoral e traiçoeiro, onde sobreviver sempre depende de passar a perna em alguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por que tanta repercussão negativa? Porque o filme traz todos os elementos ditos ruins: as atuações são exageradas, os diálogos soam falsos, a dramaturgia é de mau gosto. A trama é simples e parece ser a desculpa perfeita para vermos mulheres nuas em danças supostamente sensuais. Os seios expostos das atrizes são quase onipresentes no filme. Enfim, uma tragédia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande questão é que todos estes aspectos, a priori, não necessariamente resultam em um filme ruim, mas servem ao propósito do cineasta, que constrói um curioso painel de relações artificiais em um mundo artificial. O cinema de Verhoeven sempre me pareceu visualmente forte (a violência de Robocop, o futuro de O Vingador do Futuro, o sexo de Instinto Selvagem) e falar em hipocrisia, como parece ser um dos temas de Showgirls, não poderia ser diferente: toda a ambientação do filme parece cafona, beira o grotesco; não há nada de sexy nas danças, os movimentos dos corpos são exagerados; há muito sexo simulado (a lap dance) e o único consentido (porque o outro é um estupro) se passa numa piscina onde o casal carrega na falsidade do orgasmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a protagonista deixa a "ralé" (um bar de strippers, onde os homens a assediavam e fazia lap dances até o cliente gozar) e vai ser dançarina em um hotel luxuoso, um personagem diz que ao menos antes as intenções de todos eram claras. Verhoeven chega a fazer uma defesa daquele "antro" de promiscuidade, dando um ar família e de respeito mútuo via os personagens do cafetão e da dançarina gorda e desbocada, deixando claro que o luxo almejado pela protagonista envolve prostituição e "baixeza" muito maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo e prestigiado ambiente da personagem  parece simbolizar qualquer mercado de trabalho que se diga honesto: a fama e o sucesso não vêm sem a traição, a ganância, o individualismo, a derrubada do outro. É um filme desesperançoso, porque a mocinha não é nada ingênua, nem aprende uma lição ao fim da jornada. E todos parecem ter consciência de seu papel nos jogos de poder envolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será por isso que incomoda tanto? Porque é tão mais fácil gostar de uma crítica de costumes quando o verniz é intelectual (Beleza Americana) do que quando a obra se serve de outros meios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixo o filme do McG pra outro post.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-1229797437760306546?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/1229797437760306546/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=1229797437760306546&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/1229797437760306546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/1229797437760306546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/07/showgirls.html' title='Showgirls'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/Sm4kE4z5-0I/AAAAAAAABGY/JtDcdJuFZtI/s72-c/showgirls.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-2572144890889685212</id><published>2009-07-17T19:51:00.002-02:00</published><updated>2009-07-17T20:49:35.379-02:00</updated><title type='text'>Comentando as Indicações ao Emmy 2009</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aproveitando que escrevi sobre o Emmy lá no &lt;a href="http://www.comentariosemserie.com/"&gt;Comentários em Série&lt;/a&gt;, posto aqui também. Meus palpites acabaram ficando por lá mesmo. Quem quiser dar uma olhada pra ver como me saí, fique à vontade. Até que não fui tão mal, errando em coisas que aparentemente seriam certeiras (Boston Legal, Jeremy Piven) ou duvidando da paixão do Emmy por certas coisas (Dexter e House), ou mesmo acreditando demais em favoritos pessoais (In Treatment, Mary McDonnell).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao menos previ certo que True Blood e Anna Paquin seriam ignorados, já que me pareceram excentricidades do Globo de Ouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Emmy confirmou mais uma vez o favoritismo de Mad Men (16 indicações) e 30 Rock (22 indicações, quebrando seu próprio recorde), e mostrou mais uma vez que, apesar das preferências óbvias, sempre há espaço para surpresas - justas ou não, depende de cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De modo geral...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O QUE GOSTEI&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Flight of the Conchords &amp;amp; Jemaine Clement:&lt;/span&gt; Que a série tinha alguma chance de indicação, eu não duvidava, e foi merecidíssimo. Agora, a indicação de Jemaine foi realmente incrível. Como eles conseguiram se decidir por um dos protagonistas da série, eu não sei. Mas se Jemaine foi a sexta escolha dos votantes, Bret McKenzie deve ter sido o sétimo ou oitavo, no máximo. Lamento muito por David Duchovny. Mas não culpe o Jemaine. Culpe o Charlie Sheen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;-Elisabeth Moss:&lt;/span&gt; Também lamento muito por January Jones, que é maravilhosa em Mad Men. Mas sabíamos da dificuldade de incluir as duas atrizes da série na categoria. E o trabalho de Moss talvez tenha sido um pouquinho mais intenso. É um pouco mais difícil também: toda a carga dramática que envolve a personagem de Jones é forte não apenas por conta de sua atuação, mas do impecável trabalho de figurino, maquiagem, cenografia e direção que compõe suas cenas. Moss tem muito menos disso. E aquela sequência final da temporada, entre ela e Vincent Kartheiser, é magnífica o suficiente para até mesmo lhe dar o prêmio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Aaron Paul e Hope Davis como coadjuvantes:&lt;/span&gt; Dois trabalhos que pensei que ficariam de fora. No caso de Paul, por ser um jovem ator que na disputa entre gigantes poderia facilmente perder a briga; já Hope Davis, achei que perderia a vaga para a colega de série Alison Pill. Afinal, jovem com câncer é prato cheio pra faturar prêmios. Melhor assim. Davis dá a melhor atuação entre as mulheres de In Treatment.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- A ausência de Jeremy Piven:&lt;/span&gt; Piven parece ter se tornado antipático pra muita gente. Que bom. Com How I Met Your Mother indicada para melhor série cômica, Neil Patrick Harris finalmente poderá ganhar o emmy que lhe é de direito desde que começou a série.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Os coadjuvantes de 30 Rock:&lt;/span&gt; Enfim o reconhecimento para Jack MacBrayer, Tracy Morgan e Jane Krakowski. Indicações merecidas para todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O QUE NÃO GOSTEI&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Simon Baker:&lt;/span&gt; Provavelmente a surpresa mais desagradável do ano. Não vi The Mentalist. E não gostei. Com tantos nomes fortes na disputa, a escolha foi um tanto infeliz. Capaz até de ganhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- John Mahoney e Christina Hendricks:&lt;/span&gt; Já que Mad Men dominou a competição, por que uma das muitas indicações da série não foi para Hendricks? Essa mulher é uma deusa. E já que o elenco de In Treatment é o aspecto que todos gostam de dar indicações, por que diabos John Mahoney ficou de fora? O fato de William Shatner e Christian Clemenson viverem personagens essencialmente cômicos soa ainda mais ofensiva a exclusão de Mahoney.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- A categoria de atores convidados de drama:&lt;/span&gt; Como assim nenhuma indicação para Mad Men ou Breaking Bad? E Mark Moses?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- As categorias de roteiro:&lt;/span&gt; Ok, Mad Men é genial. Mas dominar a categoria com quatro indicações é ignorar muita coisa boa de outras séries geniais. O mesmo vale para a categoria de comédia, que é ainda mais grave, já que 30 Rock não esteve tão genial assim (eu ficaria com "Apollo, Apollo" e "Reunion") e só The Office deve ter tido metade de sua temporada superior a "Mamma Mia" ou "Kidney Now". Que tal limitar a no máximo 3 indicações por série nestas categorias?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Amy Ryan:&lt;/span&gt; Acho que não indicar Ryan por seu papel em The Office deve ter sido ainda mais absurdo que ignorar Mahoney... inexplicável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Battlestar Galactica &amp;amp; Friday Night Lights&lt;/span&gt;: grandes séries esquecidas. Pior ainda para BSG, que não terá mais chances de reconhecimento e se despede com uma indicação para o season finale de melhor direção. Globo de Ouro, cadê você?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 20 de Setembro saberemos os vencedores. Posto meus palpites sobre quem vencerá outro dia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-2572144890889685212?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/2572144890889685212/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=2572144890889685212&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/2572144890889685212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/2572144890889685212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/07/comentando-as-indicacoes-ao-emmy-2009.html' title='Comentando as Indicações ao Emmy 2009'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-4437728953315016344</id><published>2009-07-12T23:04:00.003-02:00</published><updated>2009-07-12T23:08:57.203-02:00</updated><title type='text'>Previsões para o Emmy 2009</title><content type='html'>Estou postando palpites e comentários sobre as indicações ao Emmy (que saem na próxima quinta-feira) lá no &lt;a href="http://www.comentariosemserie.com/"&gt;Comentários em Série&lt;/a&gt;. Está lá primeiro, até porque o camarada &lt;a href="http://pontoincolor.blogspot.com/"&gt;Fuzii&lt;/a&gt; quem está deixando os posts decentes, com fotos dos candidatos. Depois atualizo este post aqui com todos os palpites.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas sintam-se à vontade pra irem lá deixar seus pitacos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-4437728953315016344?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/4437728953315016344/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=4437728953315016344&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/4437728953315016344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/4437728953315016344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/07/previsoes-para-o-emmy-2009.html' title='Previsões para o Emmy 2009'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-4791329298197212824</id><published>2009-07-07T04:05:00.005-02:00</published><updated>2009-07-07T04:50:47.083-02:00</updated><title type='text'>Filmes Vistos em Junho</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No mês de junho, este blog foi abandonado e o cinema também. Alcancei nova marca história, com incríveis três filmes vistos - embora não tenham sido três filmes incríveis. Um vexame que não se repetirá mais (estamos no dia 7 de julho e já vi o triplo disso este mês).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao blog, espero postar em breve previsões e opiniões sobre as indicações ao Emmy, que saem na semana que vem. Exercício de futilidade que adoro, então os filmes, ao menos neste espaço, vão esperar um pouco mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o mês foi fraco, ao invés de apenas listar o que vi, brevíssimos comentários sobre os três filmes &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;legais&lt;/span&gt; que vi:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Operação Valquíria, de Bryan Singer (2008)&lt;/span&gt; - filme muito do competente, em que Singer mostra suas qualidades (e limitações) na narrativa de um evento histórico extraordinário. O filme, por sua vez, não parece sair do ordinário, mas a decupagem é de um classicismo invejável para um operário padrão de hollywood. Singer deixa a gente ver o filme, os planos respiram e a montagem cria momentos de suspense e tensão muito bons. Muito bom também o início, com uma narração em alemão dando lugar, sutilmente, ao inglês e o rosto do galã Tom Cruise. Há aí um inusitado respeito histórico e expõe o artifício que todo mundo conhece, alguns reclamam, mas que no fundo não importa: as tramas dos outros que os americanos tomam pra si e de repente você vê todo um povo estrangeiro falando em inglês. E com gente bonita demais no papel. Cruise, aliás, mostra mais uma vez o grande ator que é. Espero que tenha recuperado sua sanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pagando Bem, Que Mal Tem?, de Kevin Smith (2008)&lt;/span&gt; - Não sou fã do Kevin Smith, cujos melhores momentos são uns diálogos "ixpertos" que vez por outra existem em seus filmes, mas no geral tem uma visão nerd e adolescente da vida. Este último começa bem e engraçado, e as presenças de Rogen e Robinson mostram uma certa influência da trupe do Apatow. Mas do meio para o fim, o romance se insinua e o sexo vira uma questão de moral para os protagonistas. Smith acaba mostrando mais uma vez ser bem "ousado" no linguajar, mas careta na hora de resolver os conflitos. Fatou coragem. De qualquer forma, Elizabeth Banks é uma gracinha, é bom ver Jason Mewes engraçado não sendo Jay e Justin Long rouba as poucas cenas que tem, fazendo a gente lamentar seu pouco tempo de tela. Punheteiros dos anos 80 e 90 também poderão relembrar os velhos tempos com a participação da ex-estrela pornô Traci Lords, no papel de Bubbles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Coraline, de Henry Selick (2009)&lt;/span&gt; - Não morro de amores por animações, nem mesmo com algo tão simpático como esta, influência direta de Tim Burton. Coraline é o tipo de coisa que mostra o quanto Dreamworks e Fox ainda estão longe de fazer animações inteligentes, traz mensagens bem claras e interessantes (a vida não é feita apenas de prazeres, há as responsabilidades e necessidade de conviver com o outro, aceitando-o como esse outro é), o choque entre realidade e fantasia cria momentos bonitos de terror (para crianças menores, certamente) e a criação visual e simbólica é muito boa (a "Outra Família" com botões no lugar de olhos, por exemplo). No entanto, vejo isso tudo com distanciamento, realmente não consigo me envolver. Mas é altamente recomendável.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-4791329298197212824?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/4791329298197212824/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=4791329298197212824&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/4791329298197212824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/4791329298197212824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/07/filmes-vistos-em-junho.html' title='Filmes Vistos em Junho'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-3649889752482383699</id><published>2009-06-01T10:32:00.003-02:00</published><updated>2009-06-06T23:12:34.030-02:00</updated><title type='text'>Filmes Vistos em Maio</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;(Editando: Acabei me esquecendo de listar "Um Homem Bom" entre os filmes vistos deste mês. Como não me lembrei dele, já dá pra imaginar em que categoria ele está...)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25 filmes vistos num mês pode não ser um número invejável pra alguns, mas foi minha melhor marca este ano até agora. Na verdade, a melhor desde Outubro quando vi 63 filmes (60 deles na Mostra de SP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez a ordem de preferência e as categorias em que divido os filmes não faz jus a certos filmes. "Three Times", por exemplo, traz três histórias diferentes, sem relação nenhuma entre elas (mesmos atores, mas momentos históricos, situações e personagens distintos) e a primeira delas é uma obra-prima absoluta, lindíssima. Mas os outros 2/3 do filme, embora excelentes, não chegam ao mesmo nível. Daí ter sido classificado apenas como um grande filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outros casos pode parecer estranho, como "Romance" estar numa categoria superior a de "Café Lumiere", filme de maiores pretensões e complexidade, mas o filme de Arraes me trouxe uma sessão das mais agradáveis (e era revisão), enquanto o de Hsiao-Hsien não me conquistou (sem dúvida a obra merece ser vista em tela grande, com imagem e sons apropriados).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há ainda os desníveis dentro de uma mesma categoria: "Wendy and Lucy" é um filme que achei fraco, meio que um sintoma de um certo cinema "cabeça", influenciado por Gus Vant Sant e irmãos Dardenne (o anterior da diretora Kelly Reichardt, "Old Joy", já era um "Vant Sant sem talento"), mas bem menos indigesto que "Quanto Vale ou é Por Quilo?", um dos filmes mais irritantes que já tive o desprazer de ver. Ambos estão nas mediocridades vistas, mas o filme de Reichardt é bem superior que o filme de Sérgio Bianchi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, aqui vai a lista mais ou menos em ordem de preferência:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;As obras-primas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. As Coisas Simples da Vida, de Edward Yang (2000)&lt;br /&gt;2. O Buraco, de Tsai Ming-Liang (1998)&lt;br /&gt;3. Intervenção Divina, de Elia Suleiman (2002)&lt;br /&gt;4. Pickpocket, de Robert Bresson (1959)&lt;br /&gt;5. Os Guarda-Chuvas do Amor, de Jacques Demy (1964)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os grandes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Two Lovers, de James Gray (2008)&lt;br /&gt;7. Three Times, de Hou Hsiao-Hsien (2005)&lt;br /&gt;8. O Prisioneiro da Grade de Ferro, de Paulo Sacramento (2004)&lt;br /&gt;9. Guerra ao Terror, de Kathryn Bigelow (2008)&lt;br /&gt;10. Peões, de Eduardo Coutinho (2004)&lt;br /&gt;11. A Cidade das Dores, de Hou Hsiao-Hsien (1989)&lt;br /&gt;12. A Mosca, de David Cronenberg (1986)&lt;br /&gt;13. Romance, de Guel Arraes (2008)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os legais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14. Café Lumiere, de Hou Hsiao-Hsien (2003)&lt;br /&gt;15. As Férias do Sr. Hulot, de Jacques Tati (1953)&lt;br /&gt;16. Religulous, de Larry Charles (2008)&lt;br /&gt;17. Ouro Carmim, de Jafar Panahi (2003)&lt;br /&gt;18. Os Estranhos, de Bryan Bertino (2008)&lt;br /&gt;19. Ser e Ter, de Nicolas Philibert (2002)&lt;br /&gt;20. Sim Senhor, de Peyton Reed (2008)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os medíocres&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21. Rede de Mentiras, de Ridley Scott (2008)&lt;br /&gt;22. Wendy and Lucy, de Kelly Reichardt (2008)&lt;br /&gt;23. Quart4 B, de Marcelo Galvão (2005)&lt;br /&gt;24. Um Homem Bom, de Vicente Amorim (2008)&lt;br /&gt;25. Quanto Vale ou é Por Quilo?, de Sérgio Bianchi (2005)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-3649889752482383699?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/3649889752482383699/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=3649889752482383699&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/3649889752482383699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/3649889752482383699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/06/filmes-vistos-em-maio.html' title='Filmes Vistos em Maio'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-1245458033866614212</id><published>2009-05-28T00:02:00.002-02:00</published><updated>2009-05-28T00:05:00.329-02:00</updated><title type='text'>Season Finales - Parte 1</title><content type='html'>&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;Mês de maio se encerrando e praticamente todas as séries que vejo já tiveram suas temporadas encerradas. Ainda atrasado em algumas, segue breves comentários do que já vi:&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;24 Horas&lt;/span&gt; – Um ótimo final para uma temporada apenas boa. Toda a trama fez sentido desta vez, ao contrário da bagunça que foi a temporada anterior. O problema esteve o tempo todo nos diálogos risíveis, no número excessivo de personagens irritantes (o que diabos era Janeane Garofalo?!) e na insistência do ultra batido “há algo maior por trás disso tudo”. Além do mais, um total desastre a Presidente Taylor, cuja única grande decisão foi justamente no season finale. Cherry Jones é uma grande atriz, mas sua personagem se resumiu a uma inútil que não parava de repetir o óbvio na Casa Branca: “Você está me dizendo blablabla?”, “É prioridade blablabla!” Troque blablabla por toda situação que ocorreu nessa temporada e que o espectador já sabia que estava acontecendo.  &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;De qualquer forma, tivemos vários episódios tensos e ideologicamente os autores traçaram um caminho interessantíssimo do início ao fim da temporada, deixando claro seu posicionamento diante de temas polêmicos habituais da série como a tortura e o pragmatismo sem limites. Se o que fizeram com Tony Almeida ao final da temporada foi meio duro de engolir, não faltou coerência no reestabelecimento da CTU ou no trajeto de Renee Walker para se tornar uma Jack Bauer de saias. E se a série a todo momento parecia legitimar os atos de Bauer, o próprio protagonista dá um precioso conselho a Walker no último episódio que, junto com a decisão da Presidente Taylor, traz uma boa discussão sobre a responsabilidade do indivíduo e do Estado. E pra quem chama a série de reacionária e fascista, basta como resposta aquela ótima sequência em que Jack pede pelo apoio espiritual, não de um líder religioso cristão, mas de um muçulmano. No fim, a série manteve o que há de melhor nas suas entrelinhas desde a primeira temporada, mas não alcançou os níveis de adrenalina e de brilhantismo das tramas de conspiração que fizeram sua fama.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;The Big Bang Theory&lt;/span&gt; – Não é sempre que os roteiristas acertam nessa sitcom. Na verdade, com exceção de Sheldon, não há nada a se gostar em “Big Bang Theory”. Talvez uma ou outra participação de Raj, mas no geral as piadas que sobram para os demais personagens são tolas, infantis e repetitivas. Por exemplo, é só Sheldon falar de algo que o incomoda que lá está Leonard com algum comentário bobo insinuando que Sheldon o incomoda. Aliás, os atores que fazem Leonard e Penny são muito fracos e nas raras vezes que fazem rir é por conta de um diálogo inspirado e não por suas atuações. O season finale não trouxe gancho nenhum (ao contrário da temporada anterior que iniciava um romance entre Penny e Leonard – que acabou não resultando em nada interessante também). O que fica mesmo de aproveitável é o Jim Parsons como uma grata surpresa vivendo o neurótico-obssessivo-compulsivo-ultra-mega-nerd-brilhante Sheldon. Sempre divertido de se ver, essa temporada trouxe alguns momentos realmente marcantes do personagem (com destaque absoluto para sua reação ao ganhar de Penny um autógrafo do Leonard Nimoy). De qualquer forma, a série não pode sobreviver por muito tempo dependendo de Sheldon. Sitcons sobrevivem de personagens carismáticos e diálogos engraçados também.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Chuck &lt;/span&gt;– Ao contrário de muitos, não morri de amores pela fase final desta segunda temporada. Na verdade, o melhor de “Chuck” ficou mesmo no início, com episódios como “Chuck vs. The Seduction” e o arco que envolvia Jill. Mas os dois últimos episódios foram bem melhores do que os anteriores, que me irritavam profundamente com a repetição de situações (Chuck se mete em enrascadas exatamente da mesma forma em quase todos os episódios) e do drama do protagonista que insistia em choramingar que Orion era a única pessoa que poderia tirar o Intersect da sua cabeça. Zachary Levi é excelente comediante, mas os momentos de seriedade realmente me incomodavam. Junta-se, claro, ao maldito segmento Buy More, onde nada se salvava. Como as pessoas acham graça em Morgan, Big Mike e a dupla Jefster é algo tão misterioso pra mim quanto pessoas que se divertem com Zorra Total ou A Turma do Didi. Juro que não consigo ver diferença de uma coisa pra outra. Com tanta chatice, salva-se, além de Levi, Adam Baldwin e Ryan McPartlin (a participação de Awesome nos últimos episódios foi nada menos do que... err... awesome), e a incrível beleza de Sarah Lancaster (tá, Yvonne Strahovski é linda também). O big fuckin' twist do season finale promete dar um novo gás a série que, a princípio, só retorna ano que vem com uma temporada mais curta de 13 episódios.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;How I Met Your Mother&lt;/span&gt; – Season finales de How I Met Your Mother inevitavelmente voltam a abordar o tema que dá nome a série. Durante a temporada, pouco se desenvolve e se fala na mãe misteriosa dos filhos de Ted, o que permite focar histórias em Barney, Marshal, Lily e Robin, todos mais engraçados e interessantes que o protagonista. Então, season finales acabam não sendo os melhores momentos da temporada, porque simplesmente o grande mistério não interessa tanto quanto as gargalhadas provocadas pelos demais personagens. Acho que a melhor solução é apresentar logo esta mãe dos meninos e continuarmos com histórias divertidas envolvendo todos. E dane-se o título da série. Prison Break manteve o seu nome mesmo depois dos personagens saírem da prisão. O season finale finalmente trouxe uma das histórias mais aguardadas pelos fãs, que é aquela em que envolvia uma cabra. Havia tanta expectativa criada, que pra mim acabou sendo um pouco frustrante, simplesmente por ter vindo em um episódio que não foi tão engraçado como o da temporada anterior em que Ted confundia o envolvimento da cabra com seu aniversário de um ano antes. Seja como for, a temporada foi excelente, com poucos episódios inspirados, e um número enorme de gargalhadas que supera em muito outras comédias que assisto. E se Neil Patrick Harris não ganhar prêmios desta vez (seu timing cômico no papel de Barney foi insuperável nesta terceira temporada), não ganha mais nunca.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Lost &lt;/span&gt;– Season finales de Lost sempre me deixam apreensivo. Desde sempre a série segue uma linha narrativa difícil de se prever, não apenas surpreendendo no que acontece, mas como acontece e quando acontece, tornando a experiência de ver seus finais de temporada (momento que a série toma novos rumos) sempre algo fascinante, mesmo que aqueles caminhos tomados não sejam do nosso agrado (a roda de burro na quarta temporada o exemplo mais chamativo). A abertura de “The Incident”, com dois homens travando um diálogo que revela uma relação misteriosa e amarga entre os dois, enquanto vêem um navio chegando à ilha, é um destes momentos que só Lost pode nos dar: novos e inesperados personagens surgem, mudam a configuração das coisas, expande a mitologia da série e, claro, traz mais mistérios para os fãs especularem bastante.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;Acho que foi meu season finale predileto depois de “Through the Looking Glass” e não apenas porque o que foi revelado retoma aspectos presentes na primeira temporada (a luta entre dois lados, como Locke mostra a Walt o gamão no episódio piloto) dando uma coerência necessária ao todo e um tom mítico e grandioso ao que realmente se passa naquela ilha, mas porque este conflito encontra ressonância nos dilemas dos personagens que parecem se encontrar no meio de uma disputa milenar entre forças que parecem testar e experimentar a humanidade. Esse fator religioso está presente não só no que o homem sem nome diz sobre o círculo vicioso de exploração e violência dos homens (rebatido por Jacob com a certeza de que tudo é aprendizado), mas na ótima participação de Bernard e Rose, que aparecem em perfeita comunhão com a natureza. O porém do episódio fica por conta do quadrado amoroso que teve mudanças repentinas de comportamento e que quase quebrou o ótimo clímax do fim do episódio. Pode-se criticar a explosão final por não ser algo surpreendente, mas ao contrário do final da primeira temporada (quando também já sabíamos que a escotilha seria aberta), fica um forte clima de “e agora?”, especialmente por conta da suposta morte de Jacob, cuja últimas palavras foram “eles estão chegando”. E tenho certeza que a explicação para isso (com o contato físico de Jacob e os losties, mais os objetos dados a eles) será bem satisfatória.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;The Office&lt;/span&gt; – Um season finale que não foi tão brilhante quanto os melhores episódios da temporada, mas que fecha com chave de ouro este que talvez seja o melhor momento da série. E isso não é pouco, já que The Office se tornou a minha comédia predileta da tv desde sua fantástica segunda temporada. Depois de uma quarta temporada infeliz, a atual vem desde o início, com a grande participação de Amy Ryan, surpreendendo pela impressionante capacidade de aliar humor inteligente e pequenos momentos dramáticos com perfeição, devendo-se muito ao desenvolvimento de todos os personagens que, a esta altura, o espectador fiel já sabe identificar todas as características que lhe são peculiares – e muitas vezes a graça vem exatamente desta identificação. Será lamentável se a série e Steve Carrell perderem os prêmios este ano para 30 Rock e Alec Baldwin, por melhor que estes sejam. Michael Scott teve um desenvolvimento incrível nesta temporada, tanto na sua relação com Holly, quanto no genial arco envolvendo a Michael Scott Company Paper, tendo comportamentos hilários e inesperados, ao mesmo tempo com total coerência com a personalidade construída ao longo da série. Sem dúvida, uma das melhores séries da atualidade, entre dramas e comédias.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;Estou bastante atrasado com outras séries, mas pretendo escrever uma parte 2 envolvendo Breaking Bad, In Treatment, House, 30 Rock e Dollhouse.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-1245458033866614212?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/1245458033866614212/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=1245458033866614212&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/1245458033866614212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/1245458033866614212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/05/season-finales-parte-1.html' title='Season Finales - Parte 1'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-2270843661765555422</id><published>2009-05-27T19:26:00.002-02:00</published><updated>2009-05-27T19:47:14.055-02:00</updated><title type='text'>Sobre Cannes</title><content type='html'>&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;Festival de Cannes passou e acabei não escrevendo nada aqui. Difícil comentar resultados já que, ao contrário do Oscar, não vimos filme nenhum. Mas é irresistível a torcida pelos cineastas que admiramos e, levando isso em conta, não me empolgou a Palma para o novo filme de Haneke. Admiro seus filmes, mas com certa distância, não houve nada dele até agora que me causasse impacto (talvez um pouco de choque com o Funny Games, mas este vi há uns 10 anos atrás, não sei como seria hoje).&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;De qualquer forma, Haneke já era um candidato forte antes mesmo de ter seu White Ribbon exibido: esteve muito perto por duas vezes (A Professora de Piano e Cachè), em outra foi prejudicado pela polêmica causada (o cineasta Nanni Moretti ameaçou se retirar do júri em 97, caso algum prêmio fosse dado a Funny Games) e a presidente do júri deste ano foi ninguém menos que Isabelle Huppert, a própria professora de piano (e que também fez Tempo de Lobos com ele), claramente defensora do cinema de Haneke. Com cheiro de marmelada, justiça seja feita: The White Ribbon foi bastante elogiado pela crítica, ainda que não tenha sido o mais admirado.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;Para muitos, o maior choque foi o prêmio de diretor, dado ao filipino Brillante Mendoza por Kinatay, filme tido como extremamente violento e que teve algumas das piores críticas da Competição. Roger Ebert, o mais famoso crítico americano, chegou a escrever que tinha que pedir desculpas a Vincent Gallo por ter chamado The Brown Bunny o pior filme já exibido na história de Cannes após ver o filme de Mendoza. Mas não fiquei surpreso: críticos brasileiros que admiro, como Kleber Mendonça e Eduardo Valente, elogiaram bastante Kinatay, além de Quentin Tarantino que, em entrevista durante o Festival, disse que o filme filipino era o melhor que ele tinha visto na competição. Além do mais, o filme anterior de Mendoza, Serbis, causou mesma polêmica e péssimas críticas ano passado, e é ótimo. Huppert e seu júri, que anunciaram em coletiva defender projetos estéticos, certamente tem um olhar mais aberto e interessante para o cinema de todos os tipos. E que me desculpe Ebert, um crítico muito bom, mas Brown Bunny é ótimo e, portanto, Kinatay já é um dos filmes que mais aguardo para este ano.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;O outro choque do ano foi o prêmio de melhor atriz para Charlotte Gainsbourg pela mais nova polêmica de Von Trier, "Anticristo". Dizem que na discussão final dos prêmios, boa parte do júri havia detestado o filme, que teve total suporte de Huppert. O cineasta James Gray teria chamado a atriz de "fascist bitch", o que não a impediu de garantir o prêmio de atuação para Gainsbourg que, dentre outras coisas, protagoniza no filme uma cena onde tem o clitóris cortado fora. A boa piada que saiu disso é a respeito da notícia de que "Anticristo" poderá ter duas versões, uma mais amena: a versão com cortes é justamente a que não mostrará o corte. Polêmicas à parte, não me interesso por Von Trier desde Manderlay (não vi mais que 15 minutos de O Grande Chefe) e sei que o dinamarquês gosta mesmo é de chamar a atenção para si. Talvez veja seu filme, dependendo do meu estado de humor.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;De resto, não houve surpresas (talvez o prêmio de roteiro ir para o chinês Spring Fever, que quase ninguém se empolgou). Achei triste o prêmio especial para Alain Resnais, como se o júri se sentisse obrigado a premiar uma lenda viva do cinema, mesmo não achando que seu filme fosse merecedor de algo. Além de Kinatay e do filme de Resnais, aguardo ansioso pelo novo filme de Elia Suleiman, The Time that Remains, muito elogiado e acabou não levando nada. Minha expectativa é maior depois de ter revisto neste fim de semana seu absolutamente genial Intervenção Divina e seu divertido curta para o projeto A Cada um Seu Cinema. Os bastardos de Tarantino já era o filme que mais aguardava deste ano e, após as críticas, continua sendo. Segundo o crítico Eduardo Valente, o filme é excelente e deverá se beneficiar com os cortes que a produtora impôs a Tarantino, já que este teve apenas 2 meses para montar o filme para que ficasse pronto para Cannes. Quem sabe com os ajustes necessários, Bastardos Inglórios se torne a obra-prima que o diretor diz ter em mãos.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;Agora é aguardar que os filmes cheguem por aqui. Aparentemente, já estão com distribuição garantida os filmes de Haneke, Suleiman, Tsai Ming-Liang, Resnais, Chan Wook Park, Von Trier, Loach, Audriard, Jane Campion, Tarantino, Almodovar e Ang Lee. Outros  da competição que deram o que falar como Kinatay e o filme de Gaspar Noé ainda não foram garantidos. Espero estar lá na Mostra de SP deste ano pra conferir boa parte deles.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-2270843661765555422?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/2270843661765555422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=2270843661765555422&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/2270843661765555422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/2270843661765555422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/05/sobre-cannes.html' title='Sobre Cannes'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-4680500356581722298</id><published>2009-05-24T10:09:00.002-02:00</published><updated>2009-05-24T10:17:31.657-02:00</updated><title type='text'>No twitter</title><content type='html'>Me rendi ao twitter. Pra quem não anda com tempo e disposição pra escrever , como eu, 140 caracteres parece o ideal pra não deixar de se manifestar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos poucos que lêem isso aqui, passem por lá, sigam e sejam seguidos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://twitter.com/helioflores"&gt;http://twitter.com/helioflores&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-4680500356581722298?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/4680500356581722298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=4680500356581722298&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/4680500356581722298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/4680500356581722298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/05/no-twitter.html' title='No twitter'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-7602837239519459281</id><published>2009-05-15T12:10:00.004-02:00</published><updated>2009-05-15T20:15:30.233-02:00</updated><title type='text'>Top Filmes</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com muito atraso, defini o top 10 de 2008. Preferi correr do exercício de futilidade que é hierarquizar os filmes, então os listei em ordem alfabética. O resultado está aí ao lado e acabei tristemente deixando de fora alguns filmes merecedores de um top 10 (Juno, Ressaca de Amor, Wall-E), mas que não foram tão representativos pra mim quanto estes dez aí - ou até poderiam ser se eu tivesse feito isso outro dia ou os tivesse revisto. A se lamentar a ausencia de filmes nacionais na lista, quando em 2007 foram quatro presenças fortes: Linha de Passe e Romance foram os melhores que vi, mas não se equiparam aos demais da lista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a lista parcial de 2009 sai mais ou menos na ordem de preferência. Ainda não dá pra um top 20. De acordo com o &lt;a href="http://www.filmeb.com.br/portal/html/calendario09.php"&gt;calendário de estréias&lt;/a&gt; da Filme B, vi 25 filmes deste ano (alguns deles vistos na Mostra de SP), mas só com muita boa vontade pra dizer que certas coisas poderiam figurar entre os 20 melhores, ainda que seja numa lista parcial. O top 10 inclui apenas um filme que não passou nos cinemas e foi diretamente lançado em dvd (Segurando as Pontas) e por enquanto nenhum nacional (esperando o lançamento oficial de "Se Nada Mais Der Certo", do Belmonte, visto na Mostra e que gostei muito).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já os piores, acho que não merecem ser lembrados e devem ser esquecidos o quanto antes. Mas registro que, pra mim, as três maiores atrocidades lançadas até agora e que tive o desprazer de ver foram: "Sinédoque, Nova Iorque", "Quem Quer Ser um Milionário?" e "O Visitante".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-7602837239519459281?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/7602837239519459281/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=7602837239519459281&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/7602837239519459281'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/7602837239519459281'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/05/top-filmes.html' title='Top Filmes'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-7463145833907815538</id><published>2009-05-02T03:13:00.004-02:00</published><updated>2009-05-02T21:55:59.971-02:00</updated><title type='text'>Vários</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Algumas coisinhas do meu mundo audiovisual:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Maldito Coração&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; Dia desses, Michele e um amigo (Tulião!) estavam assistindo a "Maldito Coração" da Asia Argento e acabei revendo uns trechos. É um filme impressionante sobre uma criança e sua mãe porra-louca. O menino é espancado, drogado, esquecido pelas ruas, abusado pelos namorados da mãe. Num período de "descanso", vai morar com o avô fundamentalista cristão que o torna um vendedor da palavra divina pelas ruas. Enfim, é o inferno só. A grandiosidade da obra está em não tornar o garoto uma vítima miserável e nem fazer desse inferno astral um fetiche escandaloso. Argento e sua camera conseguem captar com maestria todo esse jorro de sensações e experiências aterradoras que a criança prematuramente conhece (os atores que vivem o garoto são fantásticos) e as formas que ela usa para sobreviver a isso, além de estabelecer no fim das contas uma bizarra e bela história de amor entre mãe e filho. Sim, porque no fundo há uma relação de dependência e amor louco muito crível. O título original, aliás, é muito mais poético do que a suposta maldição que o título brasileiro quis dar: o coração é traiçoeiro acima de todas as coisas. Um grande filme.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;How I Met Your Mother - &lt;/strong&gt;No mês de abril, eu e Michele vimos a terceira e quarta temporadas dessa série hilária. As comparações com "Friends" são inevitáveis, por se tratar de um grupo de amigos encarando relacionamentos, empregos, etc, e que passam boa parte do tempo num bar tomando cerveja (há um episódio, inclusive, em que eles tentam curtir num café, mas acham entediante, numa clara alusão aos velhos tempos do Central Perk). Mas HIMYM tem muitos méritos próprios, usando e abusando do fato de suas histórias serem contadas em flashback por Ted, que em 2038 conta a seus dois filhos adolescentes como conheceu a mãe deles. É o pretexto para inúmeras sacadas geniais com o tempo narrativo (flashbacks dentro de flashbacks dentro de flashbacks), alterações dos acontecimentos de acordo com as intenções e percepções do narrador, etc. Outra grande atração é Neil Patrick Harris que torna fascinante e engraçadíssimo um personagem altamente desprezível (que comete as maiores barbaridades com uma infinidade de mulheres, além de um emprego de muitas atividades obscuras). Harris tem se superado nas muitas facetas de Barney (atualmente apaixonado por uma personagem) e nem os piores momentos da série consegue tirar a graça do sujeito, que sempre nos traz brilhantes teorias e métodos de se dar bem com uma mulher. E se os outros personagens não são tão legen... wait for it... dary!!, também são muito engraçados e vividos por grandes atores: Marshall e Lilly (o fantástico Jason Segel e Alyson Hannigan) formam o casal mais fofo da tv e Cobie Smulders no papel de Robin melhorou bastante em relação às primeiras temporadas. Apenas Josh Radnor, justamente o protagonista Ted, que não se destaca, mas também não compromete.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Taiwan - &lt;/strong&gt;Amigo me abastece de filmes (inexistentes em dvd no Brasil, mas disponíveis nos EUA para quem quiser se esbaldar no Amazon) dos taiwaneses Hou Hsiao-Hsien e Tsai Ming-Liang, considerados dois dos maiores nomes do cinema atual. De Hou, até agora vi "Millenium Mambo", que junto com "A Viagem do Balão Vermelho" (único filme que eu já tinha visto do cara), me mostra qual é a do diretor: um perfeito timing para captar momentos das vidas de seus personagens. A camera se movimenta de pontos específicos, acompanhando o vai e vem de pessoas em seus cotidianos, numa precisão cirúrgica de enquadramentos que impressiona não apenas pela beleza plástica, mas também pelo efeito causado. O espectador consegue sentir a vida pulsar ali na tela (e a &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=sHLQjR8sb8Q"&gt;abertura&lt;/a&gt; de "Millenium Mambo" é um espetáculo a parte). Já o cinema de Tsai é bem mais incômodo. Sua camera é muitas vezes fixa, de planos prolongados em ambientes fechados. Facilmente podem causar irritação ou esgotamento de quem assiste, não apenas por uma suposta lentidão, mas por trazer gente com vidas tediosas e sem saber relacionar umas com as outras, especialmente em família. No meio disso, água em abundância, como elemento de opressão ou simbólico de desejos e emoções prestes a aflorar. Em "Rebeldes do Deus Neon", a água que vem de baixo e inunda o apartamento de um protagonista; em "O Rio", a água que vem de cima, da chuva que não pára de pingar no quarto do pai, além do rio que causa no filho uma dor misteriosa que o faz andar como um morto-vivo pela cidade. São filmes cruéis, com um quê de desesperança, e que fascinam justamente pelo incômodo que causam. Verei mais em breve.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;The Tudors - &lt;/strong&gt;Comecei a ver a segunda temporada e se alguém me perguntar porque vejo essa série, não saberei responder. Fraca, com atores e texto ruins, insistindo numa suposta narrativa de eventos históricos (com muitos erros grosseiros) sem um aprofundamento devido  (nem de tramóias políticas ou de personagens) ou mesmo com alegorias para os nossos tempos. A abertura é muito engraçada, com o elenco lançando olhares sérios e gravíssimos para a camera. E ainda assim eu assisto. Vai entender.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Verão Americano &lt;/strong&gt;- A temporada de filmes barulhentos que movimentam muito dinheiro começou com o lançamento mundial de "Wolverine" neste fim de semana. E que não verei no cinema, como muitos outros filmes: o moviecom de minha cidade (única rede de cinemas daqui), como se não bastasse as péssimas projeções de imagem e som, gosta de exibir o maior número possível de filmes dublados. Então o jeito é esperar o dvd (ou se a crise financeira deixar, o blu-ray). Só para constar, a minha listinha de filmes aguardados desse período, em ordem de lançamento: Terminator Salvation (porque ao contrário do que muitos acham, McG é um puta diretor), Drag Me to Hell (porque Sam Raimi volta ao genero que o lançou), Year One (porque é Harold Ramis dirigindo Jack Blak e Michael Cera), Public Enemies (porque tem tudo pra ser um dos melhores filmes do ano), Funny People (Judd Apatow diz alguma coisa?) e, se final de agosto ainda conta, Inglorious Basterds (porque Tarantino deve ser o cineasta americano que mais fez obras-primas nos últimos 15 anos, com 100% de aproveitamento). Não acrescentei o novo de Woody Allen porque não é bem a cara de verão americano. E apesar de gostar de quase tudo da Pixar, nunca fico empolgado para ver suas novas animações. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-7463145833907815538?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/7463145833907815538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=7463145833907815538&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/7463145833907815538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/7463145833907815538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/05/varios.html' title='Vários'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-7759477494654042474</id><published>2009-05-01T17:51:00.002-02:00</published><updated>2009-05-01T18:42:11.766-02:00</updated><title type='text'>Filmes vistos em Abril</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais um mês de pouco cinema, tão ruim quanto fevereiro. Foram 12 filmes vistos, mas dessa vez não posso culpar o trabalho ou a faculdade, e sim as séries de tv: nada menos que 102 episódios vistos de uns 15 programas diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se foi ruim em quantidade, certamente não o foi em qualidade (com exceção de uma porcaria que tive que ver em sala de aula). Em ordem, mais ou menos, de preferência:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;As obras-primas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Rebeldes do Deus Neon, de Tsai Ming-Liang (1992)&lt;br /&gt;2. Millenium Mambo, de Hou Hsiao-Hsien (2001)&lt;br /&gt;3. O Rio, de Tsai Ming-Liang (1997)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os grandes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Titicut Follies, de Frederick Wiseman (1967)&lt;br /&gt;5. Tartufo, de F. W. Murnau (1925)&lt;br /&gt;6. Scarface - A Vergonha de uma Nação, de Howard Hawks (1942)&lt;br /&gt;7. O Baile dos Bombeiros, de Milos Forman (1967)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os legais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. If..., de Lindsay Anderson (1968)&lt;br /&gt;9. Os Doze Condenados, de Robert Aldrich (1967)&lt;br /&gt;10. Os Amores de uma Loira, de Milos Forman (1965)&lt;br /&gt;11. Assalto ao Trem Blindado, de Enzo G. Castellari (1978)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O medíocre&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. Poder e Luxúria, de Antonio Hernández (2006)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-7759477494654042474?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/7759477494654042474/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=7759477494654042474&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/7759477494654042474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/7759477494654042474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/05/filmes-vistos-em-abril.html' title='Filmes vistos em Abril'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-3949804659545405959</id><published>2009-04-25T02:55:00.002-02:00</published><updated>2009-04-25T04:17:15.138-02:00</updated><title type='text'>Cannes e Susan Boyle</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sem a mínima inspiração pra escrever para o blog neste mês, duas coisinhas desta última semana:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cannes 2009&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lista oficial saiu ontem e a promessa é de que seja uma das melhores edições dos últimos anos. Embora sejam os suspeitos de sempre, a diferença é que quase todos resolveram lançar suas novas pérolas no mesmo ano: Tarantino, Von Trier, Almodovar, Haneke, Loach, Ang Lee, Gaspar Noe, Resnais (provavelmente o grande nome da competição), Belocchio, Suleiman, Campion, Tsai Ming Liang, Johnnie To... um grupo impressionante. Resta saber quantos cumprirão as expectativas. Gostei de ver a inclusão do novo do filipino Brillante Mendoza, que ano passado competiu com o ótimo "Serbis" e que foi destruído pela maior parte da crítica. Ou seja, os organizadores do festival não dão muita bola pra esse tipo de gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das coisas divertidas antes da premiação é ficar imaginando quais serão os favoritos baseando-se na figura do presidente do júri. No caso deste ano, a maravilhosa atriz Isabelle Huppert. Uma coisa já pode se supor: nada de prêmios para "Bastardos Inglórios", uma vez que Huppert já declarou que não gosta do cinema de Tarantino. Como a boa professora de piano, muita gente já deve estar pensando em Haneke, enquanto o fato do júri ser composto por mulheres em sua maioria, outros tantos estão pensando em Almodovar. Ambos são queridinhos do festival que nunca ganharam a Palma de Melhor Filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil estará presente com o novo de Heitor Dhalia (argh!), "À Deriva", na mostra paralela "Um Certo Olhar", e com o curta-metragem "SuperBarroco", de Renata Pinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O fenômeno Susan Boyle&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não costumo dar importância pra esse tipo de coisa, mas o tal vídeo da Susan Boyle já encheu o saco. Esta semana já dei de cara com isso umas quatro vezes em locais diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vídeo é de uma cretinice enorme por dois motivos: a manipulação barata e a ideologia triste por trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, a manipulação. Coisa comum, claro, mas parece que as pessoas não percebem e nem querem perceber. Coloca-se alguém no palco que está longe dos padrões que aceitamos de "sucesso": não é bonita, nem jovem, sozinha, nunca namorou, etc. Mas claro que tem uma voz linda - coisa que os produtores do programa obviamente sabem, talvez até mesmo os jurados. E aí prepara-se o circo, dando a entender que estamos diante de mais um freak ou loser. Mas aí ela canta. E é lindo. A platéia enlouquece, os closes nos jurados são fundamentais: afinal, eles são os detentores do conhecimento e se eles se impressionam, como nós meros mortais não iremos nos impressionar?  Tudo é orquestrado para o público se emocionar ao máximo. E, claro, as pessoas choram, se arrepiam, indicam para os amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O triste desta história é a perpetuação de uma idéia horrorosa. Dizem que este é um ótimo exemplo contra uma sociedade que valoriza ideais de beleza e se importa muito com aparências. Mas não é nada disso. Porque Susan Boyle tem algo que se enquadra no que nossa sociedade valoriza: uma bela voz. Imaginem se ela não cantasse bem. Seria mais uma das várias pessoas que são avacalhadas nesse tipo de programa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorte, então, que ela canta bem. Nossa sociedade é altamente excludente, celebra o individualismo e, no processo, diminui a "potência de vida" (só pra usar os termos de um professor) de todos que não possuem uma qualidade extraordinária, como a aparência física, uma bela voz, uma aptidão especial para esportes, um talento ou algum tipo de trabalho super valorizado e de destaque no mercado. E se vivemos num lugar assim, é claro que vamos nos emocionar quando descobrimos que uma aparente zé-ninguém (tendo essa imagem potencializada pela manipulação da linguagem televisiva) se mostra dotada de uma  qualidade especial. É catártico. Realizamos nossas fantasias através dela. E ainda fingimos que isso é uma cutucada nos valores indecentes da sociedade! "Tá vendo? Ela é feia, velha e sozinha, mas tem um dom!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tadinhos dos que não tem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como eu disse lá no início, normalmente evito me importar com esse tipo de coisa. Triste mesmo é quando isso invade o meio acadêmico: ano passado, uma professora nos mostrou o vídeo do gordinho e tímido Paul Potts, o "Susan Boyle 2007". E alguns colegas assistiam com aquela cara de choro e admiração. E eu apenas desejando ter um talento parecido e impressionar a professora a ponto de ela me liberar do restante da disciplina. Infelizmente não foi o caso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-3949804659545405959?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/3949804659545405959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=3949804659545405959&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/3949804659545405959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/3949804659545405959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/04/cannes-e-susan-boyle.html' title='Cannes e Susan Boyle'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-4011225016082926946</id><published>2009-04-11T22:05:00.004-02:00</published><updated>2009-04-12T14:06:11.805-02:00</updated><title type='text'>Melhores Episódios de Março</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Sempre listo os filmes vistos no mês, mas não faço o mesmo com as séries. Também pudera, se já é difícil uma ordem de preferência para 20 filmes, imaginem hierarquizar mais de 40 episódios das mais variadas e diferentes séries.&lt;/span&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Mas fazendo uma visita ao &lt;/span&gt;&lt;a style="FONT-FAMILY: arial" href="http://blogdovinicius.wordpress.com/"&gt;blog do Vinicius&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;, acabei decidindo roubar sua idéia de listar, pelo menos, os 10 melhores episódios vistos no mês. Acho que vou manter uma regra de limitar para apenas os episódios exibidos pela primeira vez no mês em questão. Assim, ficam de fora séries que não estou atualizado ou já finalizadas. Não estou atualizado, por exemplo, com "How I Met Your Mother", "Chuck" ou "House". A primeira porque a descobri tardiamente - e vendo agora a fantástica 3ª temporada, vai ser o jeito uma menção honrosa pra série no mês que vem. As outras duas porque não fiquei empolgado para continuar, faltando uns 4 ou 5 episódios de cada para me atualizar.&lt;/span&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"House" passa pelo seu pior ano, disparado, enquanto "Chuck" tem me irritado profundamente com seus risíveis personagens da Buy More e uns roteiros capengas tão distantes da esperteza que vários episódios desta temporada já mostraram. Vejo muitos elogios para os episódios mais recentes, mas como falaram bem do último que vi e que eu achei bem fraco ("Chuck vs. The Best Friend"), dei um tempo. Quem sabe ainda este mês eu tiro o atraso.&lt;/span&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Mas voltando ao tema do tópico, os melhores episódios que vi em Março, em ordem crescente de qualidade:&lt;/span&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-FAMILY: arial"&gt;10. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1091237/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;24 7x12 - "&lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: arial"&gt;7:00pm-8:00pm&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Uma temporada aparentemente exclusiva para os fãs hards da série. Os diálogos estão sendo os piores possíveis (embora a atriz Cherry Jones seja muito boa, a presidente é uma inútil que só fala o óbvio), muitos personagens irritantes de tão burros e algumas situações que forçam a barra legal. Ainda assim, como fã absoluto da série (apesar da excrescência que foi a 6ª temporada) me mantenho tenso do início ao fim de cada episódio. Talvez o que a torne tão interessante seja a gravidade dos atentados num nível frenético que só esta série pode nos dar. Neste episódio 12 chegamos ao ápice com um atentado dentro da própria Casa Branca, com a presidente dos EUA sendo refém. A clássica pergunta "E agora, Jack?" foi respondida satisfatoriamente. Vamos ver se o nível de satisfação também será bom com a atual situação do nosso torturador predileto.&lt;/span&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-FAMILY: arial"&gt;9.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1341555/"&gt;Lost 5x08 - "&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1341555/"&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: arial"&gt;LaFleur&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Uma temporada focada em viagens do tempo tinha tudo pra dar errado. Por enquanto não deu. Os inevitáveis paradoxos estão sendo cuidadosamente trabalhados (com Hurley mais uma vez sendo o porta voz dos autores numa divertida discussão com Miles em "Whatever Happened, Happened") e a série não perdeu o que tem de melhor: o tratamento dado a seus personagens e a capacidade de liberar revelações em pequenas doses, em detalhes, ao mesmo tempo que acumula mais questionamentos, enriquecendo e tornando mais divertida sua mitologia - é só pararmos de pensar no quanto tudo é ridículo, já nos alertou Eloise Hawkins. "LaFleur" deu uma pausa nas grandes revelações e focou no incrível amadurecimento de Sawyer, meu personagem favorito da série depois de Ben. E o fato deste amadurecimento ter vindo acompanhado de um relacionamento sério e duradouro seu com a minha terceira personagem favorita da série, Juliet, só tornou a coisa melhor. Nem mesmo o retorno da estraga-prazeres Kate diminuiu a qualidade do episódio. Na verdade, seria muito melhor se a Juliet se preocupasse com Jack: a troca de olhares entre o doutor e o golpista no final de "LaFleur" foi muito mais legal que entre este e a Sardenta.&lt;/span&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-FAMILY: arial"&gt;8.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1216525/"&gt;Dollhouse 1x06 - "&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1216525/"&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: arial"&gt;Man on the Street&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Uma pena que "Dollhouse" corre o risco de ser cancelada. Os problemas que podem levar a isso são vários e totalmente compreensíveis. Mas o principal é algo que me interessa na série: o incômodo que causa o fato de os mocinhos serem marionetes sem a menor idéia do que está acontecendo, enquanto os vilões são os únicos "conscientes" da trama. Isso acaba com qualquer possibilidade comercial e de fidelizar o telespectador. Os outros problemas realmente são terríveis: a dificuldade de articular tramas empolgantes, a mitológica Dollhouse sendo uma empresa incompetente em todo episódio e, principalmente, uma protagonista PÉSSIMA como a tal Dushku. Ainda assim, as entrelinhas de Joss Whedon às vezes são fascinantes e "Man on the Street" é uma prova de que o potencial está ali, só não está sendo utilizado. A idéia da reportagem com a população comentando sobre o mito da Dollhouse rendeu ótimos momentos cômicos e de reflexão crítica, um cliente transformando uma ridícula idéia de uso dos serviços da Dollhouse em algo comovente e triste (a incapacidade de superar a morte de um grande amor), além de revelações surpreendentes no final do episódio após boas sequencias de luta (que obviamente lembrou "Alias"). Até a Dushku esteve razoável aqui, inclusive me fazendo rir ("Porn!"). Mesmo assim, acredito que não durará muito. Uma pena.&lt;/span&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold;font-family:arial;" &gt;7.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1397941/"&gt;South Park 13x03 - "&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1397941/"&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic;font-family:arial;" &gt;Margaritaville&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Stan ganha 100 dólares de uma tia e seu pai o obriga a abrir uma poupança e, assim, aprender suas primeiras lições de economia. Mas no mesmo segundo em que aplica seu dinheiro no banco, ele some da conta. O mesmo acontece com várias pessoas, causando pânico geral. Óbvio que a crise financeira logo seria alvo do humor corrosivo de "South Park" e, numa iluminação divina, surge esse "Margaritaville" em forma de parábola bíblica, onde a Economia é o deus da modernidade que talvez tenha sido insultado e agora se vinga de seu povo. Alguns profetas surgem para explicar esta tragédia, entre eles Kyle, o Jesus Cristo do episódio, e Cartman que obviamente culpa os judeus pela crise (e será o Judas Escariotes, traindo Kyle em troca do GTA: Chinatown Wars para Nintendo DS). O episódio é cheio de grandes sacadas, com uma anarquia que, nos melhores momentos, lembra Monty Phyton: a tentativa de Stan em vender o Margaritaville de seu pai o leva até o Departamento do Tesouro em Washington DC, onde ele descobre como o governo toma decisões econômicas a partir de uma tabela e uma galinha, é absolutamente genial.&lt;/span&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold;font-family:arial;" &gt;6.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0993920/"&gt;Battlestar Galactica 4x19 - "&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0993920/"&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic;font-family:arial;" &gt;Daybreak, part 1&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Com apenas 3 episódios para o fim e tantas questões para se resolver, "Daybreak, part 1" surpreende com boa parte do tempo utilizado para flashbacks de alguns dos principais personagens ainda em Cáprica, antes do extermínio da civilização humana. Uma ousadia que deixa clara a mensagem dos autores: a limitação imposta para o fim da série não significa que os mistérios tomarão o espaço do que é principal na série, seus seres humanos. Sequências como a de Roslin entrando numa fonte após a trágica morte de sua família não existem em qualquer série. O restante do episódio foi uma preparação para o ataque suicida à colônia Cylon, culminando naquela linda sequência de "cross the line". Mais arrasador, impossível.&lt;/span&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold;font-family:arial;" &gt;5.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1248742/"&gt;The Office 5x19 - "&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1248742/"&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic;font-family:arial;" &gt;Two Weeks&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;br  style="font-family:arial;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br face="arial"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A quinta temporada de "The Office" está tão maravilhosa, que eu gostaria de colocar a série em posição mais alta neste top. Mas os episódios que mais me empolgaram não foram os do mês de março (os primeiros episódios da temporada, com Holly, "Moroccan Christmas", "The Duel", sequências isoladas de "Stress Relief"). Nada contra "Golden Ticket", "New Boss" e, principalmente, "Blood Drive". São ótimos, mas tive que escolher "Two Weeks", por representar um ponto dramaticamente empolgante da temporada. É sempre um prazer de ver desenvolvimento de personagens nessa série, porque são construídos tão cuidadosamente que a coerência nunca se perde (e nem o humor). É óbvio que Pam iria com Michael. Tudo no episódio e na série toda corrobora isso. Um mês em que a série se destacou pelas aberturas (Jim fingindo ser Michael em "Blood Drive", a KGB em "Golden Ticket"), "Two Weeks" se destaca pelo maravilhoso final. E como eles conseguem criar tantas gags rápidas e às vezes sutis para todos os coadjuvantes (em especial Creed)?&lt;/span&gt;&lt;br face="arial"&gt;&lt;br face="arial"&gt;&lt;br face="arial"&gt;&lt;br style="FONT-FAMILY: arial"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;4.&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1390286/"&gt;South Park 13x01 - "&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;The Ring&lt;/span&gt;"&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="FONT-FAMILY: arial"&gt;&lt;br style="FONT-FAMILY: arial"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"Margaritaville" talvez seja mais interessante como roteiro e idéias, mas o season premiere "The Ring" é tão ofensivo e grosseiro que, desde já, é um dos meus episódios favoritos do ano de qualquer série. Kenny arranja uma namorada mais velha e descobre que ela já fez um boquete em um rapaz após ouvir os Jonas Brothers. Ao invés de terminar com a menina, ele quer mesmo é levá-la para um show da banda, mesmo com o conselho de Cartman de que a boca da mulher americana é um dos locais mais cheios de bactérias. Mas a banda força o casal a usar o "anel da pureza", que proíbe sexo antes do casamento, além de outros comportamentos de gente chata, como ver "Grey´s Anatomy". Na verdade, o anel é uma jogada de marketing da Disney Channel para vender sexo para pré-adolescentes sem serem processados, afinal os Jonas Brothers deixam todas as meninas excitadas (uma garotinha no show sente "lá embaixo formigar"). O episódio segue extremamente engraçado, com Mickey Mouse sendo o chefão da empresa e que, dentre outras coisas, espanca um Jonas Brother por questionar sua autoridade e diz ganhar muito dinheiro há décadas em cima dos cristãos, que são retardados. O nível de gargalhadas é realmente alto e ver os Jonas Brothers segurando enormes mangueiras que jorram espuma branca no rosto das fãs pré-adolescentes realmente não tem preço.&lt;/span&gt;&lt;br style="FONT-FAMILY: arial"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;3.&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1232251/"&gt;Breaking Bad 2x04 - "&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Down&lt;/span&gt;" &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda temporada de "Breaking Bad" está com um início arrasador, indo fundo nas consequências das escolhas feitas por Walt. "Down" tem um clima digno do título do episódio, acompanhando a descida ao inferno dos protagonistas, que certamente ainda não acabou. A série tem um aspecto sujo fascinante, cheirando a realidade em cada plano, muitas vezes desagradável, muitas vezes com humor negro, e sempre interessante. Claro que ajuda o fato de Bryan Cranston, Anna Gunn e Aaron Paul serem fantásticos (elenco desde já recomendado para os Emmys), mas os roteiros tem criado situações desesperadoras (o que foi aquele Tio de Tuco em "Grilled"?) e confrontos dramáticos tão intensos, que o desconforto em assistir ao desmoronamento de uma família é grande. E isso é muito bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;2.&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1248337/"&gt;30 Rock 3x16 - "&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Apollo, Apollo&lt;/span&gt;"&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="FONT-FAMILY: arial"&gt;&lt;br style="FONT-FAMILY: arial"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Um mês inspirado para "30 Rock": o bonitinho "Goodbye, My Friend", o hilário "Funcooker" (com Dr. Spaceman medicando Jenny e a explicação para o título), a ótima idéia do "The Bubble" (encerrando a engraçada participação de Jon Hamm) e este "Apollo, Apollo", um primor em tudo que a série está devendo. Sim, porque apesar do bom mês, a terceira temporada não faz jus ao fenômeno de prêmios que se tornou (e eu sempre gostei mais de "The Office"), com episódios que sobrevivem de momentos isolados, onde nem mesmo algumas esperadas participações renderam grande coisa (a decepção que foi Jennifer Aniston, a pior atuação de Salma Hayek ever). Mas "Apollo, Apollo" não só teve grandes momentos, como todas as subtramas se cruzaram num roteiro que tem sido raramente bem amarrado. Ao contrário dos filmes, não revejo episódios, mas este mês acabei fazendo isso duas vezes: com o final de "Battlestar Galactica" e com este episódio de "30 Rock". E tenho certeza que não consegui pegar todas as piadas. Destaque absoluto para as visões de mundo de Kenneth (Muppets! Musical! Liz caminhando como um Muppet), Tracy e Jack (Kenneth vale 7 dólares!), Liz nomeando algumas reações fisiológicas ("I´m Lizzing!", "He´s gonna Jack!"), a lista de desejos de Jack com 10 anos de idade (que inclui espancar um russo e atropelar sua mãe), as pessoas que acham que Jack está convidando-os para uma entrevista de emprego, a leitura labial ("eu estava encarando sua boca!"), a aparição de Denny como viciado em sexo, a preocupação de Jenny se Liz a imitou com sotaque britânico, Grizz como o agente de Adam West, Kenneth fazendo sons (Star Wars?) para enganar Tracy, o comercial de tele-sexo feito por Liz, as absurdas e hilárias reações de Frank e Lutz ao vômito de Jack ("He´s mortal!", "What just happened??")... sem dúvida um dos melhores episódios de toda a série e desde já um favorito ao Emmy.&lt;/span&gt;&lt;br style="FONT-FAMILY: arial"&gt;&lt;br style="FONT-FAMILY: arial"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="FONT-FAMILY: arial"&gt;&lt;br style="FONT-FAMILY: arial"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;1.&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0993922/"&gt;Battlestar Galactica 4x20 - "&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Daybreak, part 2&lt;/span&gt;"&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="FONT-FAMILY: arial"&gt;&lt;br style="FONT-FAMILY: arial"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O grande final de uma grande saga. Metade do que senti já foi escrito e está &lt;a href="http://www.comentariosemserie.com/2009/03/battlestar-galactica-4x19-e-4x20.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;. A outra metade não dá pra explicar em palavras. É para isso que séries e filmes existem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Gostaria de ter feito um top 10 com apenas um episódio de cada série, mas não deu pra incluir, por exemplo, "The Big Bang Theory", que acho muito simpática e com algumas grandes risadas aqui e ali, e nem mesmo "Damages", que encerrou sua segunda temporada no mês de março. Foi um pouco decepcionante comparando com a temporada anterior, e os episódios seguiram um padrão semelhante de qualidade, com mesmos defeitos e acertos. De modo geral, acho que terminou melhor do que começou, conseguindo dar sentido a toda aquela bagunça cronológica. Ainda assim, as séries listadas acima tiveram todas melhores episódios que o melhor de "Damages".&lt;/span&gt;&lt;br style="FONT-FAMILY: arial"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-4011225016082926946?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/4011225016082926946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=4011225016082926946&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/4011225016082926946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/4011225016082926946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/04/melhores-episodios-de-marco.html' title='Melhores Episódios de Março'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-3248464289948647040</id><published>2009-04-01T09:43:00.002-02:00</published><updated>2009-04-01T10:18:05.888-02:00</updated><title type='text'>Filmes vistos em Março</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Listar os filmes vistos do mês em ordem de preferência acaba criando o pequeno problema da comparação esdrúxula. Porque não se trata de comparar os melhores do Oscar ou do ano, mas filmes de diversas épocas, alguns de clara importância para a evolução do cinema, etc. No mês de março acabei investindo em filmes das primeiras décadas, o que acabou dificultando a hierarquia, porque certas coisas não são clássicas por acaso, mas não pude deixar de colocar em posição muito boa alguns filmes recentes que realmente me empolgaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram 21 filmes vistos (apenas 5 revisões). Ainda pouco, mas quase o dobro do mês anterior. Somando os 44 episódios de séries, parece até um milagre que tenha visto tanto em mês tão ocupado (e estressante) com trabalho, faculdade e estágios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais ou menos em ordem de preferência:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;As obras-primas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Aurora, de F. W. Murnau (1927)&lt;br /&gt;2. Entre os Muros da Escola, de Laurent Cantet (2008)&lt;br /&gt;3. Nosferatu, de F. W. Murnau (1922)&lt;br /&gt;4. À Beira do Abismo, de Howard Hawks (1946)&lt;br /&gt;5. Aconteceu Naquela Noite, de Frank Capra (1934)&lt;br /&gt;6. Tiros na Broadway, de Woody Allen (1994)&lt;br /&gt;7. Pacto de Sangue, de Billy Wilder (1944)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os grandes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Segurando as Pontas, de David Gordon Green (2008)&lt;br /&gt;9. Entre Dois Fogos, de Anthony Mann (1948)&lt;br /&gt;10. Um Misterioso Assassinato em Manhattan, de Woody Allen (1993)&lt;br /&gt;11. O Equilibrista, de James Marsh (2008)&lt;br /&gt;12. Núpcias de Escândalo, de George Cukor (1940)&lt;br /&gt;13. Watchmen, de Zack Snyder (2009)&lt;br /&gt;14. Suprema Conquista, de Howard Hawks (1934)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os legais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15. A Loja da Esquina, de Ernst Lubitsch (1940)&lt;br /&gt;16. Eu, Meu Irmão e Nossa Namorada, de Peter Hedges (2007)&lt;br /&gt;17. A Máscara de Satã, de Mario Bava (1960)&lt;br /&gt;18. XXY, de Lucía Puenzo (2007)&lt;br /&gt;19. Quantum of Solace, de Marc Forster (2008)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os medíocres&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20. Deite Comigo, de Clément Virgo (2005)&lt;br /&gt;21. RocknRolla - A Grande Roubada, de Guy Ritchie&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5693245526902592869-3248464289948647040?l=cinefiliapontocom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/feeds/3248464289948647040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5693245526902592869&amp;postID=3248464289948647040&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/3248464289948647040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5693245526902592869/posts/default/3248464289948647040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinefiliapontocom.blogspot.com/2009/04/filmes-vistos-em-marco.html' title='Filmes vistos em Março'/><author><name>Hélio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00145269698999669776</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5693245526902592869.post-7867389623884650796</id><published>2009-03-30T00:50:00.004-02:00</published><updated>2009-03-30T01:13:19.900-02:00</updated><title type='text'>Watchmen - O Filme</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/SdA1cDjMMjI/AAAAAAAABGA/mv-WSZ7aVEQ/s1600-h/watchmen-poster.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5318809916030071346" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 260px; cursor: pointer; height: 400px; text-align: center;" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_fAeL9RFxw4M/SdA1cDjMMjI/AAAAAAAABGA/mv-WSZ7aVEQ/s400/watchmen-poster.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:times new roman;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:times new roman;" &gt;(Texto escrito longe da internet, daí a ausência de nomes dos atores e outras informações mais técnicas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="font-family: times new roman; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face  {font-family:"Cambria Math";  panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;  mso-font-charset:1;  mso-generic-font-family:roman;  mso-font-format:other;  mso-font-pitch:variable;  mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;} @font-face  {font-family:Calibri;  panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;  mso-font-charset:0;  mso-generic-font-family:swiss;  mso-font-pitch:variable;  mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-unhide:no;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:"";  margin-top:0cm;  margin-right:0cm;  margin-bottom:10.0pt;  margin-left:0cm;  line-height:115%;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:11.0pt;  font-family:"Calibri","sans-serif";  mso-ascii-font-family:Calibri;  mso-ascii-theme-font:minor-latin;  mso-fareast-font-family:Calibri;  mso-fareast-theme-font:minor-latin;  mso-hansi-font-family:Calibri;  mso-hansi-theme-font:minor-latin;  mso-bidi-font-family:"Times New Roman";  mso-bidi-theme-font:minor-bidi;  mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault  {mso-style-type:export-only;  mso-default-props:yes;  mso-ascii-font-family:Calibri;  mso-ascii-theme-font:minor-latin;  mso-fareast-font-family:Calibri;  mso-fareast-theme-font:minor-latin;  mso-hansi-font-family:Calibri;  mso-hansi-theme-font:minor-latin;  mso-bidi-font-family:"Times New Roman";  mso-bidi-theme-font:minor-bidi;  mso-fareast-language:EN-US;} .MsoPapDefault  {mso-style-type:export-only;  margin-bottom:10.0pt;  line-height:115%;} @page Section1  {size:612.0pt 792.0pt;  margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;  mso-header-margin:36.0pt;  mso-footer-margin:36.0pt;  mso-paper-source:0;} div.Section1  {page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Uma ótima surpresa esse “Watchmen – O Filme” de Zack Snyder. Nunca me satisfiz com a idéia vendida de que a graphic novel de Alan Moore seria infilmável, até porque a obra é recheada de elementos bastante cinematográficos desde o zoom out da sua primeira página. E o filme comprova isso com certa competência, apesar de muitos poréns que facilmente podem ser usados contra ele.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O roteiro consegue habilmente narrar todos os principais eventos dos principais personagens da HQ, eliminando praticamente tudo que era secundário (e que enriquecia absurdamente a obra), com fortíssima dose de fidelidade e coerência interna, atento aos detalhes que poderiam deixar buracos na trama caso fossem esquecidos. Para a complexidade do todo – que inclui inúmeros flashbacks dos protagonistas – foi um feito e tanto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Essa proeza, aliada à parte técnica de encher os olhos e um senso de narrativa que Snyder já havia mostrado em “Madrugada dos Mortos” e (queiram ou não) no fraco “300”, faz do filme algo estimulante de se ver e ouvir. Para o fã de “Watchmen”, há um certo prazer na fidelidade de diálogos e situações que transforma em imagens de cinema muitos dos “planos” da HQ de Moore. E esta é a maior qualidade do filme: a competência em não estragar algo tão bom (algo que poderia ter ocorrido facilmente), fiel ao máximo possível.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Isso também acaba sendo seu pior defeito, já que, como obra cinematográfica, era de se esperar uma visão particular do cineasta diante do material a se filmar. Isso existe muito pouco. O exemplo maior é a tão comentada sequência de abertura (após o dispensável prólogo de ação), fazendo uma síntese da história dos heróis mascarados e dessa realidade alternativa, ao som de Bob Dylan. É o grande momento do filme, já se desprendendo das páginas do original, mas que infelizmente não veremos mais, exceto pela conclusão da trama.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Outro problema é a “marca” que Snyder insiste em deixar pelo filme: os tais efeitos de imagem congelada e acelerada. Eu não consigo imaginar alguém achando isso cool e queria muito saber o que se passa na cabeça do diretor a respeito disso. Felizmente ele usa este recurso bem menos do que o trailer dava a entender, mas quando usado torna as cenas de ação mais desinteressantes do que já pareciam ser (algo que o cineasta parece não saber filmar bem).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O filme também peca pelo seu elenco. Vendo o ator que faz Ozymandias em cena, só posso concluir que ele não passou por nenhum teste e foi escalado por outro motivo que não o talento. Os outros não comprometem tanto, mas também não ajudam. O que mais gosto é o que faz o Comediante (que fez o Danny, o moribundo boa gente de “Grey´s Anatomy”) e, em menor escala, o ator que faz o Rorschach, melhor de máscara e sem ela claramente inspirado em Cl
